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Archive for the ‘ Espumante ’ Category

Localizada em Bento Gonçalves (RS), Vale dos Vinhedos, a família Valduga chama atenção na produção de vinhos desde que chegou ao sul do país, vinda da Itália no século XIX. Mas foi com seus espumantes, todos elaborados pelo método champenoise, que ganharam fama. O início não foi fácil, em meados de 1990 mais de 90% das garrafas estouravam, em virtude da vedação que era frágil e não conseguia suportar a pressão que se criava no interior das garrafas.

Três gerações depois, sob o comando dos irmãos Erielso, Juarez e João Valduga, a vinícola investiu em tecnologia e mão de obra, ganhando muita qualidade e prêmios pelo mundo. Hoje tem a maior cave de espumantes da América Latina, onde podem ser acomodados 5 milhões de garrafas, embora atualmente esteja descansando por lá 1,8 milhão.

Na semana passada, quatro de seus rótulos abriram com chave de ouro um magnifica degustação de Riojas antigos, surpreendendo a todos participantes. Vejam a minha opinião sobre eles:

Casa Valduga 130

Elaborado com uvas chardonnay e pinot noir de safras especiais através do método champenoise, permanecendo 36 meses em contato com as leveduras. Visual amarelo palha, com borbulhas pequenas, em boa quantidade e persistência. Aromas de excelente intensidade, com destaque para frutas brancas e florais. O paladar apresentou frescor, equilíbrio, e notas que confirmam o nariz. ST (91) – Preço médio: R$ 90

Casa Valduga 60 meses Nature (sem adição de açúcar)

Elaborado através do método Champenoise, no qual os 60 meses em contato com as leveduras. Visual amarelo palha, com borbulhas pequenas, em boa quantidade e persistência. Aromas intenso, com leve pão tostado, frutas brancas e florais. O paladar é rico e complexo, com camadas de sabor e notas frutadas e minerais. ST (90) – Preço médio: R$ 100

Casa Valduga 60 meses Extra-Brut

Elaborado através do método Champenoise, no qual os 60 meses em contato com as leveduras. Um espetáculo de espumante em minha opinião. Muito próximo de um Champagne. Apresentou uma coloração ouro, perlage delicado, fino, intenso e persistente. Aroma complexo, amêndoas, damasco, mel, pão tostado….O paladar apresenta excelente estrutura, cremosidade, mostrando-se bastante equilibrado e refrescante. ST (93) – Preço médio: R$ 100

Maria Valduga Brut

Este espumante é uma homenagem à matriarca da família, Maria Valduga. Foi dela o sonho de elaborar espumantes na Casa Valduga pelo método champenoise, segundo a tradição da região de Champagne, na França.  Elaborado com uvas selecionadas Chardonnay (80%) e Pinot Noir (20%), passa pelo menos 48 meses em contato com as leveduras. Visual amarelo palha, com borbulhas finíssimas, em grande quantidade e persistência. Nariz com aroma elegante e intenso, com notas de frutas em calda, pão torrado e paladar deliciosamente cremoso, complexo e longo. ST (92) – Preço médio: R$ 198

A surpresa da semana fica por conta do espumante brasileiro (Vale dos Vinhedos) Almaúnica Cuvée Prestige Reserva Brut Rosé, um incomum corte de Chardonnay, Pinot Noir e “Malbec” elaborado através do método tradicional de fermentação na garrafa, onde permaneceu por doze meses nas caves subterrâneas da vinícola. Na taça encantou pela estrutura, fruta limpa, frescor e equilíbrio. ST (90) – R$ 63 no DZ Empório. Tel: 3062.7070

Sabragem, em francês sabrage, é o nome da técnica para abertura de uma garrafa de champanhe ou espumante com um sabre. Tornou-se popular logo após a Revolução Francesa, quando Napoleão Bonaparte, montado em seu cavalo não tinha como fazer o serviço tradicional de abertura, e utilizou seu sabre para degolar algumas garrafas de champagne que ganhou da Madame Clicquot (a Viúva Cliqcuot). Frase eternizada: “Na vitória é merecido, na derrota necessário

Para que quiser se aventurar nesse réveillon seguem algumas dicas preciosas copiladas da revista Adega:

  • O local escolhido para o evento deve ser amplo e livre de objetos quebráveis.
  • As pessoas presentes para assistir o evento devem se posicionar às suas costas, nunca à sua frente, pois o gargalo de vidro voará a alguns metros de distância.
  • A garrafa que será degolada deve estar bem gelada (6ºC é o ideal) e não se deve sacudi-la para não aumentar a pressão interna. Este item é de fundamental importância pois, se o líquido estiver quente, a garrafa poderá explodir no momento da pancada do sabre. É recomendado que ela fique em um balde de gelo e água por, no mínimo, duas horas antes da sabragem.
  • Retire toda a cápsula que envolve o gargalo da garrafa.
  • É fundamental achar a emenda do vidro, que dividem as duas metades da garrafa. O utensílio utilizado para abrir deve seguir exatamente essa emenda até o gargalo da garrafa.  
  • Uma sugestão interessante é que um guardanapo de pano seja amarrado ao arame de metal que prende a rolha. Dessa maneira, ao segurar o guardanapo durante a sabragem, o gargalo (preso ao guardanapo) não voará longe, evitando qualquer tipo de dano ou acidente.
  • Seque bem a garrafa para que se possa segurá-la com total firmeza.
  • Segure a garrafa envolta no guardanapo com uma das mãos. A garrafa deve ficar em posição inclinada de modo que o sabre possa deslizar pelo vidro até atingir a boca protuberante do gargalo.
  • A pancada deverá ser seca e firme. A pressão interna da garrafa fará o resto do serviço. Normalmente o gargalo sai inteiro, deixando uma superfície lisa na boca da garrafa. Se o vinho estiver bem gelado nenhum líquido se perderá. Poderá haver, contudo, perda de um pouco do gás, por esse motivo recomendo não usar garrafas caras para a prática. Em seguida, todos poderão apreciar o champanhe e a festa estará completa.

Seguem alguns vídeos:




Na hora de escolher juventude é importante - Existem champagnes, cavas e outros espumantes especiais que podem ser degustados por décadas. Mas, em geral esse tipo de vinho é feito para ser bebido jovem. Depois de três anos aproximadamente de vinificação, ele começa a perder acidez, os aromas frescos e, o perlage, símbolo de alegria.

Fique atento ao grau de açúcar - Um ponto importante para ficar satisfeito com um espumante é o seu teor de açúcar. Se preferirem os mais secos, os brut e extra-brut são os mais indicados. Existe ainda o nature ou zero dosage, com menos açúcar em relação ao extra-brut. Já os secs ou demi-secs são mais adocicados.

Prefere Charmat ou tradicional? Quando gostar de um espumante, repare se ele é feito pelo método tradicional ou Charmat. Essa informação costuma ser encontrada na parte frontal do rótulo, logo abaixo do nome da marca. Originado na famosa região francesa de Champagne, e utilizado em várias outras partes do mundo, o método tradicional (segunda fermentação na garrafa) é empregado quando se pretende fazer espumantes encorpados, complexos e com capacidade de envelhecimento. Já os elaborados pelo método Charmat (segunda fermentação em grandes tanques de inox), costumam ser mais leves e frescos, com aromas de frutas, e devem ser bebidos jovens.

Cuide da temperatura - Gelado sim. Estupidamente, não! No Brasil, o espumante é muito associado ao verão; e muitos tendem a provar estupidamente gelado. Isso é um erro. Se degustado muito gelado os aromas e sabores ficam tímidos. Beba os mais simples a cerca de 6 graus (mais ou menos a temperatura da geladeira), e os mais complexos a 12 graus. Como aqui faz muito calor, o espumante pode ser retirado da geladeira ou adega climatizada um pouco abaixo da temperatura de serviço e mantido em balde com gelo.

Saiba como degustar

Analise visual – Nos espumantes brancos, a cor mais clara indica juventude. Já o amarelo ouro sugere que o espumante tem alguma idade.

Avalie as bolhas ou perlage – Preste atenção. Quanto maior a qualidade do produto, menores e mais numerosas são as bolhas.

Sinta os aromas – Procure distinguir os aromas que aparecem. Alguns espumantes têm aromas mais frescos e frutados. Outros lembram nozes, avelãs, amêndoas e pão torrado. Se você souber dizer quais dos dois prefere, ajudara ao vendedor a indicar algo do seu agrado.

No link ao lado você terá dicas de espumantes –
AQUI.

Recentemente fui questionado por um amigo pela indicação que fiz na coluna Vivendo a Vida que escrevo todas as sextas-feiras no Jornal A Gazeta (Vitória-ES). No dia 10/01 publiquei os melhores vinhos de 2013 em 8 categorias, elegendo o Almaúnica Reserva Nature (Vale dos Vinhedos – R$ 55 – www.almaunica.com.br) como melhor espumante brasileiro. Foi um ano em que tive a oportunidade de visitar por várias vezes as principais regiões vinícolas do Brasil, provando centenas de espumantes. Provei o Almaunica Nature pela primeira vez na própria vinícola e fiquei impressionado com suas características, apresentando notas elegantes, complexas e tostadas, muito próximo de um Champagne (verdade, rs).

Pois bem, na noite de ontem “tirei a prova dos 9″, o colocando ao lado de um belo champagne Champagne R. Pouillon & Fils Cuvée de Réserve Brut e outros dois espumantes nacionais premiados, Maximo Boschi Speciale Extra Brut (preciso provar outra garrafa – R$ 99), Gran Legado Brut Metodo Champenoise (top ten – ExpoVinis –SP – R$ 50). Deu o esperado, ele confirmou na taça a qualidade que relatei acima. Ficou em segundo lugar, porém com pouquíssima distancia do Champagne. Fica a dica para os amigos leitores.

Texto publicado originalmente na coluna Vivendo a Vida | Caderno Prazer & Cia | Jornal A Gazeta em 27/12/2013

Elaborado em diversas regiões do mundo, o que lhe confere características próprias, o espumante se tornou símbolo de alegria no dia-dia de quem valorizam o brinde. Nas festas de final de ano e no verão que as borbulhas se tornam obrigatórias.

Prosseco na (Itália), Cava (Espanha), Sekt (Alemanha) são vários nomes dados aos espumantes, de acordo com o país, mas foi a Champagne, na França que ganhou fama por produzir os melhores do planeta. Só pode ser chamado de Champagne o espumante produzido na região de champagne.

Felizmente, não precisamos ir longe para provar bons rótulos. O Brasil é considerado um dos melhores produtores de espumante. Existem ótimos rótulos nacionais, em várias faixas de preços. Quer saber como escolher o que mais lhe agrada?

Primeiramente, verifiquem no rótulo as diferenças entre eles quanto a quantidade de açúcar (o que sobra depois da fermentação + adição do licor de expedição). As classificações são as seguintes: Nature (Zero açúcar + residual), Extra-Brut (de 0 a 6 g/l de açúcar – bastante seco), Brut (máximo de 12 g/l de açúcar -seco) e  Demi-sec (de 32 a 50 g/l de açúcar – doce) e Doce (acima de 60,1 g/l).

Em seguida, considere o processo de produção. Os espumantes com duas fermentações, quando são formadas as bolhas de gás carbônico, responsáveis pela efervescência são os mais consumidos. Podem ser elaborados pelo método Champanoise, em que a segunda fermentação é feita na garrafa. São normalmente mais encorpados, complexos. Os do método Charmat, em que o processo ocorre em grandes taques de inox, são mais frescos, com aromas de frutas destacados.   

Por fim verifique as uvas utilizadas. Os Blanc de Blancs, 100% de uvas brancas, em sua maioria são mais leves e elegantes. Já os Blancs de Noirs, de uvas tintas, geralmente Pinot Noir, são mais estruturados. Quando não houver a menção no rótulo dos termos, normalmente será uma corte com duas ou mais uvas.

Agora, coloque o vinho na temperatura ideal (5 a 8º C), erga a taça e brinde 2014. Que seja o melhor ano da sua vida! 

Miolo Terranova Blanc de Blancs – Brasil – 21,00 – Carone

  • A menção Blanc de Blancs significa que foi elaborado a partir de uvas brancas. Esse rótulo é Ideal para abrir um jantar, pratos leves á base de peixes, frutos do mar, e canapés dos mais variados. 

Adolfo lona Rosé – Brasil – 39,00 – Espaço DOC

  • Elaborado pelo método Charmat, ou seja, quando a segunda fermentação é feita em grandes tanques de inox, apresenta belo perlage, aromas lembrando morango e frutas vermelhas. Paladar cremoso, estruturado e com ótima acidez. Combine com embutidos, carpaccio e pastinhas variadas. 

Montelvini Promosso Extra Dry – R$ 39,00 – Ville du Vin

  • Elaborados com a uva Gelra, e conhecidos no Brasil como Prosecco, são produzidos pelo método Charmat. Esse é uma classificação extra dry, fresco frutado e levemente doce. Vai combinar com massas com frutos do mar, risotos, presunto e até carnes grelhadas.

Chandon Riche Demi-Sec – R$ 57,90 – Extraplus

  • Elaborado a partir das variedades Riesling Itálico, Chardonnay e Pinot Noir. Aromas lembram doce de laranja e frutas secas como uva passa, figo com toques de mel. No paladar mostra boa acidez e uma sensação de cremosidade. Vai combinar com tortas e bolos, sorvete de creme, patês e mousses, queijos de mofo azul, peixes com molhos ricos em manteiga.

Première Bulle Fushia Nº1 Brut – 68,00 – www.buywine.com.br

  • Produzido em Limoux, na Fraça, que reivindica a invenção do vinho tipo Champagne, apresenta aroma potente, com frutas e também notas de mel e tostadas. Primeira impressão na boca excelente. Concentração de sabor, corpo. Cremoso e refrescante. Vai combinar bem com a culinária japonesa, sushis e sashimis.

Freixenet Reserva Real – R$ 139 – Ok hipermercado

  • Esse cava passou por um processo de produção diferenciado, oferecendo-lhe características únicas. O nome Reserva Real, vem do fato de ter sido feito originalmente para a visita da família real espanhola nas cavas Freixenet. Rico e estruturado vai bem com camarão e lagosta, peixes, carnes brancas e outros pratos finos levemente temperados.

Champagne Montaudon – R$ 98 – www.wine.com.br

  • Amarelo dourado claro e brilhante, ótima perlage, pequena e abundante. Aroma de bom ataque, com boa complexidade, frutas brancas, tostado e um leve mineral. Equilibrado, fresco, Deixa sensação muito gostosa na boca. Vai bem com salmão grelhado.

Champagne Gosset Brut Excellence – R$ 260,00 – Grand Cru

  • Elaborado por uma das mais tradicionais e confiáveis casas de Champagne, apresenta aroma potente, com notas de fermentação, padaria. Pão torrado. Na boca bastante  concentrado com notas minerais e cítricas. Extremamente elegante. Harmonize com ostras.  

O vinho base ou base de espumante, servirá de plataforma para futuros espumantes ou champagnes, independente do método escolhido para a segunda fermentação, se pelo Charmat ou pelo Tradicional (Champenoise).

O método escolhido para a segunda fermentação serve para definir a proposta escolhida para o espumante. A qualidade de um vinho com borbulhas depende, estritamente, da qualidade de seu vinho base. 

As uvas são colhidas mais cedo para manter o perfeito equilíbrio açúcar(maturação)/acidez. A acidez é um dos pilares de um vinho com borbulhas, sem ela nada feito. Aqui, na Serra Gaúcha, Brasil, temos uma das melhores condições e clima e solo do planeta para a produção deste tipo de vinho.

Mais, pode-se conservar o vinho base, em condições especiais, por pares de anos podendo-se elaborar a segunda fermentação neste período inclusive aproveitado esta e aquela safra. 

No caso de elaboração de um espumante de qualidade excepcional é possível passar o vinho base por barricas de carvalho para dar ao espumante aromas e sabores especiais.

Nas borbulhas que embalam o ano do centenário do espumante brasileiro, a Associação Brasileira de Enologia (ABE) realizou o 8º Concurso do Espumante Brasileiro na Capital Nacional do Champagne, Garibaldi (RS), uma homenagem ao produto que conquistou apreciadores em todo o mundo. O sabor Brasil, evidenciado e reconhecido na taça por 68 degustadores, resultou na premiação de 83 espumantes de 43 vinícolas brasileiras, sendo duas Grande Medalha de Ouro (acima de 92 pontos), 59 Ouro (88 a 91 pontos) e 22 Prata (84 a 87 pontos). O concurso reuniu 259 espumantes de 69 vinícolas.

Além da qualidade que já é notória entre especialistas e consumidores, o espumante brasileiro também demonstrou, segundo o presidente da ABE, enólogo Luciano Vian, sua evolução. “Nesta edição tivemos o privilégio de degustar espumantes jovens e maduros. A presença marcante de reservados de safras mais antigas foi um dos destaques, assim como a diversidade de estilos”, observa.

As amostras foram avaliadas por 67 degustadores divididos em cinco júris, cada um com amostras diferentes. As degustações aconteceram na quarta e quinta-feira (16 e 17), somente na parte da manhã, na Câmara da Indústria e Comércio de Garibaldi (CIC). Os trabalhos seguiram normas da Organização Internacional da Uva e do Vinho (OIV) e da União Internacional de Enólogos (UIOE).

A cada edição o concurso vem crescendo no número de amostras inscritas e em sua representatividade. De 2011 para 2013 o incremento no número de espumantes foi de 12%, passando de 231 para 259 amostras. Participaram do concurso, conforme o regulamento, espumantes – já em comercialização – naturais, provenientes de uvas vitis viníferas, em duas categorias: Espumantes de segunda fermentação (charmat e tradicional) e Espumantes de primeira fermentação (moscatel).

A divulgação dos resultados e entrega das medalhas ocorreu em coquetel realizado ontem à noite, 18, no CTG Sentinela da Serra, no Parque da Fenachamp. Foram premiados os espumantes melhores classificados por categoria, respeitando o limite de 30% dos inscritos.

Silvestre Tavares avaliando – Crédito da foto (Gilmar Gomes)

68 DEGUSTADORES

Affonso Ritter – Grupo Bandeirantes e Jornal do Comércio

Alberto Miele – Embrapa Uva e Vinho

Alejandro Cardoso – Cia Piagentini

Álvaro Cézar Galvão – Site Divino Guia

Amarildo Nespolo – Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento

Anderson Schimitz – Amazon Group

André Donatti – Vinícola Campestre

Andreia Debon – Editora Novo Ciclo (Bon Vivant)

Antonio Czarnobay – Bodega Czarnobay

Atila Zavarize – Hermann Vinhos e Vinhas

Bruna Cristófoli – Four Trees Inteligência & Valor

Bruno Motter – Vinícola Don Guerino

Carlos Abarzúa – Vinícola Geisse

Carlos Zanus – Vinícola Salton

Cedenir Fortunatti – Fante Indústria de Bebidas

Christian Bernardi - Natural Products

Claudia Stefenon - Biotecsul

Daniel De Paris – Vinícola Dom Cândido

Darci Dani – AGAVI

Delto Garibaldi – Laboratório Lavin

Dirceu Scottá – Vinícola Monte Lemos

Edegar Scortegagna – Luiz Argenta Vinhos Finos

Eduardo Milan – Revista Adega

Edvaldo Galon – Vinícola Monte Lemos

Elton Viapiana - Vinícola Viapiana

Fausto Filippon - Laurentia Vinhedos

Firmino Splendor – Adega Splendor

Flavio Novello – Cooperativa Vinícola Nova Aliança

Flavio Zilio – Cooperativa Vinícola Aurora

Gabriela Poletto – IBRAVIN

Geyce Salton – Sucos Vistamontes

Gilberto Pedrucci – Vinícola Casa Pedrucci

Gilberto Simonaggio – Vinícola Miolo

Gilson Berselli – Courmayeur do Brasil

Giseli Scopel – Vinícola Perini

Irineu Guarnier Filho – Site As Boas Coisas da Vida e RBS TV

Ismar Pasini – Cooperativa Vinícola São João

Jefferson Nunes – Laboratório Enolab

Joice Seidenfus – Vinícola Salton             

Jorge Cattani – Cooperativa Vinícola Garibaldi

Jose Venturini – Vinícola Góes & Venturini

Juciane Casagrande – Casa Valduga Vinhos Finos

Jurandir Nosini – Cooperativa Vinícola Aurora

Leandro Santini – Vinícola Perini

Luciane Daux - Jornal Notícias do Dia

Luciano Manfroi – IFRS-BG

Luciano Scomazzon – Chandon do Brasil

Lucindo Copat – Vinícola Salton

Luiz Renato Pozza – Vinícola Cave de Pedra

Magnos Basso – Basso Vinhos e Espumantes

Marcel Miwa – Revista Prazeres da Mesa

Marco Salton – Estabelecimento Vinícola Valmarino

Marcos Carlesso – Casa Valduga Vinhos Finos

Marcos Vian – Enovitis

Mateus Poggere – Famiglia Zanlorenzi

Mauricio Roloff – Ibravin e Jornal Pioneiro

Mauro Zanus – Embrapa Uva e Vinho

Nelson Rotta Randon – Laboratório Randon

Neuri Bruschi - Vêneto Mercantil

Paula Schenato – Aracuri Vinhos Finos

Philippe Mevel – Chandon do Brasil

Ricardo Morari – Estabelecimento Vinícola Peterlongo

Sergio De Costa – Vinícola La Cantina

Silvestre Tavares – Site Vivendo a Vida, Jornal A Gazeta e Rádio CBN de Vitória (ES)

Silvia Mascella Rosa – Revista Adega

Thomas Bolzan – Sociedade de Bebidas Panizzon

Vanderlei Gazzi – Vinícola Gazzaro

Vanessa Stefani – Vinícola Geisse

Resultado final:

Para baixar em PDF http://www.clicrbs.com.br/pdf/15745326.pdf

Pioneiro na produção de espumantes, com mais de um século de experiência, o produtor Austríaco Karl Inführ KG buscou a excelência, adquiriu outras empresas, e se transformou líder desse mercado no país.

Seu espumante Österreich Gold é a sensação do momento para os apaixonados pelo mundo vínico luxuoso. Isso porque neste espumante são adicionados no produto flocos de ouro 23 kilates. Os flocos em suspensão contrastam com o perlage do espumante, destacando o brilho do ouro, gerando um efeito realmente encantador.

A ingestão de ouro comestível de um modo geral não prejudica a saúde. É expelido sem causar nenhum efeito danoso ao corpo. De acordo com a regulamentação europeia, não há limite da quantidade de ouro para ser ingerida, porém a ideia é gerar glamour, e não ser utilizado como um alimento.

Avaliação pessoal: ST (90) – Produtor: karl Inführ KG – Origem: Austria – Região: Klosterneuburg – Uvas: 86% Gruner Veltliner e 14% Welschriesling – Teor Alcoólico: 9,5% – – R$ 190,00Em vitória está disponível na Enótria – 27 3345-8696.

Na taça como mostra as fotos acima, apresenta um visual amarelo bem clarinho, perlage muito intensa (VULCÃO) ao abrir, bolhas finíssimas com uma persistência média. O nariz tem um caráter frutado, com notas cítricas. Paladar fresco, ótima acidez, equilibrado, frutado, confirmando o nariz, com uma final persistente e sem amargor. Um produto de muito boa qualidade, luxuoso, perfeito para presentear ou para comemorar em ocasiões especiais e festivas.

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No dia 28 de setembro tive a oportunidade de conhecer vários rótulos brasileiros no CIC (Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves), evento intitulado “Volta ao Brasil Vitivinícola em sessenta minutos“. Por lá apesar do tempo curto pude provar com atenção a linha de espumantes e um chardonnay da vinícola Quinta Don Bonifácio.

Quinta Don Bonifácio é uma vinícola familiar, comandada pelos irmãos Marina e Gonçalo Libardi (foto acima). Está situada a 800 metros de altitude em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul. O projeto nasceu no ano de 2000 com a construção do Vinhedo Santa Lúcia e do Vinhedo São Francisco.

A produção teve inicio em 2007, e hoje gira em tordo de 150 mil garrafas ano, estando focada na elaboração de espumantes, que domina com 80% desse total, demonstrando o que há de melhor em nosso terroir.

A linha básica é composta de 4 rótulos, Moscatel, Brut, Rosé, Brut Rosé. Provei dois rótulos, vamos a eles:

Quinta Don Bonifácio Brut – 12% – ST (87)
- Elaborado pelo método Charmat, é um corte de Merlot e Chardonnay. Apresenta um visual amarelo palha, límpido e brilhante, perlage intensa, bolhas pequenas e persistentes. O aroma tem notas de frutas como melão e maça, com um fundo de leveduras. Paladar com toque aveludado, boa fruta, equilibrado e um final persistente. Uma beleza de espumante. R$ 39,00.

Quinta Don Bonifácio Brut Rosé – 12% – ST (87)
– Um corte inusitado de Chardonnay, Merlot e Sangiovese. Visual tendendo a cereja, límpido e brilhante, com perlage fina e pesistente. No nariz destaca as notas de frutas vermelhas, como morango e framboesa. O paladar é fresco com notas frutadas.

A linha Habitat é composta por 6 rótulos, Cabernet, Merlot, Licoroso, Champanoise, Brut Rosé e um Chardonnay. Provei dois rótulos, Champenoise e o Chardonnay (tranquilo).

Quinta Don Bonifácio Brut Champenoise 2009 – 12% – ST (90)
– Elaborado pelo método Champenoise, o mesmo usado por espumantes da região de Champagne, com as uvas Chardonnay 50% e Pinot Noir 50%. Permaneceu por 18 meses em contato com as leveduras. Foi o grande destaque na ExpoVinis 2012, classificado como TOP TEN. Apresenta um visual amarelo palha, límpido e brilhante, perlage intensa, bolhas finíssimas e persistente. Aroma complexo e delicado lembrando amêndoas, mel, leveduras e panificação. Agradável sensação de boca, fresco, equilibrado, com notas confirmando o nariz. Um espumante que impressiona pela sua qualidade. R$ 65,00.

Quinta Don Bonifácio Chardonnay – 13,5% – ST (88)
– Elaborado com 100% da uva Chardonnay e fermentado em tanque de inox. Apresenta um visual amarelo claro, límpido e brilhante. No nariz notas de frutas tropicais, bem como toques levemente amanteigados e de amêndoa. Na paladar o corpo é médio, com bom equilíbrio do álcool e a acidez, boa concentração de frutas, e com boa persistência. Agradável surpresa. R$ 55,00.

No Espirito Santo
a linha da Quinta Don Bonifácio pode ser encontrada na Casa do Porto de Vila Velha, fale com o Gil. Avenida Champagnat, 107, Praia da Costa Vila Velha – ES, 29100-010 – Telefone: 27 3329-3518

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