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Archive for the ‘ champagne ’ Category

Mais um caldo do projeto Champagne para quem tem sede. Apareceu depois do Selosse e segurou a onda legal. Generosidade do amigo, Dr. Júlio Portugal, um aluno que virou professor. \O/

“Michel e Francis Egly-Ouriet são produtores visionários. Em sua propriedade de 11 hectares em Abonnay, Verzenay e Bouzy, quase totalmente Grand Cru e de localização privilegiada, cultivam sem agrotóxicos nas vinhas de mais de quarenta anos de Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay. As uvas são colhidas manualmente, sempre no ponto mais alto de sua maturidade, e a vinificação é feita com o engaço e sem filtragem. O resultado é uma pequena quantidade de vinhos de grande complexidade, com sabor intenso e profundo. Segundo o guia Bettane & Desseauve, Egly-Ouriet é a vinícola que mais progrediu nos últimos 10 anos, e seus produtos são disputados por amantes de champagnes em todo o mundo.”

Na taça, apesar de aparecer depois do Selosse, o Champagne Egly-Ouriet Grand Cru Brut Rose NV Magnum, segurou a onda e mostrou que também é bicho solto, rs. Visual casca de cebola, perlage muito fina em quantidade, aromas de frutas vermelhas frescas, além de pêssegos, brioches e especiarias. Paladar seco, boa estrutura, longo. Encanta. Nota: ST (96). A garrafa de 750 ml custa R$ 590, aqui.

No mundo do vinho como na vida querer não é poder. Os degraus são alto$ e precisamos contar com a generosidade de amigos para não passar dessa sem apreciar alguns caldos que alegram a alma.

Recentemente tive a oportunidade de conhecer na taça o trabalho de Anselme Selosse (), um dos mais admirados garagistas da região de Champagne, França (55 mil garrafas ano), cujo seus rótulos ultrapassam (1 mil) aqui no Brasil. Sua filosofia de trabalho começa pelo cultivo biodinâmico em 6 ha em Avize, Cramant, Oger, Le Mesnil, Ay, Mareuil-sur- Ay e Ambonnay, que são vinificados separadamente em pequenos barris que foram comprados do Domaine Leflaive, grande nome da Borgonha. Alguns de seus rótulos, como o Substance, são vinificados através do sistema Solera (Espanha). São utilizadas somente leveduras naturais na fermentação, e a dosagem do licor de expedição é pequena.

A minha experiência na taça foi com o NV Champagne Jacques Selosse Brut Rosé, 12,5%, corte de Chardonnay e Pinot Noir, que mostrou muita personalidade, diferente de tudo que provei de Champagne. Perlage perfeita, complexidade e cremosidade, já com evolução. Aromas de tostados toffe, cítrico, baunilha e especiarias. Paladar estruturado, largo e cremoso, de excelente acidez. Um champagne vibrante, único e praticamente inimitável. Nota: ST (99)

Todos sabem que a Cave Geisse é um dos mais respeitados e reconhecidos produtores de espumante do Brasil e do Mundo. Mas poucos sabem que agora assina um Champagne Premier Cru.

Na tarde desse sábado tive o privilégio de provar em primeira mão, sendo o primeiro blog a postar uma opinião pessoal sobre o primeiro lote do Champagne Cave Geisse Philippe Dumont Premier Cru, garrafa nº 00176 das 1500 produzidas. Esse Champagne é o resultado da parceria entre duas famílias que compartilham a mesma filosofia de trabalho, a Dumont francesa e a Geisse brasileira.

O projeto teve inicio em 2007 quando os Geisse receberam em sua vinícola, em Pinto Bandeira, o francês Philippe Dumont, proprietário de pouco mais de 5 hectares Premier Cru em Chigny-les-Roses – Reims, com mais de 300 anos de tradição na região. Philippe ficou encantado com a qualidade e o estilo dos espumantes elaborados por Mario Geisse, e as afinidades em virtude da filosofia de trabalho de ambas as famílias acabaram em um convite para que Mario Geisse fosse elaborar o primeiro champagne com rótulo brasileiro.

São 1.500 garrafas, já que o volume de produção nas terras com denominação Premier Cru é muito limitada e o valor das áreas com esse padrão de qualidade pode chegar a 1,5 milhões de Euros por hectare. Dos cerca de 200 vilarejos da Champagne, apenas 43 têm direito a utilização da denominação Premier Cru, designação concedida a pouquíssimos produtores da região em função da alta qualidade e da localização de seus vinhedos.

Avaliação Pessoal:
ST (93) – 50% Chardonnay / 50% Pinot Noir – 12,5% – Produção por hectare: 8000 kg – Colheita: Setembro – Método de elaboração: Champenoise / Tradicional – Tempo de fermentação:  Aprox. 180 dias – Tempo de amadurecimento: 36 meses – Graduação de Açúcar:12 gramas por litro – Produção: 1.500 garrafas – R$ 290,00 em Vitória.

  • Visual amarelo palha clarinho, perlage com bolhas pequenas, numerosas e de boa persistência. O nariz apresenta notas de brioches e panificação dominando (sem tosta), frutas brancas, e um mineral bastante destacado. O paladar tem ótima acidez, encorpado, com boa concentração de frutas brancas, excelente persistência e delicioso retrogosto, com destaque para as leveduras. Deve melhorar com mais alguns anos de adega. Um grande champagne, digno dessa parceria entre dois grandes produtores.

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Winston Leonard Spencer Churchill, mais conhecido como Sir. Winston Churchil, foi o mais famoso estadista britânico, principalmente por ser o primeiro-ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial e, segundo alguns, aclamado pelo mundo democrático, como o grande condutor da campanha militar que derrotou Hitler.

Além de estadista, Winston Churchill era escritor. Recebeu o Prêmio Nobel de literatura em 1953, devido aos seis volumes de sua famosa obra “A Segunda Guerra Mundial“. Cunhou diversas frases que se tornaram célebres:

A desvantagem do capitalismo é a desigual distribuição das riquezas; a vantagem do socialismo é a igual distribuição das misérias.

O repórter pergunta ao velho Churchill, aos 80 ou 90 e poucos anos…

- Churchill, qual o segredo dessa longevidade?

- O esporte, meu caro, o esporte… nunca o pratiquei.

Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. Tem-se dito que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos.

Churchill era apaixonado por champagne, em particular pelo da casa Pol Roger e o tomava todos os dias. Ele tinha um bom relacionamento com Odette Pol Roger, diretora da famosa casa de Champagne. Em 1944, eles foram apresentados em um almoço na Embaixada Britânica em Paris e, segundo a empresa, Odette foi uma mensageira para a Resistência Francesa durante os anos de ocupação, razão pela qual Churchill estreitou o relacionamento com a Casa Pol Roger.

A Pol Roger fabricava especialmente para ele garrafas de 500ml porque, segundo o Primeiro Ministro, “uma garrafa inteira (750ml) é muito para que eu beba sozinho e meia garrafa (375ml) é pouco para valer a pena ouvir a bronca que minha mulher vai me dar porque estou bebendo. 500ml é a quantidade perfeita!”.

Quando Churchill faleceu, em 1965, a casa Pol Roger prestou-lhe uma homenagem. Durante 25 anos, colocaram uma tarja preta de luto em todas as garrafas de champagne destinadas ao Reino Unido.

No Brasil, o Champagne Pol Roger Cuvée Sir Wiston Churchill Brut é importado pela Mistral e custa R$ 790,00.

Avaliação Pessoal:
ST (99) Degustado no Encontro Mistral 2012

  • O assemblage é majoritariamente de Pinot Noir, complementado por Chardonnay. Seleciona-se apenas os melhores frutos, oriundos de vinhedos na Vallée de la Marne e na Côte des Blancs. Este champagne permanece maturando nas caves, em contato com as borras dos levedos, por mais de 7 anos antes da degola.
  • Visual amarelo de média intensidade, com bolhas minúsculas e numerosas; perlage intenso e persistente. Nariz com notas tradicionais de brioche, fermento, frutas brancas, cítricas, com toques florais.
    O paladar apresenta grande corpo, excelente acidez, mousse fina e abundante. Equilibrado e macio, sem nenhum amargor. Persistência aromática é muito longa, com retrogosto de brioche, frutas cítricas e frutas secas. Um verdadeiro néctar dos deuses!

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Durante o ano de 2011 a equipe editorial da revista avaliou mais de 1000 champanhes que estão disponíveis no mercado. Na degustação, os critérios mais importantes foram qualidade e a sua acessibilidade. Quando os resultados foram tabulados entre os 10 primeiros colocados, muitos nomes conhecidos, mas o primeiro lugar foi unânime, Taittinger Comtes de Champagne 2000. Fine Champagne Magazine é a única publicação internacional dedicada ao champanhe.

Segue a lista: “100 melhores champanhes de 2012″.

  • Taittinger Comtes de Champagne 2000
  • Taittinger Vintage 2004
  • Louis Roederer Cristal Rosé 2002
  • Dom Pérignon Rosé 2000
  • Dom Pérignon 2002
  • Bollinger Grande Année La Rosé 2002
  • Laurent-Perrier Alexandra Rosé 1998
  • Piper-Heidsieck Rare 2002
  • Charles Heidsieck Brut Réserve NV
  • Charles Heidsieck Blanc des Millénaires 1995

O total das 100 Melhores “ranking” Champanhes podem ser lidos aqui:

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Estabelecida desde 1912 no coração da área de Champagne, em Damery perto Epernay, J. de Telmont possui 146 ha (36 de seu próprio vinhedo), De Telmont tem uma fonte extraordinária de uvas de qualidade provenientes das melhores terroirs, como Côte des Blancs e Vallée de la Marne. As uvas são a parte mais importante da Champagne. Assim, DeTelmont se preocupa com a vinha usando métodos de cultura ideal para criar uma harmonia e equilíbrio entre a terra e as vinhas.

Vinícola: J. De Telmont – País: França – Nome: Grand Reserve Brut – Uvas: 34% Chardonnay, 33% Pinot noir e 33% Pinot Meunier – Cor: Amarelo palha – Tipo: Espumante – Apelação: Champagne – Média da idade das vinhas: 30 anos – Localização Geográfica: Champagne – Vinificação: Tradicional com temperatua controlada – Repouso: De 15 a 24 meses na garrafa – Alc: 12%

Importador: www.daconfraria.com.br

Site: http://www.champagne-de-telmont.com

Preço: 190,00

Avaliação Pessoal: ST (90)

Visual amarelo claro, borbulhas pequenas em boa quantidade, com pequeno colar. O nariz apresenta notas características de pão torrado, fermento, pêssego e amêndoas. O paladar se mostrou bem seco, acidez fantástica, bom corpo, retrogosto amanteigado, e longo final. Um Champagne com característica jovial.