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Archive for the ‘ Bom e Barato ’ Category

O vinho da semana é o XYLO 2011, um blend de 60% Bonarda, 25% Syrah e 15% Tempranillo, sem passagem por madeira, proveniente da região de Mendoza na Argentina, elaborado enólogo suíço Hubert Weber, que também é o responsável pelos encantadores vinhos da Bobega y Cavas de Weinert. O XYLO foi eleito pelo Guia Descorchados como o melhor Blend na categoria “Super Custo Beneficio do Ano“.

Na taça mostrou um visual rubi claro, aroma limpo e fresco de frutas vermelhas com destaque para cereja. Paladar leve e fresco, bom equilíbrio entre maciez, taninos e acidez. Às cegas falaria ser um Pinot Noir. Bom vinho gastronômico para o dia a dia. R$ 35 na .

Uma das perguntas mais frequentes no mundo de baco é: Vinho quanto mais caro melhor? A resposta nem sempre é positiva. Somente preço alto não é garantia de qualidade, e de que seja superior a outro de menor valor. A curiosidade sim é um fator relevante. Eu mesmo Já tive várias surpresas em degustações às cegas (quando não sabemos que rótulo está provando), que vinhos cinco vezes mais baratos foram superiores no acender das luzes. Essa sem dúvida é a melhor opção, vinhos agradáveis, que nos entregam uma boa relação custo x beneficio. O bolso agradece.

A nosso favor conta a variedade e a oferta de vinhos no mercado brasileiro que é cada vez maior. Sem dúvida, trata-se de uma excelente notícia. Nada melhor do quer poder escolher à vontade. Isso também revela que cada vez mais pessoas estão adotando o hábito saudável e prazeroso de consumir vinhos. Todos nós percebemos que nesse mundo a grandiosidade impera e os consumidores não estão presos a uns poucos rótulos. Diante das múltiplas opções, o que fazer, o que escolher, que rótulo comprar, com tantas novidades que chegam ao mercado?         

Pensando em ajudar os leitores, elaborei uma seleção inédita com oito rótulos, e preços mais acessíveis, de 45 até 75 reais. Por isso o ineditismo. As escolhas foram baseadas provas realizadas recentemente e em experiências pessoais que valeram para reforçar a ideia de que nem sempre preço é sinônimo de qualidade e que é possível sim encontrar vinhos agradáveis a bons preços.

Busquei ainda formar uma seleção a mais universal possível, representativa da maior quantidade dos diversos países produtores, bem como estilos de vinhos diferentes: espumantes, brancos, rosé e tintos. Sem me esquecer de contemplar os vinhos brasileiros, que têm crescido em qualidade, e cada vez mais conquistando seu lugar ao sol nessa faixa de preço. Não faz sentido deixar de lado rótulos e produtores com uma seleção apenas de importados. Merecem todo o aplauso. Os leitores precisam saber disso.  

Confira abaixo os escolhidos e prove para tirar suas próprias conclusões. Saúde! 

Cava Cristalino Brut – Espanha – www.buywine.com.br – R$ 45,90

  • Cava é o termo oficial para o vinho espumante de método tradicional produzido na Espanha. Um corte de três castas de uvas nativas, a Parellada, que dá uma textura cremosa e peso, a Xare-lo, que confere complexidade e o Viura, chamada localmente de Macabeo, que dá uma acidez refrescante.

QPA Vinho Verde Loureiro 2012 – Portugal – Espaço DOC – 49,00 

  • Excelente oportunidade de provar um branco coma a uva Loureiro. Aromáticos, lembra frutos de polpa branca, como maçã e pera. Acidez média, na boca á macio, refrescante e de final prolongado. 

Pizzato Legno Chardonnay 2013 – Brasil – www.pizzato.net – R$ 59

  • Delicioso e surpreendente Chardonnay brasileiro. Complexo, com notas frutas tropicais maduras, manteiga, baunilha e mel. Paladar gordo, com boa acidez e concentração de sabor.  

Garofoli Anfora Verdicchio dei Castelli di Jesi DOC Classico 2011 – Itália – R$ 46 – Grand Cru

  • Cultivada principalmente na região de Marche (Itália), a uva autóctone branca Verdicchio, tem o seu nome vindo da palavra verde, referência a coloração amarelo esverdeado. É bastante fresco, com notas minerais, e frutadas.

LOpale de La Presquile de Saint Tropez 2011 – França ( Provance) – www.viavini.com.br – r$ 69

  • Delicioso rosé da Provance, equilibrado, com muita mineralidade e aromas vibrantes de frutas vermelhas e ricas notas de especiarias. Frescor, leveza, suculência e preço justo.

Almaúnica Reserva Syrah  2010 – Brasil – www.almaunica.com.br - R$ 50

  • Um Syrah brasileiro para quebrar o preconceito. Visual púrpura profundo com paladar encorpado, intenso e longo. Complexo com notas e sabores de especiarias, frutas escuras maduras, couro e alcatrão, além dos “empireumáticos”, tostado e defumado.

Chono Single Vineyard Carménère 2012 – Chile – www.wine.com.br - R$ 75

  • O melhor Carménère que já provei nessa faixa de preço. Aroma muito agradável, com notas de frutas e vegetais sem excessos. Pode não ser complexo, mas agrada de início ao fim. Fácil e beber e de gostar. Macio, fresco, sedoso, com taninos finos e que deixa na boca uma sensação gostosa. 

La Moras Reserva Malbec 2011 – Argentina – Dz empório – R$ 56

  • Elaborado pelo melhor produtor de San Juan. O tipo de vinho perfumado, com toques de chocolate, café e também de frutas negras. Na boca, elegante e charmoso. Pode melhorar um pouco com o tempo, mas já está pronto para o consumo. 

O crítico Joshua Greene, editor da revista norte-americana Wine & Spirits listou os 50 melhores vinhos portugueses. São eles:

  • Adriano Ramos Pinto, Collection 2009, tinto, Douro
  • Aliança, Quinta da Dôna 2009, tinto, Bairrada
  • Anselmo Mendes Vinhos, Contacto 2012, branco, Vinho Verde
  • Casa de Mouraz, Encruzado 2012, branco, Dão
  • Casa de Mouraz, Elfa 2010, tinto, Dão
  • Casca Wines, Monte Cascas Malvasia 2011, Branco, Colares
  • Duorum Vinhos, Reserva Vinhas Velhas 2009, tinto, Douro
  • Enoport United Wines, Quinta do Boição Reserva 2012, branco, Bucelas
  • Folias de Baco, Olho no Pé Grande Reserva 2008, tinto, Douro
  • Fonseca Porto Vintage 2011
  • FTP Vinhos, Quinta do Serrado Reserva 2009, tinto, Dão
  • Herdade de Vale Barqueiros Reserva 2008, tinto, Alentejo
  • Herdade do Esporão Reserva 2010, tinto, Alentejo
  • Herdade do Esporão Verdelho 2012, Alentejo
  • Eminência 2010, branco, Vinho Verde
  • João Brito e Cunha, Quinta de S. José Touriga Nacional 2011, tinto, Douro
  • Jorge Moreira, Poeira 2010, tinto, Douro
  • Jose Maria da Fonseca, Domingo Soares Franco Colecção Privada Moscatel Roxo 2012, P. de
  • Setúbal
  • Luís Pato, Vinha Pan, 2009, Bairrada
  • Lusovini, Pedra Cancela Seleção do Énologo 2010, tinto, Dão
  • Madeira Wine Company, Blandy’s Colheita Bual 1996, Madeira
  • Monte da Ravasqueira, Vinha das Romãs 2010, tinto, Alentejo
    Muxagat 2011, tinto, Douro
  • Niepoort Vinhos, Batuta 2010, tinto, Douro
  • Niepoort Vinhos, Porto Vintage 2011, Douro
  • Quinta da Alorna, Portal da Águia 2009, tinto, Tejo
  • Quinta da Lixa, Aromas das Castas Alvarinho Trajadura 2012, branco, Vinho Verde
  • Quinta da Plansel, Marquês de Montemor Colheita Seleccionada Touriga Franca 2010, tinto,
  • Alentejo
  • Quinta da Ponte Pedrinha Vinhas Velhas 2007, tinto, Dão
  • Quinta da Sequeira Reserva 2008, tinto, Douro
  • Quinta das Bágeiras Garrafeira 2009, tinto, Bairrada
  • Quinta das Bágeiras Garrafeira 2004, branco, Bairrada
  • Quinta de Chocapalha Arinto 2011, branco, Lisboa
  • Quinta de Chocapalha 2008, tinto, Lisboa
  • Quinta de Gomariz Avesso 2012, branco, Vinho Verde
  • Quinta de Paços Casa do Capitão-mor 2011, branco, Vinho Verde
  • Quinta do Noval 2008, tinto, Douro
  • Quinta do Pinto Estate Collection 2011, tinto, Alenquer
  • Quinta do Portal Reserva 2008, tinto, Douro
  • Quinta do Sagrado, Mutante 2007, tinto, Douro
  • Quinta Seara d’Ordens TalentVs Grande Escolha 2010, tinto, Douro
  • Rui Reguinga Enologia, Terrenus 2011, Alentejo
  • Secret Spot Wines, Vale da Poupa Moscatel Galego 2012, branco, Douro
  • Soalheiro Alvarinho 2012, branco, Vinho Verde
  • Soalheiro Primeiras Vinhas 2012, branco, Vinho Verde
  • Sogevinus Fine Wines, Burmester Tordiz 40 anos, Porto Tawny
  • Solar das Bouças Loureiro 2012, branco, Vinho Verde
  • Symington Family Estates, Graham’s Single Harvest 1969, Porto Tawny
  • Vidigal Wines, Brutalis 2010,tinto, Lisboa
  • Wine & Soul, Quinta da Manoella Vinhas Velhas 2010, tinto, Douro

O que é um vinho bom e barato? Esse é o dilema constante do amante do vinho. Como obter o máximo de retorno para o nosso bolso? Para nos ajudar, a Wine Enthusiast Magazine, criou o Top 100, uma lista anual Best Buy. Por mais que alguns critiquem, e sabendo que gosto é pessoal, é inegável o serviço prestado por estas revistas, encurtando o nosso caminho para um bom vinho.

Os vinhos listados têm seus preços no varejo sugeridos de até US $ 15 ou menos, e são todos rotulados como Best Buys, ou seja, cada um possui uma relação qualidade e preço excelente. Foram analisados mais de 17.000 vinhos ao longo dos últimos 12 meses, premiando como Best Buy apenas 1.134 (cerca de 6,7%). 

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buys for 2012

Elaborado pela Bodega Ntra.Sra. del Rosario em Castilla-La Mancha, uma região com tradição na produção de vinho na Espanha, o Canforrales Classico 2010 é um vinho tinto feito com 100% da uva Tempranillo, BOM E BARATO.  Não passa por madeira, é fermentado em inox onde passa pelo processo de micro oxigenação. Essa técnica que envolve a injeção de quantidades minúsculas e controladas de oxigênio durante ou após a fermentação, imita o que os vinhos tintos envelhecidos em barril recebem quando amadurecem na madeira e, desta forma, ajuda a desenvolver taninos mais suaves e uma cor mais estável sem qualquer utilização de carvalho.

La Mancha é uma área ideal para o cultivo de uvas, resultando em um pequeno rendimento por hectare. Além disso, a saúde de suas vinhas é extraordinária, devido às longas horas de sol que recebem em seu amplo ciclo de amadurecimento.

A versatilidade da sua terra permite apresentar uma grande variedade de uvas de todo o mundo sem problemas, complementando as uvas autóctones Airen e Tempranillo, cuja qualidade tem permitido as vendas crescerem de forma constante nos últimos anos. 

Para que não sabe, La Mancha é a maior região de vinho do mundo, com cerca de 450.000 hectares de vinhas dentro da sua área de produção, dos quais cerca de 165 mil são capazes de produzir vinhos com “denominação de origem”.

Avaliação Pessoal: ST (88) – Espanha – 100% Tempranillo – Ville du Vin – R$ 49,00

Tinto jovem, sem madeira, gostoso, marcado por fruta intensa (framboesa, groselhas). Paladar fresco, com uma textura aveludada. Um vinho redondo que se bebe com facilidade.

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O crítico de vinhos Marcelo Copello, um dos maiores do país, listou na Revista Baco desse mês, 207 vinhos brancos e tintos de 11 países, de 27 importadores, R$ 20 a R$ 59 reais. Estes vinhos estão disponíveis em nosso mercado e os preços são os praticados no varejo. Não fizeram parte dessa lista, espumantes, rosés, doces, fortificados e brasileiros, que serão contemplados em uma “megaprova” na edição seguinte, dividida em 17 categorias. O blog Vivendo a Vida listou abaixo os 21 vinhos
(vencedores de cada categoria) do total de 207. Para ver a lista completa é só comprar a revista, a edição nº3 já está nas bancas. Veja abaixo:

Categoria Novo Mundo (Brancos):

(Sauvignon Blanc): Montes Selección Limitada Sauvignon Blanc 2010, Leyda Valley, Chile – U$$ 28,00
– www.mistral.com.br

(Chardonnay): Indómita Chardonnay Gran Reserva 2011, Casablanca Valley, Chile – R$ 37,30
– www.barrinhas.com.br

(Torrontés): Colomé Torrontés 2011, Hess Family, Salta Argentina – R$ 48,00
– www.decanter.com.br

(Riesling): Long Row Riesling 2008, South Australia – R$ 55,00
– www.worldwine.com.br

Categoria Novo Mundo (Tintos):

(Cabernet Sauvignon): Clava Reserve CS 2010, Viña Quintay, Maipo Valley, Chile – R$ 59,00
– www.twimportadora.com

(Malbec): Las Moras Black Label Malbec 2008, San Juan, Argentina – R$ 58,00
– www.decanter.com.br

(Syrah): Clava Coastal Reserve Syrah 2011, Viña Quintay, Casablanca Valley, Chile – R$ 59,00
– www.twimportadora.com

(Outras Castas): Cono Sur Reserva Pinot Noir 2010, Cono Sur, Casablanca Valley – R$ 48,00
– www.brown-forman.com

(Cortes Tintos): Alta Vista Atemporal Blend 2008, Alta Vista, Mendoza, Argentina – R$ 56,00
– www.epice.com.br

(Cortes Tintos): Antawara Blend Syrah/Carignan 2009, Mosaique Wines, Maule Valley – R$ 47,50 – www.viníssimo.com.br

Categoria Velho Mundo (Brancos e Tintos):

(Portugal Branco): Verdelho 2009, Herdade do Esporão, Alentejo – R$ 55,80
– www.qualimpor.com.br

(Portugal Tinto): José de Sousa 2009, José Maria Fonseca, Alentejo – R$ 59,00
– www.aurora.com.br

(Portugal Tinto): Flor de Crasto 2010, Quinta do Crasto, Douro – R$ 53,55
– www.qualimpor.com.br

(Espanha Branco): Inurrieta Orchidea Sauvignon Blanc 2010, Bodega Inurrieta, Navarra – R$ 56,50
– www.b-cubo.com

(Espanha Tinto): Carramimbre Roble 2009, Bodegas Pingón, Ribera del Duero – R$ 59,90
– www.vinhosdomundo.com.br

(Itália Branco): Laicale Chardonnay 2008, Apollonio, Puglia – R$ 52,00
– www.casadovinho.com.br

(Itália Tinto): Terragnolo Negroamaro 2003, Puglia – R$ 58,00
– www.casadovinho.com.br

(Itália Tinto): Monna Nera 2007, Tenuta di Capezzana, Toscana – US$ 27,50
– www.mistral.com.br

(França Branco): Les Clos des Reynon 2010, Denis Dubourdieu, Bordeaux – R$ 54,00
– www.portoaporto.com.br

(França Tinto): Domaine Galtier 2006, Jean & Lise Carbonne Vignerons, Coteaux du Languedoc – R$ 47,00
– www.testevin.com.br

(França Tinto): La forge Estate Cabernet Sauvignon, Dommaine Paul Mas, Languedoc – R$ 56,35
– www.decanter.com.br

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Cultivada principalmente na região de Marche (Itália), a uva autóctone branca Verdicchio, tem o seu nome vindo da palavra verde, referência a coloração amarelo esverdeado que seus vinhos podem apresentar no seu visual. É considerada uma das mais importantes variedades da Região de Marche.

Geralmente, tem como característica uma acidez elevada chegando ao paladar com notas cítricas. Boas safras, que são difíceis de acontecer devido à instabilidade de resultados da uva, podem apresentar sabores de limão e notas amendoadas. É utilizada também como base na produção de espumantes.

Documentos históricos mostram sua presença desde o século XIV.

O vinho Garofoli Anfora “Verdicchio” dei Castelli di Jesi DOC Classico 2011, foi mais uma agradável surpresa do Grand Cru Tasting, apresentando uma ótima relação custo X beneficio na taça. A referencia “clássico” na garrafa é reservada aos vinhos da zona mais antiga de produção, em Castelli di Jesi.

Avaliação Pessoal: Verdicchio dei Castelli di Jesi DOC Classico 2011 – 100% Verdicchio – Inox – 12% – Itália –Marche – R$ 38,00 – ST (90) – Grand Cru

Aromas de frutas brancas, leve floral, muito mineral e um leve toque de grama cortada no final, que não chega a incomodar. Na boca tem bom corpo, confirma as notas do nariz, acidez viva, gerando bastante frescor. Vale muito a pena conhecer!

Harmonização: Acompanha peixes, comida japonesa, saladas verdes com molho cítrico.

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Você sabia que na Alemanha (como na Áustria) o vinho espumante é chamado de Sekt? Por lá cerca de 800 vinícolas elaboram aproximadamente 500 milhões de garrafas de Sekt por ano. Só pode ser rotulado como Deutscher Sekt se suas uvas forem 100% cultivadas na Alemanha, no qual pode se encontrar poucos vinhos de qualidade. Quase a totalidade dos Sekt, de produção industrial é vendida muito barato com um nome de marca. Somente o Sekt de propriedade (Winzersekt), elaborado em pequena produção, por pequenas propriedades, é vendido por um preço elevado. Há um número crescente de Sket finos sendo elaborados com Pinot no Sul da Alemanha.

O vinho degustado foi o Zähringer SektEdelgräfler Brut 2010, foi enviado pelo clube de vinhos winelands, um Blanc de Blancs (somente uvas brancas) elaborado com as uvas Pinot Blanc, Chasselas e Johanniter, pelo método Champenoise, onde a segunda fermentação ocorre em garrafa, neste caso, permaneceu por 9 meses amadurecendo junto das leveduras “Sur Lie”.

Avaliação pessoal: Alemanha – Baden – 12% – Produtor (Weingut Zäringer) – Pinot Blanc, Chasselas e Johanniter – Importador: Clube de Vinhos Winelands – ST (87)

Visual amarelo palha de média intensidade, perlage de tamanho médio e persistente. Boa intensidade aromática, abacaxi e cítrico, além de toques florais, um defumado intrigante, evoluindo para um mineral no final. O paladar apresenta uma acidez moderada, com corpo médio e um leve dulçor. Persistência média, sem amargor final.

Harmonização: pode ser degustado sozinho como aperitivo ou acompanhando alguns canapés, mas torna-se perfeito com frutos do mar como as ostras e mariscos além da comida japonesa. É um espumante próprio para ser apreciado com temperatura entre 6ºC e 8ºC.

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Dando prosseguimento à coluna “Bom e Barato“, falo hoje sobre o vinho italiano de entrada do produtor Talenti, elaborado com as uvas internacionais, Merlot, Cabernet e Petit Verdot, de cinco hectares exclusivos na Toscana, o Talenti Zirlo IGT 2011.

No sul de Montalcino, no povoado de San Angelo in Colli, se encontra Pian de Conte, sede da Talenti, uma bela e antiga construção, ao lado do Rio Orcia. Em 1980 Pierluigi Talenti comprou esta propriedade que o fascinava há longo tempo e atualmente cultiva com 20 hectares de Sangiovese Grosso e outras uvas típicas, além de um pequeno bosque de oliveiras. Seu neto Ricardo é hoje o grande comandante da vinícola.

“Talenti” Zirlo IGT 2011 – Merlot, Cabernet, Petit e Verdot – Itália – Toscana – R$ 39,00 – ST (90)
Importador: Grand Cru

  • Aromas de frutas vermelhas, floral e notas de especiarias. Na boca apresenta bom equilíbrio, corpo médio e taninos jovens. Um bom vinho agradável, fácil de beber e com um ótimo preço. Harmoniza bem com massas de molhos com média intensidade.

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A importadora Capixaba
Da Confraria promoveu em sua sede, ontem, 30 de Julho (segunda-feira), uma degustação com 12 vinhos. O evento foi voltado para o lançamento oficial da linha de vinhos chilenos
François Lurton Hacienda Araucano, tudo comandado pelo sommleier Cleber Alves, que descreve um pouco sobre a importadora e a vinícola no vídeo acima.

A vinícola acabou de receber o certificado de “vinhos biodinâmicos”, que nada mais é que a valorização do solo e da planta em seu habitat natural, através do uso de preparações e compostos de origem vegetal, animal e mineral (parte biológica), em épocas precisas, levando em conta as influências astrais e os ciclos da natureza (parte dinâmica).

A família Lurton tem vinho nas veias: dois patriarcas, irmãos, geraram uma descendência de cerca de 15 viticultores, enólogos, négociants, enfim: uma geração inteira dedicada ao vinho. Jacques e François, filhos de André Lurton, uma lenda em Bordeaux. Sempre tiveram idéias revolucionárias para os padrões conservadores franceses,fazem experimentos com uvas pouco tradicionais em regiões novas, defendem o uso do Screwcap, lançam mão de design arrojado misturado à cultura regional para promover seus vinhos. Iniciaram suas carreiras como consultores, trabalhando ao redor do mundo como flying winemakers. Sua experiência internacional rendeu-lhes contatos e uma interessante noção sobre a geografia vinícola de diversos países, onde começaram gradualmente a realizar sua produção própria. Decidiram então produzir vinhos de qualidade, mas com preços acessíveis, recorrendo a regiões secundárias em ascensão em países como o Chile, a Argentina e a Espanha, além de estabelecer parcerias com produtores no Uruguai, Austrália e Portugal.

Credito da foto acima: Arismario OLiveira

A turma escalada para avaliar os vinhos: Em pé; Sidney Santiago, André Andrès, Leonardo Conick (proprietário), eu, Tom (restaurante Timoneiro) e seu amigo. Sentados; Fred, Julio Lemos (Papaghut), Elvecio Faé (diretor ExpoVinhos Vitória), a Premier Sommelier Sonia Aiello, Cleber Alves e Rafael Dias (Espaço D.O.C).

Os vinhos na taça surpreenderam, em sua maioria apresentaram uma ótima relação custo beneficio com preços que vão de 29,00 a 329,00. O destaque em minha opinião ficou com os vinhos mais baratos, já que os mais caros tinham a obrigação de ser bom. Dos 12 vinhos 4 classifico como “Bom e Barato”.

Vinho Branco Kawin Sauvignon Blanc 2011 – Chile – 100% Sauvignon Blanc – Vale Central (Vale Casablanca, Curicó e Lolol) – 12,5% – R$ 29,00
ST (88)
– “Bom e Barato

A melhor relação custo x beneficio da noite, este SB, mostrou na taça aromas típicos de frutas tropicais e um leve herbáceo. O paladar é leve, frutado, acidez equilibrada e refrescante. Um vinho fácil de beber e entender a sua proposta. Ótima compra.

Vinho Branco – Araucano Sauvignon Blanc 2011 – Chile – 100% Sauvignon Blanc – Vale do Lolol – Vale do Colchágua - 12,5% – R$ 69,00ST (86)

Esse outro SB que 5% é fermentado em barrica, mostrou mais acanhado no nariz, menos exuberante que o primeiro. O paladar é cremoso, menos frutado, com mais características minerais, bom equilíbrio, boa acidez, com final agradável.

Vinho Branco GRAN ARAUCANO CHARDONNAY 2007 – Chile – 100% Chardonnay – Vale do Colchágua – 14% – R$ 129,00ST (88)

O Chardonnay mostrou aquele “encanto de degustação”, visual amarelo ouro, límpido, brilhante, aromas bastante intenso, lembrando manteiga de pipoca, mel, damasco, baunilha. O paladar e gordo, frutado, boa acidez, porém pecou no equilíbrio, a madeira poderia ter menor destaque, escondeu um pouco a fruta. Uma questão de gosto pessoal.

Vinho Tinto Kawin Cabernet Sauvignon 2010 – Chile – 100% Cabernet Sauvignon – Vale Central – 13% – R$ 29,00ST (86)

Vinho que atende sua proposta, leve, frutado, sem maior pretensão, excelente opção para festa.

Vinho Tinto ARAUCANO RESERVA CABERNET SAUVIGNON 2009 – Chile – 100% Cabernet Sauvignon – Vale do Colchágua – 14% – R$ 49,00
ST (88)
– “Bom e Barato

O CS reserva já mostra uma maior complexidade, aromas de pimenta do reino moída na hora, frutas negras e vermelhas. Paladar mostrou taninos firmes, bom corpo, frutado e uma acidez adequada. Ótima opção para um churrasco.

Vinho Tinto ARAUCANO RESERVA CARMENÉRE 2010 – Chile – 100% Carmenére – Valle de Colchagua – 13,5% – R$ 49,00
ST (87)
– “Bom e Barato

O Carmenére também me agradou, notas típicas de pimentão, especiarias e frutas vermelhas. O paladar é frutado, bom corpo, boa acidez e uma boa persistência.

Vinho Tinto ARAUCANO RESERVA PINOT NOIR 2010 – Chile – 100% Pinot Noir – Vale Central – 13,5% – R$ 69,00ST (88)

Muito morango maduro, groselha e cereja. Paladar fresco, corpo leve, fácil de beber e de agradar.

Vinho Tinto HUMO BLANCO 2008
- Chile – 95% Pinot Noir e 5% Syrah – Vale do Lolol – 15,5% – R$ 109,00ST (90)

Mais contido no nariz, porem com uma boca deliciosa, cremoso, frutado, madeira muito bem colocada, equilibrado e um final longo.

Vinho Tinto ARAUCANO RESERVA SYRAH 2011 – Chile – 100% Syrah – Valle de Colchagua – 14,5% – R$ 65,00
- ST (88) – “Bom e Barato

Vinho bastante agradável, muito redondo, pronto, fruta docinha, um verdadeiro “vinho feminino”.

Vinho Tinto CLOS DE LOLOL 2009 – Chile – 38% Carmenere, 28% Cabernet – Sauvignon, 20% Syrah, 14% Cabernet Franc – Vale do Lolol – 18 meses em barricas de segundo uso – 14,5% – R$ 109,00ST (90+)

Esse corte apresentou notas de anis, floral e frutas vermelhas. O paladar tem bom corpo, taninos finos, boa acidez e boa persistência final.

Vinho Tinto GRAN ARAUCANO CABERNET SAUVIGNON 2009 – Chile – 100% Cabernet Sauvignon – Vale do Colchágua - 18 meses em barricas (70% novas, 30% de segundo uso) – 14,5% – R$ 149,00ST (90+)

A primeira nota no nariz foi a ade azeitona preta, que se dissipou abrindo muita fruta, ameixa, goiaba e um fundo de baunilha. O paladar é denso, boa acidez, gerando um frescor agradável, frutado, leve mineral, com um final agradável.

Vinho Tinto ALKA CARMENERE 2009 – Chile – 100% Caemenére – Vale do Colchágua – 18 meses em barricas de carvalho – 15% – R$ 329,00ST (92+)

Com toda a obrigação de ser bom, Alka, o TOP da vinícola, apresentou notas exuberantes no nariz, café torrado, caixa de charuto, madeira nobre, fruta vermelha e baunilha. O paladar confirma a qualidade e as notas do nariz, muito cremoso, frutado, equilibrado, precisando de uns anos em garrafa para apresentar maior complexidade. Belo vinho!

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