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Archive for the ‘ Bom e Barato ’ Category

Dando proseguimento à coluna “Bom e Barato“, falo hoje sobre um vinho tinto francês elaborado produtor Chapoutier, castas Syrah e Grenache, que não passa por barrica, o Marius rouge 2010. Seus vinhedos próprios estão localizados dentro da IGT Pays d’Oc, Languedoc Roussillon.

Languedoc Roussillon é a mais importante produtora de vin de pays (VDP) da França, com 80% do total. Grande parte é rotulada sob a denominação regional Vin de Pays d’OC e os demais com nomes de distritos locais. As normas de VDP são menos rigorosas que as de AOC, permitindo que os vinicultores fação vinhos varietais de cepas não tradicionais e misturar com uvas nativas e internacionais. O status de VDP confere maior reconhecimento do que o nível básico vin de table. Quase todos são feitos de um blend de cinco uvas sulistas clássicas, cuja mistura é regulamentada pela AOC. A Syrah, famosa na região vizinha do Vale do Rhone, é cada vez mais popular; as catalãs Mourvèdre e Carignan, fazem vinhos escuros, tânicos e condimentados. A Grenache e Cinsaut, muito cultivada são frutadas e fáceis.

Chapoutier é o maior nome do Rhône. Michel Chapoutier, é um dos maiores enólogos da França, eleito diversas vezes enólogo do ano pela Revue du Vin de France, deu uma nova dimensão aos vinhos da região, atingindo a perfeição nas diversas denominações do Norte e do Sul. Os vinhedos são cultivados organicamente e apresentam baixos rendimentos. O vinho é uma homenagem ao seu bisavô, Marius.

Avaliação Pessoal: ST (88) - França – Languedoc Roussillon – Syrah e Grenache – 13,5% – Importador Mistral – R$ 52,00

Como falei acima este vinho não passa por madeira o que lhe confere uma fruta fresca e limpa. Visual rubi de média intensidade, límpido e brilhante. No nariz frutas vermelhas e negras, pimenta do reino, floral e um leve toque balsâmico. O paladar é frutado, fresco, médio corpo, equilibrado entre acidez e teor alcoólico; taninos macios de boa qualidade. Final com boa persistência. Vale muito a pena conhecer.

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A partir de hoje, sempre que o blog Vivendo a Vida encontrar na taça um vinho que tenha uma boa qualidade e um preço final baixo comparativo aos demais de mesmo estilo e nível, seja em forma promocional ou com seu preço normal , estará sendo divulgado como um vinho “Bom e Barato“.

O primeiro vinho a ser classificado pelo blog como “Bom e Barato” é o Brunello di Montalcino 2006 Boscoselvo. Antes de falar sobre a minha impressão na taça e o seu preço, vamos entender um pouco sobre o Brunello.

O Brunello di Montalcino explodiu na Toscana em um cenário internacional há mais ou menos 35 anos, quando a família Biondi-Santi, um produtor líder, apresentou alguns de seus vinhos mais antigos para escritores. Suas safras de 1888 e 1891 ainda eram boas de beber, estando em ótima forma na taça.

Atualmente, o Brunello di Montalcino é um DOCG, considerado uma dos melhores e mais longevos vinhos. A maioria é caro, mas existem alguns “Bons e Baratos”.

O vinho leva o nome da cidade de Montalcino, uma fortaleza murada ao sul da área de Chianti. O brunello di Montalcino vem de um clone especifico, ou cepa, de Sangiovese, a uva de Chianti. Normalmente é um vinho extremamente concentrado e tânico, que exige envelhecimento por mais de 20 anos, quando feito pelo método tradicional e beneficia-se com várias horas de aeração ante de ser servido. Ultimamente, alguns produtores estão elaborando um estilo mais acessível (moderno) de Brunello, macio, que você pode consumir mais novo, gerando muito prazer na taça.

Avaliação Pessoal: ST (91)
- Brunello di Montalcino 2006 BoscoselvoItália – Vinícola: Sensi - 100% Sangivese Grosso – 100% Sangivese Grosso – Importadora Da ConfrariaR$ 149,00 (Promocional)

  • Esse vinho representa como falei acima em um Brunello com estilo moderno, pronto para o consumo.
  • Visual granada com reflexo alaranjado, límpido e brilhante. No nariz apresenta notas complexas lembrando ervas, ameixa, pitanga, chocolate branco, madeira nobre e uma baunilha sutil muito agradável. O paladar é macio, médio corpo, com grande harmonia entre a acidez e o teor de álcool, retrogosto confirmando o nariz, com final longo. Bastante prazeroso, não cansa o paladar. Meditação!

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