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Archive for the ‘ ST (93) ’ Category

Cercado de mistério, o vinho Caballo Loco não traz em seu rótulo a safra e nem a uva. Na verdade é um corte de diversas uvas e de safras, que começou a ser utilizada nos anos 90 sob o comando de Jorge Coderch, o “Caballo Loco“, que emprestou o nome ao vinho.

Nesta época havia várias barricas das variedades Cabenet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot e Malbec das safras 1990 e 1993, mas em quantidades reduzidas, insuficientes para uma linha varietal. Assim a vinícola decidiu criar o seu Top, o Caballo Loco.

Em 1994, metade desta barrica foi usada para o Caballo Loco Number 1, a outra metade foi reservada e misturada para o Number 2 e assim sucessivamente. A cada safra 50% da anterior se soma a atual.

O Nº 12 que degustei é 50% da colheita de 2007 e 50% das colheitas entre 1990 e 2006.

Avaliação Pessoal: ST (93+)
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Chile – Vale do Maipo, Colchagua e Curicó – 14,6% – Cabernet Sauvignon, Carmenère, Malbec e Merlot – 18 meses em barrica – Importador Ravin
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R$ 260,00

  • Já tinha provado o nº9 e gostado muito, mas parece que esse está ainda melhor. Visual rubi intenso, aromas intenso de frutas, como pitanga, manga, ameixa em calda, couro, e um caramelo maravilhoso. O paladar mostrou bom corpo, concentrado, taninos sedosos, boa acidez, bastante equilibrado, com uma madeira bem trabalhada que não sobrepõe à fruta. Bastante longo. Sem dúvida, um vinhaço!

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Todos sabem que a Cave Geisse é um dos mais respeitados e reconhecidos produtores de espumante do Brasil e do Mundo. Mas poucos sabem que agora assina um Champagne Premier Cru.

Na tarde desse sábado tive o privilégio de provar em primeira mão, sendo o primeiro blog a postar uma opinião pessoal sobre o primeiro lote do Champagne Cave Geisse Philippe Dumont Premier Cru, garrafa nº 00176 das 1500 produzidas. Esse Champagne é o resultado da parceria entre duas famílias que compartilham a mesma filosofia de trabalho, a Dumont francesa e a Geisse brasileira.

O projeto teve inicio em 2007 quando os Geisse receberam em sua vinícola, em Pinto Bandeira, o francês Philippe Dumont, proprietário de pouco mais de 5 hectares Premier Cru em Chigny-les-Roses – Reims, com mais de 300 anos de tradição na região. Philippe ficou encantado com a qualidade e o estilo dos espumantes elaborados por Mario Geisse, e as afinidades em virtude da filosofia de trabalho de ambas as famílias acabaram em um convite para que Mario Geisse fosse elaborar o primeiro champagne com rótulo brasileiro.

São 1.500 garrafas, já que o volume de produção nas terras com denominação Premier Cru é muito limitada e o valor das áreas com esse padrão de qualidade pode chegar a 1,5 milhões de Euros por hectare. Dos cerca de 200 vilarejos da Champagne, apenas 43 têm direito a utilização da denominação Premier Cru, designação concedida a pouquíssimos produtores da região em função da alta qualidade e da localização de seus vinhedos.

Avaliação Pessoal:
ST (93) – 50% Chardonnay / 50% Pinot Noir – 12,5% – Produção por hectare: 8000 kg – Colheita: Setembro – Método de elaboração: Champenoise / Tradicional – Tempo de fermentação:  Aprox. 180 dias – Tempo de amadurecimento: 36 meses – Graduação de Açúcar:12 gramas por litro – Produção: 1.500 garrafas – R$ 290,00 em Vitória.

  • Visual amarelo palha clarinho, perlage com bolhas pequenas, numerosas e de boa persistência. O nariz apresenta notas de brioches e panificação dominando (sem tosta), frutas brancas, e um mineral bastante destacado. O paladar tem ótima acidez, encorpado, com boa concentração de frutas brancas, excelente persistência e delicioso retrogosto, com destaque para as leveduras. Deve melhorar com mais alguns anos de adega. Um grande champagne, digno dessa parceria entre dois grandes produtores.

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Produzido apenas nos melhores anos, o vinho Regional Alentejano, Esporão Private Selection tinto 2008 envelheceu durante 12 meses em barricas de carvalho francês, seguido por mais um estagio de 18 meses em garrafa antes de ir ao mercado. A personalidade da safra 2008 é o resultado da frescura da Primavera, condições extremas do verão e da seleção das castas DOC Alicante Bouschet, Aragonês e Syrah. Muito do crédito pelo sucesso desse vinho é devido ao enólogo australiano David Baverstock.

Avaliação Pessoal: ST (93) – Portugal – Alentejo – Alicante Bouschet, Aragonês e Syrah – 14,5% – Medalha de Ouro concurso mundial de bruxelas 2012 Prémio de Excelência- Revista de Vinhos 2011

Visual granada intenso, límpido e brilhante. Aromas iniciais lembram ameixa em calda, ligeiro tostado, floral e um fundo mineral maravilhoso. O paladar é gordo, elegante, boa acidez e taninos estruturados, apresentando ótimo equilíbrio. Longa persistência aromática, com boa concentração de frutas. Seus taninos finos e vivos mostram sua idade precoce, fazendo acreditar em um ótimo potencial de guarda. Um vinho que pede uma taça atrás da outra, não cansa. A harmonização ideal são pratos a base de caça ou queijos de pasta mole.

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Amado por muitos e odiado por poucos que falam que e mercenário,a verdade e que falando de frutos do mar grelhado ele e imcomparavel.Vinhos PERA MANCA branco 2004(st93)e FRUNTESPINA GRAN RESERVA 2001(st90)armonizaram muito bem com o prato farto e delicioso.
tel 3272.1300