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Archive for the ‘ Receita ’ Category

Incorporado aos hábitos alimentares pelos orientais, o shiitake pode ser servido como entrada, combinado com a versão light do mais tradicional requeijão brasileiro

Os benefícios do Shiitake já são conhecidos! Ele contém fibras dietéticas que auxiliam na digestão, além dos baixos níveis de açúcar, gordura e calorias, entre outros. Que tal uma nova receita com esta versão de cogumelo? A dica são os Shiitakes Recheados com Catupiry Light, Vinho Branco com Toque de Tomilho Fresco.

Ingredientes:

  • 10 cogumelos tipo Shiitake grandes (400g)
  • 5 colheres (sopa) de vinho branco seco (75ml)
  • 1 sachê de Requeijão Light Catupiry (250g)
  • 1 colher (sopa) de salsa picada (5g)
  • Tomilho fresco a gosto
  • 1 dente de alho amassado (2g)
  • Sal e Pimenta do Reino a gosto

Azeite para regar

Modo de Preparo: Retire os caules dos cogumelos e pique-os. Reserve os cogumelos. Numa tigela, junte o vinho e o Requeijão Light Catupiry. Misture bem até obter uma mistura homogênea.  Junte os caules de cogumelo picados, a salsa, o tomilho e o alho. Tempere com sal e pimenta. Misture.  Distribua os cogumelos inteiros numa assadeira, com a parte lisa voltada para a assadeira. Recheie os cogumelos com a mistura de Catupiry®. Regue com azeite e leve ao forno médio (180ºC), preaquecido, por cerca de 15 minutos ou até os cogumelos cozinharem. Sirva em seguida.

  • Rendimento: 10 unidades
  • Tempo de Preparo: 10 minutos
  • Tempo de Cozimento: 15 minutos
  • Dica:  No momento de colocar o recheio no cogumelo, coloque-o bem no centro, porque, ao cozinhar, ele tende a espalhar.
  • Variação:  Regue os cogumelos, antes de ir ao forno, com um pouco de molho de soja.

Dias quentes, ainda mais no período pós-festas de final de ano, pedem refeições leves. Mas, nem por isso, menos saborosas. Uma boa opção é a Salada Caprese Grega com Catupiry Light. Confira a receita: 

Ingredientes:

  • 2 abobrinhas tipo italiana (cerca de 300g)
  • Sal a gosto
  • 2 tomates grandes maduros e firmes (200g)
  • 1 sachê de Requeijão Light Catupiry (250g)
  • 2 colheres (sopa) de azeitona verde picada (20g)
  • 1 colher (sopa) de azeitona preta picada (10g)
  • Manjericão fresco rasgado
  • Pimenta-do-reino preta, moída na hora
  • Azeite para regar

Modo de Preparo: Corte as abobrinhas em fatias horizontais com cerca de 0,2 cm de espessura. Tempere com sal. Numa frigideira antiaderente, distribua algumas fatias de abobrinha (sem sobrepô-las), virando com um garfo, para que dourem por igual. Proceda da mesma maneira com o restante das fatias de abobrinha. Reserve. Fatie cada tomate em seis fatias e corte-as ao meio. Misture o Requeijão Light Catupiry® e as azeitonas, até obter uma pasta.

Montagem: Monte individualmente meia fatia de tomate, uma tira de abobrinha dobrada, a pasta de Catupiry® e azeitonas (cerca de uma colher de chá), outra meia fatia de tomate, outra tira de abobrinha dobrada, pasta de Catupiry® e azeitonas (cerca de uma colher de chá) e, finalmente, mais meia fatia de tomate e mais uma colher (de chá) de pasta de Catupiry® e azeitonas. Finalize com uma tira de abobrinha numa bonita dobradura. Salpique um pouco de manjericão e polvilhe pimenta-do-reino moída na hora. Sirva em seguida, regada com azeite.

Rendimento: 8 a 10 porções

Tempo de Preparo: 20 minutos

Tempo de Cozimento: 15 minutos

Dica: Para obter fatias de abobrinha da mesma espessura, use o ‘mandolin’ (um cortador de alimentos).

Variação: Acrescente à pasta de Catupiry e azeitonas, aliche amassado e/ou alcaparras picadas.

A Revista Menu convidou o chef italiano Marco Renzetti, da Osteria Del Pettirosso (SP), para ensinar o passo a passo do clássico espaguete à carbonara. Confira:

A cebola é extremamente viajada. Nativa de algum lugar da Ásia Central, tem hoje presença importante na culinária de todos os recantos. Mas, dentre todos, é na França que ela tem uma presença mais marcante. Robert Julien Courtine (1910-1998), autor de diversos livros sobre gastronomia e articulista culinário do jornal Le Monde, dizia ser a cebola a trufa do pobre.

Dentre as iguarias dessa tuberosa, a sopa de cebola é o prato mais icônico, presente em cada bistrô, taverna, brasserie ou restaurante da capital francesa. Cada um com sua variação própria. Mas a mais famosa, tida como a perfeita, é a da brasserie Au Pied de Cochon em Les Halles, charmoso pela suntuosa decoração Art Déco, aberto 24 horas e porto seguro para as altas horas das frias noites pariesienses.

Patrícia Wells, assídua frequentadora do Pied de Cochon e autora do livro Cozinha de Bistrô (São Paulo: Ediouro), nos oferece uma receita dita como original dessa brasserie. Mas, sinceramente, seguindo o passo a passo dessa receita, não conseguimos o resultado magnífico e complexo do Pied de Cochon. Muito mais rica é a preparação que descrevemos a seguir, de autoria de Elsie Martins Ferreira, antiga moradora de Paris e uma Babette invejável.

Receita de sopa de cebola: Ingredientes: (para 6 pessoas)

  • 2 colheres (de sopa) de azeite de oliva
  • 4 colheres (de sopa) de manteiga sem sal
  • 6 xícaras de cebolas fatiadas
  • 2 dentes de alho bem picados
  • 1 colher (de chá) de açúcar
  • 1/3 de xícara de conhaque
  • 1 colher (de sopa) de mostarda de Dijon
  • 1 pequeno ramo de tomilho fresco
  • 2 colheres rasas de farinha de trigo
  • 2 litros de caldo de carne
  • 1 1/2 xícaras de vinho branco seco
  • Sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto
  • 6 fatias de pão francês tipo baguette cortadas não muito finas
  • Mistura de queijos ralados: 100 gramas de Gruyère e 100 g de parmesão

Modo de preparar:

1. Aqueça a manteiga e o azeite em uma panela grande de sopa. Junte as cebolas e refogue em fogo médio /alto durante 15 minutos. Junte o alho e o açúcar e continue agora em fogo brando sempre mexendo de vez em quando até que as cebolas fiquem bem douradas mais ou menos durante 40 minutos.

2. Flambe com o conhaque pré- aquecido. Quando as chamas apagarem junte a mostarda e o tomilho. Acrescente em seguida a farinha de trigo, misture bem sempre no fogo, e gradualmente junte o caldo de carne e o vinho branco. Tempere com sal e pimenta e deixe ferver lentamente durante 1 hora em fogo brando.

3.Enquanto isso, prepare os croutons: passe um pouco de manteiga e azeite temperados com um pouco de alho nas fatias de pão e depois torre-os em uma frigideira bem aquecida.

4.Para servir coloque a sopa nos ramequins, coloque sobre a sopa um crouton, cubra cada um com a mistura de queijos, e leve a gratinar por 4 ou 5 minutos ou até os queijos derreterem.

No caso de querer fazer uma entrada mais elegante, pode-se cobrir os ramequins com massa folhada e levar ao forno. No entanto não devemos esquecer que a verdadeira sopa de cebolas do Les Halles originalmente era uma sopa saborosa porem barata para nas madrugadas acalentar a barriga dos trabalhadores do antigo mercado.

O resutado final é uma iguaria delicada com discreto aroma do campo conferido pelo tomilho e cebola, perfumado pelo cognac de boa estirpe e discretamente encorpada pelo crouton.

O recomendado para uma harmonização deve ser um bom Beaujolais cru classée, especialmente o Morgon, rico, intenso, com notas de frutas vermelhas bem condizentes com a cor e o leve corpo da sopa.

(Texto de Carlos José Vieira, parceiro e colunista do Blog)

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Já dizia o pintor e cineasta norte-americano Andy Warhol: “um dia, todos terão direito a 15 minutos de fama“. Pois é amigos…rsrsrs

Brincadeira à parte, na ultima edição do Caderno Prazer & Cia, jornal A Gazeta, tive a honra de poder colaborar para matéria da Jornalista Evelize Calmon. O tema foi “harmonização entre Vinho & Comida“, no qual foram convidados seis chefs renomados para criarem receitas, com o objetivo de serem reproduzidas por vocês em casa. A minha contribuição foi indicar os vinhos e justificar a suas harmonizações. Busquei dar explicações simples e objetivas, fugindo do “tecniquês”. Afinal, precisamos aproximar as pessoas desse mundo, dando um caráter mais popular ao vinho.

RECEITA VILLA VECCHIA – Chef Cleuza Costa

Spaghetti com camarões, abobrinha, beringela, tomate cereja e um toque de bacon

VINHO BRANCO

Kawin Sauvignon Blanc 2011 – Chile – 29,00 – Da Confraria

Aromas típicos de frutas tropicais e um leve herbáceo. O paladar é leve, frutado, acidez equilibrada e refrescante. Um vinho fácil de beber e entender a sua proposta. Ótima compra.

Casas del Bosque Reserva Sauvignon Blanc 2010 – Chile – R$ 49,00 – Enótria

Muito aromático com notas vegetais de alecrim, e frutadas m(maracujá e goiaba, evoluindo com toques minerais. Paladar apresenta uma acidez exuberante, médio corpo, equilibrado, muito frescor, com um final jovial e muito agradável.

T.H – Terroir Hunter Sauvignon Blanc 2011 – Chile – R$ 99,00 – Ville du Vin

Nariz intenso, remetendo a notas de frutas tropicais maduras (maracujá, melão) e cítricas (limão e tangerina). Paladar apresentou muito frescor, corpo leve, frutado, com final agradável e com média persistência.

Obs: A Da Confraria é uma importadora Capixaba, que está crescendo muito e com vinhos de bastante qualidade x preço, o site de vendas é www.vinhosdaconfraria.com.br

Receita Restaurante Mexido – Chef Bia Seguchi

Peixe branco em cama de purê de abóbora japonesa e mexido de legumes.

Viapiana 192 dias Brut – Brasil – 46,00 – Enotria

Perlage fina em boa quantidade e persistentes. No nariz predomínio de frutas brancas, leve toque de fermento.Paladar com acidez adequada, bom equilíbrio, corpo médio, persistência média e retro-olfato de frutas citricas com notas florais. Seu melhor atributo é a sua personalidade e notável fineza.

Les Amis Brut Blanc de Blancs – França – R$ 49, 80 – Expand

Perlage médio, em boa quantidade. Nariz apresenta frutas cítricas (limão e grapefruit) e leve toque de pêssego. Paladar com um bom frescor, leve e de boa persistência.

Champagne Irroy Brut – França – R$ 90,00 – Wine

Perlage finíssima, aromas tipicos de mel, fermento. Paladar cremoso, encorpado, com um final bastante longo.

RECEITA SOETA – Chef Bárbara Verzola

TAGLIOLINE DE AÇAFRÃO DA TERRA, LINGUIÇA DE PORCO E FUNGHI PORCINI

VINHO TINTO

Farnese Montepulciano D Abruzzo – Itália – R$ 45,00 – Ville Du Vin

Aromas de frutas vermelhas, fresco, bom corpo e uma ótima acidez.

Beronia Crianza 2008 – Espanha – R$ 64,80 – Carone

Aromas de baunilha, framboesa, com toques de cereja e especiarias. Na boca é frutado e fresco, equilibrado, estruturado, com taninos finos, com final agradável.

Rúbio de San Polo 2009 - 100% Sangiovese (Itália) – R$ 72,00 – Grand Cru

Aromas de cereja, ameixa, groselha, especiarias e uma leve baunilha. Apesar de novo na boca mostrou um bom equilíbrio, estruturado e suculento.

RECEITA DAJU BISTRÔ – Chef Júlia Faria

Filé à moda da Vovó

VINHO TINTO

Leyda Reserva Carmenère 2010 (Chile) - R$ 46,00 – Grand Cru

Aromas frutado destaque para frutas vermelhas e o tradicional toque herbáceo. Na boca confirma a fruta, com boa acidez, macio, médio corpo e um final de média persistência.

La Madrid Malbec 2010 – Argentina – R$ 52,00 – Puerto Madero

No nariz apresenta aromas de frutas maduras e leve especiarias. Paladar com taninos doces e aveludados, equilibrado, bom corpo, fácil de beber.

Crasto Superior D.O.C 2009 – Portugal – R$ 82,90 – Carone

Aromas sutis de frutas compotadas, envoltas em finas notas carvalho e notas resinosas, ainda primárias. Paladar é equilibrado, tem acidez e álcool na medida certa, muita concentração, taninos finos, longa persistência e um retro-olfato frutado muito gostoso. Um vinho que alia potência e elegância na taça!

RECEITA ARGENTO – Chefs Ivan Di Cesare e Emilio Recchia

Ossobuco ao disco de arado, acompanhado de Purê de abobora com cubos de queijo de cabra e alho confitado.

VINHO TINTO

Heredad Malbec 2010 – Argentina – R$ 34,90 – Enotria

No nariz aromas de cerejas vermelhas, floral e de especiarias. O paladar apresenta médio corpo, frutado, bom equilíbrio entre acidez e teor de álcool.

Araucano Reserva Cabernet Sauvignon Reserva 2009 – R$ 49,00 – Da Confraria

Aromas de pimenta do reino moída na hora, frutas negras e vermelhas. Paladar mostrou taninos firmes, bom corpo, frutado e uma acidez adequada. Ótima opção para um churrasco.

Embocadero Tempranillo 2009 (Espanha) – R$ 54,00 – Grand Cru

Bastante perfumado, tostado, especiarias, café e frutas negras. Em boca é gordo com sabor frutado e elegante, com final bastante agradável e longo.

RECEITA VERO – Chef Vinicius Dobal

Cassata siciliana com geleia de cajá

VINHO DE SOBREMESA

La Cellia Late Harvest 2008 – Argentina – R$ 49,00 – Ville Du Vin

Frutas em compota, (abacaxi, pêssego), frutas passadas, floral, com toques de mel. No paladar é doce, bom corpo. Boa acidez, com leve predomínio do teor de açúcar. Persistência longa.

Morande Late Harvest Sauvignon Blanc 2008 – R$ 54,80 – Expand

Aromas agradáveis de mel e maracujá. Na boca, confirma as notas do nariz, equilibrado e longo.

Hukapapa 2007 Riesling Dessert Wine – Nova Zelandia – R$ 79, 00 – Enotria

Aromas de casca de laranja, damasco e manga. Na boca é intenso, com sabores de mel, cítricos e geleias…

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Olha que dica gourmet interessante que acabei de ver na página do facebook de Ubiraja Pinto, que o site thekitchn publicou. Congelamento das ervas em azeite ou manteiga sem sal (derretida), em cubos, que poderá ser usado de diversas formas na sua cozinha: assados, batatas cozidas e etc.

Veja o passo a Passo:

1. Escolher ervas frescas, de preferência da feira ou do seu próprio jardim.

2. Se quiser você pode picá-las bem, ou deixá-las em ramos e folhas maiores. Na foto, as ervas foram finamente picadas.

3. Colocar em bandejas de cubos de gelo (cerca de 2/3 cheio de ervas).

4. Você pode misturar as ervas (sálvia, tomilho, alecrim).

5. Colocar azeite extra-virgem de oliva sobre as ervas.

6. Cobrir com filme plástico e congelar.

7. Remover os cubos congelados e armazenar em recipientes ou sacos pequenos de congelamento.

8. Não esqueça de etiquetar cada embalagem informando qual é o tipo de erva dos cubos!

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O aprimoramento dos modos de produção promovido pela moderna sociedade industrial fez com que algumas palavras caíssem em desuso, tornando-as esquecidas e até mesmo ignoradas pela geração atual. É o caso, por exemplo, da palavra mó, a pedra de moinho utilizada para triturar grãos e produzir farelos como trigo, fubá, etc. Os moinhos foram inventados pelos gregos e depois difundidos por toda a Europa pelos romanos no século II. Eram movidos por roda d’água, quando ficavam perto de um regato, ou por tração animal.

Assim é que em algum lugar da França mediterrânea, em uma data perdida nas brumas do tempo, havia um moinho de trigo cuja funcionária, a moleira (meunière), era uma jovem e bela mulher muito desejada pelo próximo. E completando a cena, também um riozinho piscoso e um cozinheiro apaixonado.

Esse apaixonado, para vê-la, usava a desculpa de ir lá comprar o trigo. Em sua homenagem ou para conquistá-la, criou um prato que se tornou um clássico da culinária francesa, o Poisson a La Belle Meunière. A receita como a original, descrita por Escoffier em seu “Le Guide Cuillinaire” (Editoria Flammarion, 1993- pg 282) e assim transcrita:

Ingredientes:

  • Filé de peixe de carne branca de boa textura, como o linguado, a truta ou a tilápia
  • Sal e pimenta-do-reino branca moída na hora
  • Manteiga clarificada
  • Alcaparras lavadas
  • Salsa grosseiramente picada
  • Suco de limão tahiti
  • Trigo para empanar, por isso a razão da meunière.

Modo de preparar:

  • Temperar os filés com sal e pimenta-do-reino, Reservar por 20 minutos.
  • Enfarinhar os filés e depois retirar o excesso de trigo.
  • Em uma frigideira de fundo grosso, aquecer bem a manteiga. Em seguida dourar cada lado do filé por 3 minutos, sem ficar mexendo. Reservar em uma travessa aquecida.
  • Para o molho, aquecer mais um pouco de manteiga, adicionar as alcaparras, a salsinha picada e suco do limão. Mexer bem.
  • Servir imediatamente o peixe com o molho por cima.

Como se pode notar, este é um prato delicado de peixe com sabor levemente salgado e acídulo em que predomina o aroma da manteiga e da salsa. O recomendado para uma harmonização deve ser um vinho branco, leve, seco, delicado, de boa estirpe, moderadamente encorpado, sem madeira ou muito pouco evidente. Certamente um Chardonnay da Borgonha ou do Napa Valley e nem por último e nem menor, uma verdadeira Champagne brut.

Voilà!

Por Carlos José Vieira, novo parceiro do Blog Vivendo a Vida

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