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A vinícola Tommasi é uma empresa familiar fundada em 1902. Ele está situado em Pedemonte, no coração do Valpolicella Classico, uma faixa de terra que estende a noroeste de Verona.

As colinas de Valpolicella é uma terra privilegiada não só para a história, cultura e tradições, mas também pela beleza da paisagem e a vocação extraordinária para a viticultura.

A partir de um pequeno vinhedo de seu avô James, Tommasi foi consolidada ao longo dos anos e hoje se estende por 135 hectares de vinhas nas zonas DOC da província de Verona e 66 hectares na Toscana Maremma.

“Ca’ Florian” é uma pequena vinha com uma inclinação particularmente adequada para o cultivo de uvas, com grande exposição ao sol.

A partir da safra 2001, Tommasi Amarone “Ca ‘Florian” foi produzido a partir de aproximadamente 70% Corvina Veronese, Rondinella 25% e Molinara 5%. Ele passa por envelhecimento de 2,5 anos em barris de carvalho esloveno de 35 hectolitros e um adicional de 6 meses em “Tonéis” de 500 litros, antes de ser colocado em garrafas por um novo período de envelhecimento de pelo menos mais um ano.

Avaliação Pessoal: ST (91+) = Excelente

Visual acastanhado, aromas complexos de uva passa, cereja, chocolate, ameixa cozida, couro e café. Na boca confirma o nariz, muita concentração, equilibrado com retrogosto saboroso e muito longo. Um vinho para meditação.

Itália – Verona – Corvina Veronese 70%, Rondinella 25% e Molinara 5% – 15% – R$ Cortesia do Dr. Flavio Maraninchi

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Na noite de ontem conheci mais uma safra do produtor Travaglini, um dos mais conhecidos da região de Gattinara, Itália. A Safra degustada foi a 2001, que levei para um bate papo com o amigo Flavio Maraninchi, que se encarregou de elaborar um pratinho básico…Risoto de Porcini, regado com Trufas negras…um luxo! Afinal, luxo é ter amigos….

O Gattinara é uma cidade do Piemonte, que produz vinhos com 100% da uva Nebbiolo. É o primo pobre na região, em relação ao Barolo e Barbaresco, pela sua pequena visibilidade no mercado. É envelhecido por um ano em tonéis de madeira e mais dois em garrafa. Conquistou a DOC em 1967 e a DOCG em 1991.O envelhecimento do Gattinara é de pelo menos três anos, destes, um em barris de madeira, e sua graduação alcoólica mínima é de 12,5%.

As melhores safras recentes de Gattinara foram 2004 (ótima), 2001 (ótima), 2000 (boa), 1999 (excelente) e 1997 (ótima).


Avaliação Pessoal: ST 91 = Excelente

Posso dizer sem medo de errar que o Gattinara é um vinho de qualidade tão boa quando um Barolo e Barbaresco. Visual como se pode ver acima, alaranjado, característica da casta, aromas explodindo, com muito floral, frutas vermelhas e especiarias. O paladar mostra um caráter gastronômico, seco, excelente acidez, taninos maduros, muito intenso, com um final longo e saboroso. Harmonizou perfeitamente com o prato abaixo.

Laminando as trufas negras

Risoto de porcini com trufas negras e bisteca (by Flavio Maraninchi)

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Amigos, segue uma dica de um vinho italiano “supertoscano” que provei esta semana e me surpreendeu de forma positiva na taça. O nome dele é I Pini 2008, do produtor Fattoria di Basciano, um corte de 34% Syrah, 33% Merlot, 33% Cabernet Sauvignon, que passa por 18 meses em barril de carvalho francês 50&50%.

A vinícola Renzo Masi e a Fattoria di Basciano são duas empresas da família Masi. Esta última localiza-se numa colina às margens do rio Sieve, e foi adquirida em 1932. Uma torre do século XIII domina o casario medieval, rodeado por vinhedos, oliveiras, bosques de carvalho e ciprestes. Nos anos 50 os vinhedos mistos com outras culturas foram substituídos por especializados, e, na década de 90, novamente replantados com alta densidade, sob a supervisão do enólogo e agrônomo Paolo Masi. Hoje a área total da propriedade é de 60 hectares, dos quais 30 são plantados com Sangiovese, Colorino, Canaiolo, Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah. O complexo abriga a cantina de envelhecimento em barricas, que está em processo de renovação completa.

Renzo Masi, por sua vez, é o nome da empresa “negociante”, que compra e produz uvas para os seus vinhos de imbatível relação preço/qualidade. Sua produção é de 1.800.000 garrafas por ano, enquanto que a Fattoria di Basciano elabora 150.000.

A região do Chianti Rufina (pronuncia-se Rufina), no nordeste da zona do Chianti, já foi reconhecida como superior em 1716, pelo edito do grão duque Cosimo III, que a delimitou geograficamente. Os solos são bastante similares às margas argilo-calcárias de Panzano no Chianti Classico, e as várias pequenas elevações ao norte protegem bem os vinhedos, gerando um mesoclima relativamente quente e seco.

Toda a família Masi está engajada atualmente no empreendimento, com o Sr. Renzo e sua mulher Anna Lisa administrativamente à frente, e o talentoso filho Paolo, formado na Universidade de Florença em 1990, no comando técnico, trazendo novo ímpeto para a qualificação e desenvolvimento dos produtos.

O vinhos Renzo Masi – Fattoria di Basciano têm conquistado importantes premiações na mídia especializada internacional (inclusive da célebre revista inglesa Decanter, onde elencou três vinhos entre os melhores abaixo de £20,00), se posicionando entre os tops da região, mesmo com preços muito inferiores à média.


Avaliação Pessoal: ST (91) = Excelente

Visual vermelho rubi brilhante, aromas encantadores de frutas vermelhas, baunilha, coco (palavra paroxítona e sem acento representa a fruta do coqueiro, rsrsrs) explodindo na taça. O paladar apresenta bom corpo, taninos redondos, fruta, baunilha, madeira bem colocada, ótima acidez, fresco, em fim um vinho super agradável e equilibrado. Harmonizei com um cordeiro com risoto de funghi e foi perfeito.

Itália – Toscana/Chianti – Classificação: Colli della Toscana Centrale I.G.T. – 14% Alcool – 8.000 garrafas – Preço: 110,00

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Pela segunda vez tive a oportunidade de provar às cegas este representante da França (Languedoc Roussillon). Verifiquei nos meus arquivos e constatei que em 28 de novembro de 2009, provei e dei uma nota altíssima para ele. Desta vez não apresentou tal exuberância, mais não decepcionou. É elaborado a partir de uvas Mourvèdre, Syrah e Carignan das melhores parcelas de “Belvèze” e envelhecido por 24 meses em barris de carvalho.

Cultivado com base na “Cultura Raisonnée” (cultivo responsável), uma mistura de diferentes técnicas utilizadas nos métodos orgânicos, biodinâmicos e biológicos, a fim de minimizar o uso de produtos químicos e maximizar os ciclos naturais e caráter das variedades cultivadas e seu terroir. O “Plateau de Belvèze” é um terroir excepcional situada a 200 metros acima do nível do mar de vinhas bem drenados plantados em subsolo de argila que se beneficia de um microclima quente e seco, resfriado pelo vento das colinas Causse. O solo e o subsolo rico em fósseis de “conchas” que são representados como uma “concha espiral no rótulo”.

Avaliação Pessoal: ST (91) (Degustado as cegas)

Visual mostrou certa turbidez, aromas com menos intensidade que a outra garrafa, mais apresentou boa complexidade, fruta negra madura, figos em calda, couro e especiarias. O paladar bom equilíbrio, corpo médio, madeira bem colocada, com final agradável. Harmonizou muito bem com um filé ao molho de gorgonzola.

França – Languedoc Roussillon – 14,5% – Mourvèdre, Syrah e Carignan – Importador Expand –( Adega do Marcola)

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Bom dia meus amigos, hoje começo falando de um vinho português “degustado às cegas” na noite de ontem, que acabou roubando a cena, sendo servido ao final de uma degustação de Bordeaux (Médoc). O nome do vinho é Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo Reserva, Safra 2008. Além de sua boa qualidade, o que mais me chamou atenção foi que ele fugiu das características que os vinhos do Douro costumam apresentar na taça.

A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, com 120 hectares, situa-se junto do Pinhão e está integrada na Região Demarcada do Douro desde a sua instituição, em 1756.

Ao longo dos tempos, todo o patrimônio histórico da quinta tem sido cuidadosamente preservado – a casa senhorial oitocentista, hoje hotel do vinho, a capela de estilo barroco datada de 1795, a capela do século XVII que se situa junto ao rio, os pomares, a azenha e a adega de 1764. Renovamos as tradições, mas respeitamos a autenticidade da paisagem.

O nome “Quinta Nova” tem origem na nova quinta que foi criada após a junção de duas quintas. Nossa Senhora do Carmo relaciona-se com a santa padroeira da capela que foi construída no século XVII, junto à margem do rio Douro. Naquela perigosa zona do rio, os tripulantes dos barcos rabelos eram vítimas de freqüentes naufrágios, suplicando pela proteção daquela santa. Assim, durante o séc XVII, na seqüência de uma promessa dos mareantes, foi construída a pequena capela, albergando uma imagem em pedra desta padroeira e renomeando a propriedade para Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo.

Avaliação Pessoal: ST (91+) (Degustado às cegas)

Na taça apresentou um visual rubi brilhante, aromas de hortelã, mentol, frutas negras e baunilha. O paladar mostrou potência, bom corpo, sedoso, dulçor leve, madeira muito bem colocada, álcool não se fazendo sentir, acidez viva com um final longo. Sem duvida um vinho com características modernas, não faz lembrar nem um pouco a personalidade dos vinhos portugueses do Douro.

Portugal – Douro – 14,9% – Tinta Roriz e Tinta Amarela, lotada com Touriga Franca e Touriga Nacional e vinhas velhas – R$ 160,00 – Importador Grand Cru – 16 meses de barrica nova e francesa de segundo uso.

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Bom dia meus amigos, na noite de ontem decidi abrir uma garrafa de um Syrah que ainda não conhecia na taça. O vinho escolhido foi o Argentino Luca Laborde Double Select Syrah 2007, elaborado pela filha do mestre Nicolás Catena, Laura Catena.

Laura Catena tem uma visão de criar uma nova geração de vinhos argentinos: pequenas quantidades, qualidade artesanal, e fiel ao terroir original.

Loborde Double 100% Syrah, 14,5% alc, provem de vinhas com 45 anos de idade, La Consulta, Mendoza. Foi envelhecido por 12 meses em 50% de carvalho novo francês e engarrafado sem colagem ou filtração.

Avaliação pessoal: ST (91+)

Na taça mostrou um mix de frutas vermelhas, pretas, baunilha, especiarias, azeitona, mineral, fumo, de grande intensidade. O paladar é potente, com muita estrutura, “aveludado”, madeira integrada, bom equilíbrio, mostrando muita fruta com final “loooooongo” e agradável. Um belo Syrah, com estrutura para agüentar harmonizações com refeições condimentadas.

Quem importa é a Vinci, mais em procura no site não encontrei mais para compra, R$ 100,00 reais.

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A alegria de abrir um vinho relativamente simples, com dez anos de safra e, verificar que está inteiro com todoas as caracteristicas que desejamos encontrar, não tem preço. Ontem levei às cegas este bom representante do chile na loja Enótria, aonde Helio Massoni, Julio Antunes, Jorge Lessa e eu tivemos uma grata surpresa. Ninguém falou Chile, e sim Itália, Espanha….


Avaliação Pessoal: ST (91)

Rolha em perfeito estado, visual ainda escuro, com poucos sinais de evolução, aromas complexos lembrado, caramelo, madeira velha, própolis, figo em calda, que alternavam na taça. No paladar a finesse de um vinho evoluído, taninos carinhosos, cremoso, acidez viva, com fruta mais contida, na medida, equilibrado. Um vinho prazeroso! Pena que temos que esperar tanto para ter este resultado na taça.

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Mais um vinho da vinícola Pascual Toso, depois de degustar seus espumantes e o Top Magdalena Toso, o Vivendo a Vida prova o Finca Pedregal 2006, região de Barrancas-Maipú, Mendoza, um corte 80% Malbec e 20% Cabernet Sauvignon, onde passa por 18 meses em barrica, sendo a Malbec em carvalho americano e a Cabernet Sauvignon em carvalho francês. Após descansa mais 10 meses em garrafa antes de ir para o mercado. Graduação alcoólica 14,5%.

Avaliação Pessoal: ST (91+)

Na taça sua cor parecia petróleo de tão escura. Os aromas se mostraram ainda primários, baunilha, coco e uma madeira um mouco exagerada que com tempo deve se integrar. O paladar é firme, robusto, literalmente uma pancada, parece que estamos mastigando o vinho. Uma ótima opção para acompanhar um corte de carne! Preço médio R$ 170,00.

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Pascual Toso – Avaliações

Fundada em 1948 por Cav. Mario Antoniolo, a fazenda de mesmo nome, surgiu desde o início com o objetivo de melhorar os vinhos de Gattinara. A direção nos anos 80 foi tomada pela Sra. Rosana, que com a ajuda de seus filhos e Albert Lorella, produz os vinhos e DOC e DOCG que provêm exclusivamente vinhas da propriedade.

O Gattinara é uma comuna do Piemonte, Itália, que produz vinhos com 100% da uva Nebbiolo. É o primo pobre na região do Piemonte, em relação ao Barolo e Barbaresco, pela sua pequena visibilidade no mercado. É envelhecido por um ano em tonéis de madeira e mais dois em garrafa. Conquistou a DOC em 1967 e a DOCG em 1991.

O envelhecimento do Gattinara é de pelo menos três anos, destes, um em barris de madeira, e sua graduação alcoólica mínima é de 12,5%.

Avaliação Pessoal: ST (91)

Visual já mostrando ligeira evolução, sedimento aparente, aromas maravilhosos e complexos de figos em calda, floral, madeira velha, alcatrão, variando a cada momento na taça. Boca elegante, taninos redondos, acidez chamando uma refeição com final de boca longo e saboroso.

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O que podemos esperar de um vinho elaborado por um enólogo que na sua infância teve o seu primeiro contato com o vinho provando Château d’Yquem na mesa com seu pai e começou a produzir seu primeiro vinho no pomar de sua casa? Esse foi o início da história de Paul Hobbs no mundo do vinho. Hoje Paul é hoje um dos maiores enólogos do mundo, pioneiro nos métodos usados na elaboração de seus vinhos e agraciado pelos críticos com altas notas.

O Magdalena Toso 2006 ST (91+) é um projeto seu, em parceria com a vinícola Argentina Pascual Toso, uma das mais respeitadas da região. É um corte de 70% Malbec e 30% Cabernet Sauvignon, que estagiou por 18 meses em barricas novas francesas.


Na taça o vinho se apresentou com aromas de baunilha, hortelã, coco e muita fruta madura. O paladar mostra ser um vinho mais refinado, não espere aquela super corpo, e sim corpo médio, seus taninos são domados, com uma textura aveludada, bom equilíbrio, madeira bem colocada e um final com boa persistência. Ai vem aquela pergunta: vale os 290,00 reais no qual é vendido? A minha resposta é: depende do bolso! Foi um super casamento com o Bife de Acho do Chef Ivan di Cesar…

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Magdalena Toso