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Confesso que os vinhos elaborados com a uva Pinot Noir dificilmente me atraem, mesmo nos limites da Borgonha. Talvez por minha própria culpa. Nunca procurei me aprofundar, provando poucos rótulos. Mas essa historia está mudando. Prometo ser mais aplicado nessa matéria, rsrsrs.

Em recente jantar com amigos conheci o Sol de Sol Pinot Noir 2008, um exemplar sul-americano que me que me fez mudar de ideia. Sendo o melhor Pinot Noir que provei até hoje. É elaborado pela Viña Aquitania, no sul no Chile, aproximadamente 650 km de Santiago, em Traiguén.

Avaliação Pessoal: ST (93) – Chile – Traiguén – 13% – 100% Pinot Noir – envelhecimento em barris de carvalho franceses durante 12 meses – R$ 118,00Importadora Zahil

  • Visual apresentou uma cor rubi escura, sem halo de evolução. Nariz com complexidade, frutas vermelhas (cereja), notas florais, mentol, e toques elegantes de carvalho. Paladar elegante, com ótima acidez, bom corpo e equilíbrio. Evoluiu muito na taça, com várias nuances de sabor e aromas. Ainda jovem, demonstrou muita personalidade e um ótimo potencial de envelhecimento. Um vinhaço!!!

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A importadora Capixaba
Da Confraria promoveu em sua sede, ontem, 30 de Julho (segunda-feira), uma degustação com 12 vinhos. O evento foi voltado para o lançamento oficial da linha de vinhos chilenos
François Lurton Hacienda Araucano, tudo comandado pelo sommleier Cleber Alves, que descreve um pouco sobre a importadora e a vinícola no vídeo acima.

A vinícola acabou de receber o certificado de “vinhos biodinâmicos”, que nada mais é que a valorização do solo e da planta em seu habitat natural, através do uso de preparações e compostos de origem vegetal, animal e mineral (parte biológica), em épocas precisas, levando em conta as influências astrais e os ciclos da natureza (parte dinâmica).

A família Lurton tem vinho nas veias: dois patriarcas, irmãos, geraram uma descendência de cerca de 15 viticultores, enólogos, négociants, enfim: uma geração inteira dedicada ao vinho. Jacques e François, filhos de André Lurton, uma lenda em Bordeaux. Sempre tiveram idéias revolucionárias para os padrões conservadores franceses,fazem experimentos com uvas pouco tradicionais em regiões novas, defendem o uso do Screwcap, lançam mão de design arrojado misturado à cultura regional para promover seus vinhos. Iniciaram suas carreiras como consultores, trabalhando ao redor do mundo como flying winemakers. Sua experiência internacional rendeu-lhes contatos e uma interessante noção sobre a geografia vinícola de diversos países, onde começaram gradualmente a realizar sua produção própria. Decidiram então produzir vinhos de qualidade, mas com preços acessíveis, recorrendo a regiões secundárias em ascensão em países como o Chile, a Argentina e a Espanha, além de estabelecer parcerias com produtores no Uruguai, Austrália e Portugal.

Credito da foto acima: Arismario OLiveira

A turma escalada para avaliar os vinhos: Em pé; Sidney Santiago, André Andrès, Leonardo Conick (proprietário), eu, Tom (restaurante Timoneiro) e seu amigo. Sentados; Fred, Julio Lemos (Papaghut), Elvecio Faé (diretor ExpoVinhos Vitória), a Premier Sommelier Sonia Aiello, Cleber Alves e Rafael Dias (Espaço D.O.C).

Os vinhos na taça surpreenderam, em sua maioria apresentaram uma ótima relação custo beneficio com preços que vão de 29,00 a 329,00. O destaque em minha opinião ficou com os vinhos mais baratos, já que os mais caros tinham a obrigação de ser bom. Dos 12 vinhos 4 classifico como “Bom e Barato”.

Vinho Branco Kawin Sauvignon Blanc 2011 – Chile – 100% Sauvignon Blanc – Vale Central (Vale Casablanca, Curicó e Lolol) – 12,5% – R$ 29,00
ST (88)
– “Bom e Barato

A melhor relação custo x beneficio da noite, este SB, mostrou na taça aromas típicos de frutas tropicais e um leve herbáceo. O paladar é leve, frutado, acidez equilibrada e refrescante. Um vinho fácil de beber e entender a sua proposta. Ótima compra.

Vinho Branco – Araucano Sauvignon Blanc 2011 – Chile – 100% Sauvignon Blanc – Vale do Lolol – Vale do Colchágua - 12,5% – R$ 69,00ST (86)

Esse outro SB que 5% é fermentado em barrica, mostrou mais acanhado no nariz, menos exuberante que o primeiro. O paladar é cremoso, menos frutado, com mais características minerais, bom equilíbrio, boa acidez, com final agradável.

Vinho Branco GRAN ARAUCANO CHARDONNAY 2007 – Chile – 100% Chardonnay – Vale do Colchágua – 14% – R$ 129,00ST (88)

O Chardonnay mostrou aquele “encanto de degustação”, visual amarelo ouro, límpido, brilhante, aromas bastante intenso, lembrando manteiga de pipoca, mel, damasco, baunilha. O paladar e gordo, frutado, boa acidez, porém pecou no equilíbrio, a madeira poderia ter menor destaque, escondeu um pouco a fruta. Uma questão de gosto pessoal.

Vinho Tinto Kawin Cabernet Sauvignon 2010 – Chile – 100% Cabernet Sauvignon – Vale Central – 13% – R$ 29,00ST (86)

Vinho que atende sua proposta, leve, frutado, sem maior pretensão, excelente opção para festa.

Vinho Tinto ARAUCANO RESERVA CABERNET SAUVIGNON 2009 – Chile – 100% Cabernet Sauvignon – Vale do Colchágua – 14% – R$ 49,00
ST (88)
– “Bom e Barato

O CS reserva já mostra uma maior complexidade, aromas de pimenta do reino moída na hora, frutas negras e vermelhas. Paladar mostrou taninos firmes, bom corpo, frutado e uma acidez adequada. Ótima opção para um churrasco.

Vinho Tinto ARAUCANO RESERVA CARMENÉRE 2010 – Chile – 100% Carmenére – Valle de Colchagua – 13,5% – R$ 49,00
ST (87)
– “Bom e Barato

O Carmenére também me agradou, notas típicas de pimentão, especiarias e frutas vermelhas. O paladar é frutado, bom corpo, boa acidez e uma boa persistência.

Vinho Tinto ARAUCANO RESERVA PINOT NOIR 2010 – Chile – 100% Pinot Noir – Vale Central – 13,5% – R$ 69,00ST (88)

Muito morango maduro, groselha e cereja. Paladar fresco, corpo leve, fácil de beber e de agradar.

Vinho Tinto HUMO BLANCO 2008
- Chile – 95% Pinot Noir e 5% Syrah – Vale do Lolol – 15,5% – R$ 109,00ST (90)

Mais contido no nariz, porem com uma boca deliciosa, cremoso, frutado, madeira muito bem colocada, equilibrado e um final longo.

Vinho Tinto ARAUCANO RESERVA SYRAH 2011 – Chile – 100% Syrah – Valle de Colchagua – 14,5% – R$ 65,00
- ST (88) – “Bom e Barato

Vinho bastante agradável, muito redondo, pronto, fruta docinha, um verdadeiro “vinho feminino”.

Vinho Tinto CLOS DE LOLOL 2009 – Chile – 38% Carmenere, 28% Cabernet – Sauvignon, 20% Syrah, 14% Cabernet Franc – Vale do Lolol – 18 meses em barricas de segundo uso – 14,5% – R$ 109,00ST (90+)

Esse corte apresentou notas de anis, floral e frutas vermelhas. O paladar tem bom corpo, taninos finos, boa acidez e boa persistência final.

Vinho Tinto GRAN ARAUCANO CABERNET SAUVIGNON 2009 – Chile – 100% Cabernet Sauvignon – Vale do Colchágua - 18 meses em barricas (70% novas, 30% de segundo uso) – 14,5% – R$ 149,00ST (90+)

A primeira nota no nariz foi a ade azeitona preta, que se dissipou abrindo muita fruta, ameixa, goiaba e um fundo de baunilha. O paladar é denso, boa acidez, gerando um frescor agradável, frutado, leve mineral, com um final agradável.

Vinho Tinto ALKA CARMENERE 2009 – Chile – 100% Caemenére – Vale do Colchágua – 18 meses em barricas de carvalho – 15% – R$ 329,00ST (92+)

Com toda a obrigação de ser bom, Alka, o TOP da vinícola, apresentou notas exuberantes no nariz, café torrado, caixa de charuto, madeira nobre, fruta vermelha e baunilha. O paladar confirma a qualidade e as notas do nariz, muito cremoso, frutado, equilibrado, precisando de uns anos em garrafa para apresentar maior complexidade. Belo vinho!

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Na noite de ontem, segunda-feira (4), a loja Ville du Vin recebeu um grupo seleto de enófilos para um Jantar harmonizado com a linha da vinícola chilena Undurrada, Terroir Hunter (Caçadores de Terroir), promovido pela importadora Abflug e pelo seu representante no estado, Leonardo Dantas.

Provamos sete vinhos da linha de um dos projetos mais interessantes do Chile, chamado T.H. (Terroir Hunter).

Aos cuidados do jovem enólogo Rafael Urrejola, que conta com consultoria de Pedro Parra, a linha T.H, em resumo, tem por filosofia a procura de pequenas parcelas de vinhedos de norte ao sul do Chile, onde o terroir consiga expressar de forma particular suas características. Para se ter uma ideia da busca pela perfeição, são usados satélites para ajudar na precisão do melhor terroir. Muito interessante poder verificar na taça o que um terroir pode influenciar nos aromas e sabores de um vinho, mesmo sendo de regiões tão próximas.

Gerente de Vendas João Batista da Silva apresentando o conceito Terroir Hunter

Focada na construção de marcas com um modelo único de atendimento ao mercado de vinhos no Brasil, a importadora Abflug chegou há três anos com a missão de incrementar a relevância da bebida no consumo nacional. Foi criada por um grupo de profissionais com experiência comprovada em empresas líderes das indústrias de vinhos e destilados, que decidiram lançar seu próprio negócio. Baseado nas melhores práticas dos mercados de distribuição de bebidas e de produtos de consumo, somada à paixão por vinhos, os sócios da abflug propõem uma nova forma de tratar o vinho no Brasil.

Tem em seu portfólio, vinícolas como a australiana Yellow Tail, a argentina Jean Busquet, a portuguesa Portas de Lisboa, a italiana Cascin Adelaide e a chilena Undurraga.

Os vinhos:

Começamos com a linha Sauvignon Blanc, inclusive provando o branco ganhador do novo mundo no Top Ten da ExpoVinis 2012.

T.H – Terroir Hunter Sauvignon Blanc 2011 – Valle do Casablanca – 100% Sauvignon Blanc – Envelhecimento Inox – RP (90) – ST (90) – R$ 100,00

  • Nariz intenso, remetendo a notas de frutas tropicais maduras (maracujá, melão) e cítricas (limão e tangerina). Paladar apresentou muito frescor, corpo leve, frutado, com final agradável e com média persistência.
  • Badejo ao molho agridoce de azeite, passas e nozes

T.H – Terroir Hunter Sauvignon Blanc 2011 – Lo Abarca – 100% Sauvignon Blanc – Envelhecimento Inox – RP (91) –ST (90) – R$ – Campeão Top Tem ExpoVinis 2012 – Melhor branco do novo mundo. – R$ 100,00

  • Herbáceo interessante, lembrando erva doce, maçã verde, cajá, manga e um fundo mineral. Corpo médio, boa acidez, bom ataque, álcool equilibrado. Persistência longa.

Peras assadas em sal grosso com folhas vermelhas

T.H – Terroir Hunter Sauvignon Blanc 2010 – Leyda – 100% Sauvignon Blanc – Envelhecimento Inox – RP (90) – ST (91) – R$ 100,00

  • Um vinho com bastante intensidade aromática, destaque nos toques vegetais de aspargos além de mineral e frutas como pêssego e pêra. Corpo leve e elevada acidez, tem persistência aromática boa nas notas de frutas. Final de grande frescor. O melhor dos três em minha opinião.
  • Ceviche de Salmão e badejo com ovas de Musuol

2 tintos da uva Pinot Noir de terrois destintos:


T.H – Terroir Hunter Pinot Noir 2010 – Leyda – 100% Pinot Noir – Envelhecimento 10 meses em barricas 20% de primeiro uso – AWOCA (Melhor Pinot Chileno) –ST (90) – R$ 99,00

T.H – Terroir Hunter Pinot Noir 2009 – Casablanca – 100% Pinot Noir – Envelhecimento 10 meses em barricas 15% de primeiro uso– DES (91) –ST (91) – R$ 99,00

  • Os dois Pinots se mostraram muito bons, aromáticos. O do valle de leyda com maior destaque para a fruta, limpa. O de Casablanca aliou a fruta vermelha com um fundo tostado, caramelo maravilhoso. Paladar dos dois destacado pelo frescor, dando suporte a um prato robusto como o Risoto, foto abaixo.
  • Risoto Bourguignon – Cubos de filé mignon, vinho tinto, ervas de provençe, tomilho fresco, cebolas baby e cogumelos paris.

2 Tintos da uva Syrah de terrois destintos:


TH – Terroir Hunter Syrah 2010 – Limari – 100% Syrah – Envelhecimento 12 meses em barricas 25% de primeiro uso– DES (91) –ST (89+) – R$ 99,00

T.H – Terroir Hunter Syrah 2010 – Maipo – 100% Syrah – Envelhecimento 10 meses em barricas 30% de primeiro uso– DES (91) –ST (88+) – R$ 99,00

  • A linha Syrah se mostrou primária. Nariz um pouco fechado, compensado por um paladar macio, frutado, sem maior complexidade. Acredito que vai ganhar muito com tempo.
  • Costelas de cordeiro em manteiga noisette, alecrim e alho confitados com batatas gratinadas.

Sobremesa

  • Panacota de chocolate, biscuit de chocolate com frutas vermelhas e milkshake de chocolate e avelã.

A turma que girou a taça:

Boris Azevedo (Sommelier), Amadeu Maciel (Ville du Vin, comandante) e Don Oleari (mestre)

Vanderlei Martins (Supermercados Carone)

Marli Siqueira e Sr. André Andrès (A gazeta)

Gustavo Buteri (#moedor) e Helio Massoni (#moedorzinho) Enótria Vinhos

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A Patagonia é a mais austral de todas as regiões argentinas, abençoada com condições climáticas muito especiais que se traduzem em vinhos maduros e compactos, mas pontuados pela vivacidade da fruta.

A família Schroeder, uma das pioneiras nestas altas latitudes, encarou com paixão e visão empreendedora o projeto de buscar neste terroir grandes vinhos, e felizmente encontrou, em seus 140 hectares no promissor vale de San Patricio del Chañar, no noroeste da provincia de Neuquén, não somente o fóssil de um gigantesco dinossauro, mas a possibilidade de criar vinhos únicos. Em 2002 concluíram a construção de uma bodega com todos os avanços que a tecnologia permite.

Ao lado do vibrante enólogo Leonardo Puppato os Schroeder contarão também com a sábia consultoria do consagrado Paul Hobbs, nas safras vindouras.

Avaliação pessoal: ST (90+)

Sabe aquele vinho que quando colocamos no nariz nos faz abrir um sorriso, este é um deles. Visual vermelho rubi brilhante, aromas explosivos de frutas vermelhas, tosta, e uma bananada, não enjoativa incrível, que me agradou bastante. O paladar mostra bom corpo, superior aos Pinots do novo mundo que já degustei, aveludado, confirmando o nariz com muita fruta, acidez equilibrada, com bom final de boca longo e agradável.

Argentina – Patagonia – Neuquén – Valle de San Patricio del Chañar – Seleção de vinhedo – Cuartel #14 – 100% Pinot Noir – 14,5% – 13.000 garrafas – Importador Decanter

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Como é bom poder falar de vinhos com uma qualidade real na taça. Na noite de terça feira 31/08 desembarcou em Vitória-ES a turma da loja virtual Wine
junto ao proprietário da vinícola chilena Calyptra. Pessoa de fino trato, alegre, fez o clima da noite ficar bem descontraído. Além de dono de vinícola, José Zarhi é um grande cirurgião plástico por lá, estilo Pitangui, uma fera.


José Zarhi (Proprietário da Calyptra)

O local escolhido para apresentação dos vinhos foi o restaurante La Pasta Gialla que convocou nada menos que o grande Chef e proprietário da marca Sergio Arno
para preparar os pratos com exclusividade para os convidados.

Rogério Salume (Wine), Sergio Arno (Chef) e Manoel Luz (Sommelier Wine)

A vinícola ficou por dois anos fora do mercado nacional e voltando com a promessa de um trabalho focado com exclusividade de venda para a wine, hoje a maior loja web da América latina.

Ao começar a degustação, lendo as fichas técnicas, fiquei surpreso com o tempo de barrica que é única para todos os seus vinhos, 24 meses. Perguntei sobre como isso poderia ser feito sem que o vinho virasse um suco de madeira. Rogerio Salume um dos dos sócios da Wine e um grande conhecedor em loco dos vinhos me explicou que as barricas são montadas por lá, seu enólogo, François Massoc, monta e prepara pessoalmente, assim dando um toque especial, adequando a tosta para cada tipo de vinho. Dois vinhos, o Sauvignon Blanc e o Cabernet Sauvignon Zahir 2007 foram destaque no guia descorchados 2011, recebendo notas bem altas. A produção é super limitada, com uma minúscula produção, realmente uma boutique.

Pessoalmente achei os vinhos em geral muito honestos, equilibrados com madeira muito bem colocada, não passando por cima da fruta e sim potencializado as suas qualidades. Destaco o Chardonnay Gran Reserva, um vinho que digo ser obrigatório em qualquer adega o Brasil. O Zahir o melhor Cabernet Sauvignon do Chile, mostra grande qualidade, um potencial de envelhecimento incrível, merecendo bons anos de guarda.


Calyptra Chardonnay Gran Reserva 2007 – 100% Chardonnay – R$ 90,00 – ST (92)

Calyptra Pinot Noir Gran Rserva 2007 – 100% Pinot Noir – R$ 90,00 – ST (87)


Calyptra Cabernet Sauvignon Gran Reserva 2007 – 100% Cabernet Sauvignon – R$ 60,00 – ST (88)

Calyptra Inédito Limited Edition – Merlot 85% e Cabernet Sauvignon 15% – R$ 180,00 – ST (90)


Calyptra Zahir 2007 – 100% Cabernet Sauvignon – R$ 390,00 – ST (91+)

Harmonizações da noite!

Parabéns a toda a equipe Wine, Rogério Salume, Anselmo Endlich. Manuel Luz, Helena Heringer e Diana Pádua.

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Comprar um Champagne com preço na faixa de 80 reais é incógnita, dá para ficar cabreiro com a sua qualidade. Na noite de sexta feira um amigo levou para abrir os trabalhos, o Montaudon Brut, comercializado no Brasil pela wine.com.br, onde tive a oportunidade de avaliar sua qualidade na taça.

A Maison Montaudon iniciou sua história em 1891 quando Auguste Louis resolveu usar seus conhecimentos para elaborar seu próprio champagne, na região de Epernay. Hoje a vinícola faz grupo LVMH (Louis Vuitton Moet Hennessy), um dos maiores do mundo.

Avaliação Pessoal: ST (86)

Visual amarelo palha, perlage fina e persistente. Seus aromas lembram frutas brancas e um leve floral. O paladar apresenta leve cremosidade, acidez adequada e equilibrada, liberando bom frescor, frutado com final agradável. Faltou um pouco de tipicidade, às cegas dificilmente falaria ser um Champagne, mas não decepcionou, adequado dentro de sua faixa de preço.

França – Champagne – Pinot Noir(45%), Chardonnay(25%), Pinot Meunier(10%) e Variedades(20%) – 12% – Wine.com.br – R$ 80,00

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