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Archive for the ‘ Portugal ’ Category

É isso mesmo meus amigos, quem pode, pode. O Marcus Teixeira proprietário da Cantina do Bacco em Vitória acaba de lançar o seu vinho próprio, Teixeira Marcus Douro DOC branco e tinto. Os vinhos foram produzidos pela vinícola portuguesa do Douro, Quinta da Pedra Alta, no qual viram 450 caixas para o Brasil. O branco é uma corte de Malvasia Fina, Gouveio e Vinhosinho, passa por 5 meses em inox e mais 1 em garrafa. Na taça é um vinho fresco, agradável, com boa fruta e uma manteiguinha na medida. O tinto é um corte Touriga Nacional 30%, Touriga Franca 20%,Tinta Barroca 20% e Tinta Roriz 30%, estagiou barricas de carvalho americano durante 6 meses. Um vinho bastante frutado, jovem, com taninos firmes, ideal para refeições condimentadas. Os vinhos custam 39,00 na loja e 49,50 reais no restaurante. Vale a pena conhecer!

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Alfredo Gerszt Nogueirinha (Vendas/ES), Claudio Vello (Gerente Comercial Barrinhas), Claudio Moreira (Presidente Barrinhas) e Antonino Pires Barbosa (Presidente Adega de Monção)

Considerado o terceiro consumo per capita de vinho do país, o Espirito Santo, mais precisamente Vitória, entra de vez na rota dos grandes eventos de vinho, chamando atenção das vinícolas estrangeiras, nacionais e de importadoras aqui fixadas.

A convite da importadora Barrinhas participei na noite de ontem de um jantar harmonizado com os vinhos verdes da Adega da Monção. O evento foi conduzido pelo produtor, Sr. Antonino Pires Barbosa, que veio de Portugal especialmente para o evento, que pela primeira vez visita a nossa cidade. O local escolhido para a degustação não podia ser outro, o restaurante Porto do Bacalhau, que serve o melhor da gastronomia portuguesa. Dentre os preparos, destaque para o bacalhau lombo (divino), que foi harmonizado com os vinhos brancos e o carré de porco, para o tinto.

Fundada em 1948, por iniciativa de 25 vinicultores, está localizado na região demarcada dos Vinhos Verdes, extremo nordeste de Portugal, bem na divisa com a região de Rias Baixas na Espanha. A região é bastante verdejante por causa do Oceano Atlântico, uma teoria por traz do nome do vinho. Existem no mercado dois estilos de Vinho Verde, o primeiro meio-seco de qualidade média, ficando melhores se servido frio. O outro, mais caro, são varietais feitos a base de uva Alvarinho, Loureiro ou Trajadura. Eles são mais complexos, mais secos e concentrados, considerados os melhores brancos de Portugal.

O grande destaque da noite foi conhecer em primeira mão, o Alvarinho Estagiado, que passou 4 meses em barricas. Em Portugal já não é novidade, a casta Alvarinho fermentado ou estagiado em madeira tem alcançado resultados bastante animadores.

Vinhos da noite: A maior qualidade do Vinho Verde é o seu frescor (acidez), sendo um ótimo parceiro para uma refeição.

Adega Monção branco – Alvarinho e Trajadura – 11,5% – ST (84) – Preço médio R$ 23,00

  • Visual amarelo translucido, brilhante, com reflexos verdes. Aromas frutas brancas, floral e cítricos. Seco, boa acidez, álcool equilibrado, corpo leve, persistência curta.

Muralhas de Monção – Alvarinho e Trajadura – 12,5% – ST (88) – Preço médio R$ 39,90 – “Bom e Barato

  • Visual amarelo-palha com reflexos verdes. Nariz apresentou boa intensidade, frutas brancas maduras (maçãs e peras), floral e notas cítricas. O paladar é macio, ótima acidez, equilibrado, corpo médio, e boa persistência final.

Alvarinho Deu La Deu – 100% Alvarinho – 13% – Preço médio R$ 76,00

  • Visual amarelo-palha, nariz de média intensidade, notas de frutas brancas maduras, flor de laranjeira, mineral. O paladar é seco, boa acidez, equilibrado, corpo médio, com média persistência final.

Bacalhau para harmonizar com dois brancos, perfeito casamento.

Alvarinho Deu La Deu “Estagiado” em casco de carvalho (4 meses) – 100% Alvarinho – ST (90) – 13% – Preço médio R$ 129,00

  • Uma beleza de vinho, com breve passagem em madeira, conferindo outras nuances, ampliando o nível de aromas e sabores, a verdadeira harmonia entre fruta e madeira, resultando em maior complexidade, retirando-lhe alguma austeridade, mas ao mesmo tempo tornando mais nobre. Visual amarelo-palha. Nariz intenso, notas de coco, frutas brancas maduras, floral e cítricos. Paladar untuoso, boa acidez, álcool equilibrado, com boa persistência. Madeira não sobrepõe a fruta.

Adega de Monção Vinho Verde Tinto – Alvarelhão, Pedral e Vinhão – 10,5% – ST (83) – Preço médio R$ 23,00

  • Um vinho realmente difícil, levemente frisante, com aroma vinoso, bastante acido, necessitando de uma prato gorduroso para balancear e ai mostrar a que veio. Confesso não ser a minha praia, porém é uma bela aula.

Carré de porco com linguiça…ajudou muito o tinto.

Muralha de Monção Rosé – Alvarelhão, Pedral e Vinhão – 11,5% – ST (86) – Preço médio R$ 39,90

  • Salmão escuro, concentrado, nariz de boa inensidade, com notas de frutas vermelhas e especiarias. Paladar fresco, alegre, boa acidez, leve carga tânica, sabores confirmando o nariz com persistência média.

Alguns participantes:

Antonino, Vanderlei Martins (Carone) e Claudio Vello

Antonino, Helio Massoni (Enótria) e Claudio Vello

Sr. Rui e Gil (Casa do Porto)

Laucimar (Sup. Perim) e Antonino

Luiz Paulo e Antonino

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O produtor português Carlos Campolargo, fala ao blog Vivendo a Vida durante o Encontro Mistral, sobre a volta da elaboração de um vinho com a uva Pinot Noir na Bairrada, muito interessante, assista o vídeo acima. O Campolargo Pinot Noir 2008 é elaborado com uvas de vinhedos próprios, tem a sua vinificação feita fermentação em pequenos lagares, com pisa manual ou mecânica. Estagia por 14 meses em barricas usadas. Em alguns anos específicos, se adiciona um pouco de baga. Gostei, fruta mais contida, elegante, vale a pena conhecer. Custa 123,00.

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Em minha recente visita ao Rio de Janeiro em virtude do Encontro da importadora Mistral, não podia deixar de visitar mais uma vez a churrascaria Porcão Rio´s, que continua muito boa. Por lá, aproveitei para gravar um pequeno vídeo com o Sommelier Paulo Moraes, que falou um pouco sobre a variedade da carta, suas opções de preço, e também do serviço do vinho, o valor da rolha.

Uma novidade é lançamento de um vinho exclusivo, o Andrezza Garrafeira Porção 2005, R$ 160,00. Edição limitada, produzido pela empresa Lua Cheia, em Vinhas Velhas. Criada pelos enólogos João Silva e Souza, Francisco Batista e pelo empresário Manuel Dias. A harmonização indicada é com o fran rack, que nada mais é a asinha da paleta do cordeiro e com bife de chorizo ou bife de ancho.

Eliezer Orso é o sommelier executivo da rede Porcão.

Avenida Infante Dom Henrique, s/nº Aterro do Flamengo

TELEFONE: (21) 3461-9020

Cartões: visa, mastercard, american express, dinners, redeshop, visa eléctron

Estacionamento: gratuito, com manobrista

Horário: Segunda a sábado, 12h à 0h; domingo, 12h às 23h – Preço: 96,00

Site: http://www.porcao.com.br

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Mais um belo vinho evoluído na taça. Desta vez foi o Quinta da Bacalhôa 1985, um verdadeiro sobrevivente da era “pré-Parker“, leve, frutado e inteiro. Causou muita curiosidade por durar tanto tempo, mesmo apresentando baixo teor alcoólico, 11,5%, teoricamente
um dos fundamentos para uma boa evolução.

Bacalhôa Vinhos de Portugal, fundada em 1922, sob a designação João Pires & Filhos, fez um longo percurso, afirmando-se como um dos mais inovadores produtores de vinhos em Portugal. 

A atividade da empresa começou por ser a produção de vinhos com uvas da região de Palmela. No decorrer da década de 70, a Bacalhôa Vinhos de Portugal criou um novo dinamismo, através de uma aposta forte nas mais modernas técnicas de viticultura e enologia, criando novos paradigmas no panorama nacional da produção de vinhos de qualidade. 

Situada no litoral Oeste a Sul de Lisboa (Terras do Sado), é nesta região vitivinícola que se produz o famoso e tão apreciado Moscatel de Setúbal.

Esta região pode dividir-se em duas zonas orográficas completamente distintas: uma a Sul e Sudoeste, montanhosa, formada pelas serras da Arrábida, Rosca e S. Luís, e pelos montes de Pai meia, S. Francisco e Azeitão, estes recortados por vales e colinas, com altitudes entre os 100 e os 500 m. A outra, pelo contrário, é plana, prolongando-se em extensa planície junto ao rio Sado.

O clima é misto, subtropical e mediterrânico. Influenciado pela proximidade do mar, pelas bacias hidrográficas do Tejo e do Sado, e pelas serras e montes que se situam na região, tem fracas amplitudes térmicas e um índice pluviométrico que se situa entre os 400 a 500 mm.

Os solos são argilo-arenosos ou franco-argilo-arenosos, calcários com ligeira alcalinidade, alguns deles compactos e férteis.

A qualidade dos vinhos desta região justificou o reconhecimento das Denominações de Origem Controladas “Setúbal” para a produção do vinho generoso, e “Palmela“, na qual, para além dos vinhos branco e tinto, se inclui também a produção de vinho frisante, espumante, rosado e licoroso.

O Vinho Regional “Terras do Sado” produz-se em todo o distrito de Setúbal.

Vinho:
Quinta da Bacalhôa 1985

Primeira Safra: 1979

País: Portugal

Produtor: Bacalhôa Vinhos de Portugal

Região: Terras do Sado

Uvas: Cabernet e Merlot

Graduação Alcoólica: 11,5%

Visual: Visual rubi atijolado, não evidenciando os 27 anos de estrada.

Aroma: Nariz de frutas vermelhas maduras, madeira pouco perceptível e ligeiro condimentado. 

Paladar: A boca confirma o nariz com taninos macios, acidez correta e boa persistência. Já tinha bebido duas garrafas desse vinho e, sem sombra de dúvida, esta a que se mostrou mais íntegra. Eu já cheguei à conclusão que álcool e longevidade (com qualidade) podem andar separados tranquilamente, mesmo em vinhos com pouco açúcar residual. Que bom. Um brinde à acidez.

Voltando ao vinho, mesmo depois de aproximadamente duas horas continuou cantando. Não apresentou grande complexidade, mas para um vinho dessa idade, só o fato de se mostrar equilibrado, íntegro e ainda com boa fruta presente já é motivo de alegria. Há que se relativizar.

Harmonização: Carne vermelha e de caça

Onde Comprar: Safra atual Portus Cale (011) 3675.5189

Preço: 130,00

ST: (91)

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Gloria Reynolds
art e tradição
Vinho regional Alentejano – Portugal
Vinhos, um negócio familiar, 180 anos de Portugal

Reynolds que é um nome está ligado à história da produção de vinho em Portugal. Na origem esteve uma família presente no Douro e é hoje em Estremoz que dá cartas neste universo, TENDO pautado sempre uma actuação pelo arrojo e pela inovação na produção de rolhas de cortiça, e maquinaria para uma produção de utensílios nos vinhos e, mais recentemente, Nas castas novas que trouxeram para o Alentejo. Lançado em 2005, ‘Gloria Reynolds 2002′ é o primeiro passo para o sucesso, o vinho foi criado com a colaboração de um dos mais reputados enólogos portugueses, Paulo Laureano, que desde 1998 está com uma Casa Gloria Reynolds, prestando homenagem à mãe de Juliàn Cuéllar Reynolds, fundador da empresa, precisamente Gloria Reynolds, ao procurar seguir uma tradição familiar na produção de vinhos.
Gloria Reynolds faz parte daquela leva de Produtores de vinho do Alentejo que fez uma substituição gradual de algumas castas tradicionais por outras, sobretudo pela Alicante Bouschet, uma casta que outrora apenas existia nenhum e Mouchão na Quinta do Carmo, justamente propriedades que pertenciam à família Reynolds .
Vinhos, um negócio familiar, 180 anos de Portugal
Segue seus diferentes rótulos de alta gama vinificados por GLORIA REYNOLDS.

Gloria Reynolds 2004 Tinto – Alentejo R$ 490,00gf Um vinho altamente personalizado e distinto, motivo de prazer e valorização para consumidores exigentes. Estrutura, que lhe permite uma exelente evolução em garrafa. Poda verde de 50% da produção. Provenientes das castas,Alicante Buschet e Trincadeira, são vindimadas manualmente e fermentadas em balseiros de carvalho francês e 24 meses em barricas de carvalho francês Seguin Moreau.Produção, 3.000 Garrafas/ano.

Gloria Reynolds 2006 Branco – Alentejo R$ 190,00gfAs Uvas da casta Antão Vaz, foram vindimadas de manhã cedo e, após desengace total e esmagamento suave ,foram prensadas em prensa pneumática, tendo o mosto resultante sido clarificado estáticamente duarante 48 horas, à baixa temperatura. Fermentado durante 30 dias em barricas novas de carvalho francês a uma temperatura de 15ºC, seguida de aproximadamente 8 meses de estágio, com bâtonnage semanal. posteriormente foi mantido durante um mês a 6ºC em aço inox, engarrafado em seguida.

Figueira de Cima 2003 Tinto – Alentejo R$ 243,00gfEspecial SóciosAs uvas das castas Alicante Buschet, Aragonês e Trincadeira foram colhidas manualmente entra a última semana de Agosto e a terceira semana de Setembro de 2003. A fermanteção ocorreu em balseiros de carvalho francês , durante 14 dias, a uma temperatura de 27/28ºC,em seguida passou por um estágio em barricas de carvalho francês 1/3 novas,1/3 1 ano de uso 1/ 2 anos de uso. Após 18 meses de estágio foi engarrafado e estagiado nas caves da adega até atingir um excelente equilibrio .Produção, 3.000 Garrafas/ano.

Julian Reynolds Reserva 2004 Tinto – Alentejo R$ 162,00gfAs uvas das castas Alicante Buschet, Aragonês e Trincadeira foram colhidas manualmente para pequenas caixas na vinhas de Herdade da Figueira de Cima, que rodeiam a adega. Após desegace total as uvas fermentam em balseiros de carvalho francês Seguin Moreau,com temperatura controlada uma parte do lote depois em barricas de carvalho francês mesma tanoaria durante 12 meses . O engarrafamento foi antecedido por filtração por terras de porosidade média e as garrafas estagiam pelo menos mais seis meses antes de serem comercializadas.Faça sua compra por telefone ou e-mail, entregamos em sua residência e despachamos para todo o Brasil, frete sob consulta.Produção, 5.400 Garrafas/ano.

Carlos Reynolds 2006 Tinto – Alentejo R$ 89,00
Carlos Reynolds, neto de Gloria Reynolds,filho de Julian, é a sétima geraçãodos Reynolds de Portugal a produzir vinhos de qualidade no Alentejo. É um vinho que é lançado mais jovem do que é habitual na casa e representa a entrada de gama do produtor. É vinificado sob a supervisão do experiente e prestigiado enólogo Paulo Laureano, a partir das castas Touriga Nacional e Alfrocheiro. Fermentou em balseiros de madeira de carvalho francês oriundos da melhor tanoaria francesa, Seguin Moreau e estagiou nos mesmos balseiros durante ano e meio.