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A partir de um estudo sobre os benefícios do vinho, cientistas norte-americanos e italianos descobriram que o resveratrol – o ingrediente “saudável” presente em grandes quantidades no vinho tinto – pode impedir o crescimento de células cancerígenas da mama, bloqueando os efeitos do estrogênio, hormônio natural feminino.

A pesquisa sugere, pela primeira vez, que o resveratrol tem a capacidade de conter o progresso da doença, uma vez que inibe a proliferação de células resistentes à chamada terapia hormonal. A terapia hormonal previne que as células cancerosas recebam o estrogênio, que, em alguns casos, as estimula a crescer.

“O resveratrol é um instrumento farmacológico a ser explorado quando o câncer se torna resistente aos hormônios do próprio corpo da mulher”, explicou Sebastiano Ando, um dos pesquisadores envolvidos no estudo, realizado pela Faculdade de Farmácia da Univerisodade de Calábria, na Itália.

Ando e seus companheiros compararam o desenvolvimento de células cancerígenas que eram tratadas com resveratrol e aquelas que não recebiam tratamento, e notaram que nas primeiras houve uma drástica redução na proliferação. Experimentos adicionais revelaram que o efeito está relacionado à redução nos níveis de receptor de estrogênio (causada pelo resveratrol).

Os cientistas, no entanto, enfatizaram que a descoberta não significa que as mulheres devem começar a usar o vinho tinto ou suplementos à base de resveratrol como tratamento para o câncer.

Via: Revista Adega

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Beber em exagero engorda, mas uma taça de vinho por dia ajuda a afastar a obesidade e até mesmo a perder alguns quilos, de acordo com cientistas. As informações são do Daily Mail.

A bebida alcoólica sempre foi vista como fonte de ganho de peso por causa do alto teor de açúcar, mas novas pesquisas sugerem que uma pequena quantidade diária poderia fazer parte de qualquer plano de dieta.

O porta-voz do grupo de pesquisa da Universidade Navarra, na Espanha, disse que a ingestão moderada de álcool, especialmente de vinho, protege, ao invés de promover, o ganho de peso.

O Fórum Científico Internacional de Pesquisa em Álcool analisou os resultados do estudo e concordou com a maioria das conclusões, sobretudo que os dados atuais não indicam se o consumo moderado de bebidas alcoólicas engorda.

Algumas pesquisas apontam até que as pessoas muito obesas podem ter um menor risco de desenvolver diabetes se beberem moderadamente. Os pesquisadores afirmaram que o álcool fornece calorias que são rapidamente absorvidas pelo organismo e que não ficam armazenadas.

Fonte: Terra

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Vinho e libido feminina

Há muito tempo se diz que o álcool em pequenas doses libera o desejo sexual, principalmente das mulheres, talvez quebrando alguns freios sociais impostos a elas. Dentre as bebidas alcoólicas as maiores referências a este respeito, sempre foram com a do deus Baco, o vinho. Porém, pelo que saiba, não havia um trabalho científico que demonstrasse isso. Salvo algumas críticas de metodologias, um estudo italiano do hospital Santa Maria Annunziata apresentado em março deste ano, durante a IX Semana da Prevenção Andrológica (Florença/Toscana), promovida pela Societá Italiana di Andrologia, mostrou essa relação positiva entre vinho (dose moderada) e libido feminina.

O consumo diário de uma ou duas taças de vinho tinto aumenta a libido feminina, segundo este estudo, que pesquisou 789 mulheres entre 18 e 50 anos, moradoras da região de Chianti (Toscana). Foi utilizado o questionário Female Sexual Function Índex (FSFI), sobejamente usado em trabalhos de pesquisa. O FSFI em sua avaliação utiliza 19 questões que medem os parâmetros: desejo (libido ou interesse sexual), lubrificação, orgasmo, satisfação e dor.

Segundo Nicola Mondaini, responsável pela pesquisa, o estudo mostrou “que as mulheres que consomem um a dois copos tintos por dia (11% delas) têm uma sexualidade melhor, comparada com o grupo de mulheres abstêmias (35%) ou até mesmo às que bebem ocasionalmente”. Aventou-se a hipótese de efeito positivo pela ação dos polifenóis (sabe-se que o vinho tem mais de 300 tipos) sobre os hormônios femininos, em particular o estrogênio. Porém, sabemos hoje que o hormônio que tem relação com a libido, feminina ou masculina, é o androgênio e não o estrogênio.

Independente das várias críticas (justificadas, no caso) a serem feitas ao estudo (falta de questionário para avaliar a qualidade do relacionamento etc.) acredito que seria interessante que outros pesquisadores fizessem mais incursões neste tipo de relação: vinho e libido feminina.

Autor: Gerson Lopes

Via: Vinho & Sexualidade

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Cientistas espanhóis encontraram substâncias nas uvas que protegem as células dos danos causados pelos raios ultravioleta (UV), emitidos pelo sol, que hoje são a principal causa de envelhecimento precoce, queimadura solar e até mesmo câncer de pele.

Os pesquisadores observaram a reação química ocorrida na pele quando ela é atingida por raios UV. Eles descobriram que os flavonóides nas uvas podem parar a reação química que faz com que as células morram causando, portanto, danos à pele.

Empresas de cosméticos já estão registrando seu interesse na pesquisa, na esperança de fazer cremes ou pílulas que copiem o processo.

Marta Cascante, bioquímica da Universidade de Barcelona e diretora do projeto de pesquisa, disse que o estudo prova que as uvas podem proteger a pele contra queimaduras solares e até mesmo câncer de pele. Dessa forma, as descobertas poderão de fato levar ao desenvolvimento de cremes para a pele e outros produtos para proteger nosso corpo dos danos do sol.

O vinho é típico na dieta do mediterrâneo. Tal dieta é considerada a mais saudável do mundo. O novo estudo é mais um que contribui para a imagem popular de pessoas saudáveis e bronzeadas da região. Pesquisas anteriores já haviam dito que a população tem baixas taxas de câncer e boa saúde em geral por causa dos tomates, azeite e mesmo o vinho tinto.

Fonte: hypescience

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Uma equipe de pesquisadores do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMCP) – centro associado à Universidad Politécnica da Valência (UPV) e ao Conselho Nacional de Pesquisa Espanhol (CSIC) – identificou um novo e potente antioxidante natural que ocorre nos pés de tomate. É uma substância fenólica que é sintetizada pela planta de tomate quando é submetida a estresse biótico. Até agora, ela era completamente desconhecida.

A UPV e o CSIC registraram as patentes nacionais e internacionais do antioxidante e os procedimentos laboratoriais utilizados para isolá-lo e sintetizá-lo quimicamente.

Os pesquisadores do IBMCP apontam que o poder antioxidante do novo composto é 14 vezes maior do que, por exemplo, o do resveratrol, um antioxidante conhecido, encontrado no vinho tinto, que pode retardar o envelhecimento celular. Além disso, é 4,5 vezes mais potente que a vitamina E e 10 vezes mais potente que a vitamina C.

Esta substância poderia ter múltiplas aplicações. Por exemplo, na indústria de alimentos poderia ser usada como conservante em alimentos para consumo humano e na ração animal, devido à sua ação retardante da oxidação lipídica. Este poderoso antioxidante impediria alterações que diminuem a qualidade dos alimentos extremamente, como óleos e gorduras tornando-se rançosos. Ele também poderia ser usado como um complemento para os produtos funcionais.

Também deve-se notar que os antioxidantes têm propriedades benéficas à saúde, ajudam a prevenir as doenças coronárias e o câncer, portanto, o composto pode ter grandes aplicações na indústria farmacêutica.

Outro uso possível para ele poderia ser: na indústria petroquímica, como conservante de gasolina e na indústria de polímeros, onde ele poderia ser usado na fabricação de fibras, produtos de borracha, geotêxteis e outros. Neste caso, o antioxidante seria usado como um estabilizador no processo de produção, e também para aumentar a vida útil do produto final.

Por outro lado, na indústria de cosméticos, ele poderia ser usado em produtos para cuidar da pele, dado suas possíveis propriedades relacionadas com a prevenção do envelhecimento.

Nos laboratórios da Polytechnic City Innovation, os pesquisadores descobriram esta substância, que está presente em pés de tomate submetidos ao estresse biótico, e desenvolveram um processo simples e econômico para sintetizá-la em laboratório.

A equipe de pesquisa IBMCP explica que quando uma planta é estimulada por um fator estressante, ela reage e ativa mecanismos que alteram os níveis de certos compostos. “Muitos compostos fenólicos são produzidos pelas plantas em resposta ao estresse biótico ou abiótico; estes compostos têm efeitos múltiplos, incluindo a atividade antioxidante”, disse o diretor do grupo de pesquisa Vicente Conejero.

Foi enquanto estudava essas circunstâncias anômalas das plantas- o estresse – que eles descobriram a indução deste composto. “Assim como a febre nos seres humanos é um alarme associado aos mecanismos de defesa, as plantas doentes têm um alarme semelhante, que é a síntese de uma série de compostos químicos. Um deles é o composto que descobrimos que tem uma capacidade antioxidante extraordinária. Além disso, somos capazes de sintetizá-lo em nosso laboratório”, explicaram os pesquisadores do IBMCP José María Belles e M. Pilar López.

A este respeito, deve-se ressaltar que o processo de síntese é simples e barato, portanto, os especialistas do IBMCP apontam, o composto está pronto para ser introduzido no mercado. Além disso, ele apresenta vantagens significativas em comparação com outros antioxidantes comerciais.

Fonte: Isaude.net (26/07/11)

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Acabo de assistir este vídeo bem interessante que mostra os benefícios da uva Tannat para quem o consome de forma moderada. Médicos no Uruguay estão até prescrevendo em receita médica. No Brasil os vinhos da Uva Tannat também surpreenderam, mostrando bastante resveratrol, o elixir da juventude. Viva o Tannat!

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Por muito tempo a cerveja e o vinho foram considerados vilões da saúde. E continuam sendo, se ingeridos em demasia. Há alguns anos, porém, extensas pesquisas médicas revelaram o lado benéfico do vinho, atuante na dieta de nonagenários em países europeus. O segredo do vinho — desde que consumido moderadamente — é a presença de substâncias como os polifenóis, que têm ação antioxidante e evitam o câncer. Os polifenóis atuam também como protetores do coração. Reduzem os índices de colesterol ruim, que pode dar origem às placas que se acumulam nas artérias e levam a acidentes cardiovasculares, como infartos e derrames. Mais recentemente, a cerveja e outras bebidas alcoólicas fermentadas demonstraram ter as mesmas propriedades, combatendo diabetes e hipertensão. No caso da cerveja, a substância protetora é o ácido fólico. Ele previne a formação de células cancerígenas e controla o metabolismo da homocisteína, um aminoácido que, em grandes quantidades, aumenta o risco de problemas cardíacos. Julio Vieira, médico epidemiologista do departamento de neurologia da Universidade de Columbia, em Nova York, explica como cerveja e vinho podem ser benéficos, indica a quantidade certa da bebida que pode ser ingerida sem prejuízos à saúde e fala dos perigos do exagero. Confira a entrevista no vídeo a seguir.

Siga o link para ver o vídeo: http://j.mp/gAyG37

Fonte: Veja ON-LINE

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