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Na noite desta terça-feira participei de um jantar harmonizado promovido pela dupla dinâmica Helio Massoni e Simey Santos, da Enótria, em parceria com a Importadora Vinci, no restaurante Mexido, aqui na capital capixaba. Para apresentar os vinhos esteve em vitória os representantes da importadora, Rafael Porto e Ederson Possatti, que deram conta do recado.

Filha do grande Nicolas Catena, o principal e mais respeitado nome do vinho argentino, Laura Catena é conhecida em todo mundo como embaixadora da uva Malbec. Estudou biologia em Harvard e medicina em Stanford, mas abandonou a medicina para dedicar-se a viniticultura em meados dos 90. É braço direito do pai nas Bodegas Catena Zapata como vice-presidente e ainda encontra tempo para dirigir suas próprias vinícolas, Luca (homenagem ao seu filho de mesmo nome) e La Posta. 

Os belos vinhos de Laura Catena

O cardápio foi desenvolvido pela equipe do restaurante mexido, comandada Chef Ana Beatriz Seguchi, junto ao Sommelier da Enótria Helio Massoni. Foi um show de qualidade, aonde a gastronomia formou uma parceria perfeita com os vinhos.

Prato: Mini dourado de brie com salada e redução de tangerina – (Nota 1000)

Começamos a noite com o Luca Chardonnay 2009 (uvas da Borgonha), R$ 149,00, ST (91). Passou por 12 meses em carvalho. Nariz com nota de abacaxi maduro, manteiga, damasco e mel. Paladar Cremoso, gordo, com ótima acidez dando suporte ao peso, com um final longo. Segundo Robert Parker, este soberbo branco é o candidato ao melhor Chardonnay da Argentina entra ano e sai ano, tendo merecido consecutivamente 92 pontos na safra de 2009. 

Prato: Camarões ao molho de ostra e gengibre (Picante)

Luca Pinot Noir 2009 (uvas da região de Pomar na França), R$ (149,00), ST (91). Aromas tradicionais de cereja, floral, terroso, taninos macios, ótima acidez, equilibrado. Aguentou bem o prato bastante picante. Recebeu 93 pontos de Robert Parker nessa safra de 2009, a nota mais alta concedida pelo crítico a um Pinot Noir argentino!  

Prato: Riso al Salto (rabada desfiada) – para comer de joelhos!

Luca Syrah Laborde Double Select 2009, R$ 142,00, ST (92). Visual perece petróleo, aromas de frutas maduras, couro e carne defumada, com notas de tostado de carvalho e especiarias. O paladar é rico, exuberante, com taninos bem estruturados, com fruta em compota e pimenta. Muito longo e persistente.

Prato: Escalope negro (no carvão), com legumes churrasqueados e purê de aipim. TOP

O quarto prato foi harmonizado com os dois vinhos TOP da vinícola; BESO DE DANTE 2009 (homenagem ao filho de meio de Laura Catena), R$ 189,00, ST (94), um corte de Cabernet Sauvignon (45%) e Malbec (55%), com uvas vale do Uco de 3 vinhedos diferentes,  um de Gualtallary com 1500 de altitude. Na taça mostra uma elegância incomum aos vinhos argentinos, muito cremoso, potente, um vinhaço.

O outro TOP é o LUCA MALBEC 2009, 100% Malbec, R$ 180,00, ST (91+), poderoso, mostra muita estrutura, gordo, porém com uma madeira destacada, que esconde a fruta tanto no nariz, quanto na boca. Mais vamos esperar, acho que mais uns 2 aninhos em garrafa essa madeira vai integrar.

Parfait de banana com chocolate, para fechar a noite com uma dose de glicolse!

MEXIDO RESTAURANTE - R Affonso Cláudio 259 lj 4 - Praia Canto – Vitória, ES | CEP: 29055-570 – Tel: 3315.80.92

Enótria – Av. Rio Branco, 1383 – Praia do Canto – Vitória-ES – 55 (27) 3345-8696 -  enotria@enotria-es.com.br

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Na noite passada participei a convite da importadora Ana Import, representada no estado pelo casal Patrick Ribeiro e Débora Veronez, de um Wine Dinner para apresentação da Bodega Finca Decero no restaurante Soeta aqui na capital Capixaba. O evento contou a presença vice-presidente de Marketing & Vendas da vinícola, a simpática Stephanie Morton-Small e o gerente nacional de vendas da importadora, Ricardo Portela.

Em síntese, a finca “Decero” que significa “a partir do zero” é uma Bodega nova localizada na região de Agrelo na Argentina, a 1.050 metros acima do nível do mar, o mais elevado da região, aos pés da Cordilheira dos Andes. O nome “Remolinos” Vineyards vem de redemoinhos, rajadas de vento em forma de espiral que buscam deu caminho entre as videiras. O investimento é descomunal patrocinado por um dos 140 homens mais ricos do mundo e apaixonado pelo vinho, o Suiço Thomas Schmidheiny, que também tem vinhos na Austrália, Califórnia e Suíça. No Site da vinícola você tem uma vasta informação sobre a vinícola > www.decero.com.

Na noite tive a oportunidade de provar todos os vinhos da linha e verificar a compatibilidade com a gastronomia do Soeta, que mostrou uma qualidade não só nos pratos, mas também no serviço.

Abaixo descrevo a minha avaliação pessoal que simboliso com “ST”. Tive como parceiros na mesa o casal Carlos Oliveira e Rocío Muiño López, no qual troquei informações sobre os vinhos degustados.

Finca Decero Syrah 2007 Remolinos Vineyard – 100% Syrah – 14,5% alc – Preço médio 90,00 – ST (87)

  • Visual rubi, aroma de frutas vermelhas, açucar queimado e leve especiarias. O paladar apresenta médio corpo, taninos macios, acidez equilibrada, retro-olfato frutado, com final agradável.

Finca Decero Malbec 2008 Remolinos Vineyard – 100% Malbec – 14,5% alc – Preço médio 90,00 – ST (90)

  • Visual rubi intenso, aromas de frutas negras, café, mamão, com traços florais e de alcaçuz. O paladar apresenta bom corpo, doce, boa acidez com ter de álcool e madeira bem equilibrados. O final é longo.

Finca Decero Cbernet Sauvignon 2008 Remolinos Vineyard – 100% Cabernet Sauvignon – Preço médio 90,00 – ST (86)

  • Este vinho, um Cabernet, no meu entender foi prejudicado pelo confrunto com vinhos mais doces, frutados, se perdendo um pouco.
  • Visual granada, aromas levemente floral e ervas, paladar seco, austero, elegante, médio corpo. Um vinho para ser degustado sem concorrentes, solo, para paladares mais exigentes.

Finca Decero Mini Ediciones Petit Verdot 208 Remolinos Vineyard – 100% Petit Verdot – Preço médio 180,00 – ST (93+)

  • Como o nome sugere, Mini Ediciones, são parcelas altamente limitadas de vinhos que considerados como pequenas jóias. Foi destaque na revista Gula como melhor compra do Ano.
  • Visual violeta intenso e brilhante, aromas explosivos, lembrado jasmin e um mix de frutas vermelhas e negras. O paladar se apresenta gordo, amplo, enche a boca com taninos finos e uma ótima acidez, mineral, retro-olfato frutado com final bastante longo. Um vinhaço!

Finca Decero AMANO 2008 Remolinos Vineyard – 64% Malbec, 30% Cabernet Sauvignon, 4% Petit Verdot, 2% Tannat – Preço Médio 300,00 – ST (95+)

  • AMANO quer dizer a mão, é o Top da vinícola, mostra todo a intenção da bodega em expressar sua qualidade. Passa por 20 meses em barricas de carvalho novos.
  • Visual rubi violácio intenso, aromas de frutas maduras, cassis e groselha, acompanhado de baunilha, tosta e couro. O paladar encanta no primeiro contato, textura aveludada, execelente acidez, frescor, mineral, fruta limpa de ótima qualidade e uma final que não chega….

Mesa super descontraida!

Ricardo Portela, Stephanie Morton-Small, Débora Veronez e Patrick Ribeiro

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Bodega Viluco pertence a uma cooperativa de produtores de vinho do Valle de Uco, Mendoza, Argentina, uma das melhores áreas de cultivo da Argentina e do mundo, 1.100 metros sobre o nível do mar.

A “Viluco”, única no seu gênero na região, que tem uma capacidade de 5 milhões de litros, com o desenvolvimento mais recente na tecnologia francesa.

Avaliação Pessoal: ST (89+) Best Buy

Um belo vinho que passa por 18 meses em barrica de carvalho francês. Ai você me pergunta, #putz, 18meses? Deve ser um suco de madeira….

Apesar de bem presente não esconde as demais características no nariz como a fruta madura, baunilha, chocolate e fumo. O paladar é pancada, muita fruta, madeira falando alto, médio corpo, taninos redondos com final longo. É uma excelente companhia para um churrasco!!!

Argentina – Valle de Uco/Mendoza – 100% Malbec – 14% – Preço: Abaixo de 40,00 – Sup. Perim

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Na noite de terça feira reunimos um grupo de amigos para conhecer alguns vinhos na loja Puerto Madero Winery em Vila Velha. Dentro de um giro na taça onde apreciamos vinhos California, Italia e Espanha, o vinho que realmente me chamou muita atenção na noite foi o espumante Argentino, Alma Negra Tikal, um Rosé Brut, método Champenoise, elaborado com 100% de uva Malbec que abriu os trabalhos.

A bodega Tikal foi criada por Ernesto Catena, filho de Nicolas Catena aonde teve uma base incrível vendo seu pai trabalhar. Com ele aprendeu a observar detalhes para a elaboração de grandes vinhos. Mas seguiu seu caminho, criando vinhos modernos com um estilo próprio.


Avaliação Pessoal: ST (90) = Muito Bom

Visual mostrando boa perlage, fina e persistente, intenso no nariz, apresenta notas de pêssego, frutas vermelhas, vegetais e cítricas. Na boca muito frescor proporcionado por uma acidez pronunciada, muita fruta, equilibrado, fácil de gostar.

Argentina – Mendoza – 2009 – 100% Malbec – 12,7% – Importador Mistral / Puerto Madero Winery R$ 70,00

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Bom dia meus amigos, na noite de ontem tive mais uma degustação daquelas de agradecer o dono do Universo. Em comemoração ao aniversário do meu amigo Welington Nascimento fomos recebidos em sua casa com um banquete regado a vinhos de alta gama.

Começo a falar do primeiro duelo da noite, aonde os atores principais foram dois vinhos Argentinos de altíssima qualidade da vinícola Catena Zapata
que aparecem com altas notas e em listas como a dos 50 melhores da America do Sul, no qual ficou em primeiro lugar.

A discussão para variar foi grande, não houve consenso, mais vou aqui emitir a minha opinião pessoal e tentar descrever suas diferenças, que vão além do terroir.

D.V Catena Nicasia 2003 – 100% Malbec – Vinhedos: Nicasia, Altamira, San Carlos – 24 meses de carvalho francês novo – 13,5% – importador MISTRAL – R$ 215,00 – ST (95)

  • Apesar de ser 2003 não mostrou nenhum sinal de evolução e sim um visual púrpura intransponível, aroma intenso de ameixa em calda e esmalte, incrível como os 24 meses de carvalho não transferiram aromas de baunilha característicos. O paladar mostrou uma elegância de um vinho top, aveludado, equilibrado, madeira muito bem utilizada e um final com longa persistência.


D.V Catena Adrianna 2003 – 100% Malbec – Vinhedos: Adrianna, Gualtallary, Tupungato – 24 meses de carvalho francês novo – 13,5% – Importador Mistral – R$ 215,00 – ST (95+)

  • Visual ainda mais escuro que o primeiro, aromas mais concentrados, frutas negras, esmalte falando alto, licoroso, as cegas diria ser um bom português, álcool aparecendo um pouco. No paladar é gordo, taninos firmes, acidez equilibrada, amplo, complexo em sabores com longo final. Acho ser um vinho mais longevo e robusto.

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Mais um vinho da vinícola Pascual Toso, depois de degustar seus espumantes e o Top Magdalena Toso, o Vivendo a Vida prova o Finca Pedregal 2006, região de Barrancas-Maipú, Mendoza, um corte 80% Malbec e 20% Cabernet Sauvignon, onde passa por 18 meses em barrica, sendo a Malbec em carvalho americano e a Cabernet Sauvignon em carvalho francês. Após descansa mais 10 meses em garrafa antes de ir para o mercado. Graduação alcoólica 14,5%.

Avaliação Pessoal: ST (91+)

Na taça sua cor parecia petróleo de tão escura. Os aromas se mostraram ainda primários, baunilha, coco e uma madeira um mouco exagerada que com tempo deve se integrar. O paladar é firme, robusto, literalmente uma pancada, parece que estamos mastigando o vinho. Uma ótima opção para acompanhar um corte de carne! Preço médio R$ 170,00.

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Pascual Toso – Avaliações

Depois de me desapontar com um Malbec argentino da mesma safra, falo agora do Clos de Los Site 2006, Mendoza, um corte 50% Malbec, 30% Merlot, 10% Syrah e 10% Cabernet Sauvignon. Este vinho é elaborado por Michael Rolland um dos mais requisitados consultores do mundo. Esteve semana passada no Brasil aonde concedeu uma coletiva para jornalistas e blogueiros, aonde falou mais sobre o futuro e a atual condição do vinho brasileiro. É muito criticado pelos métodos utilizados na elaboração de seus vinhos, formatando uma ditadura de qualidade, eliminando de forma lenta mais continua a tipicidade regional de qualquer país que trabalhe.

Os sete parceiros do projeto Clos de los Siete são: Laurent Dassault, também de Bordeaux, cuja família são os donos da Dassault Aviation, bem conhecida na França para a construção de aeronaves, incluindo o famoso jato Falcon e lMirage; Benjamin de Rothschild , do Chateau Clarke em Bordeaux, e os companhia de financiamento, Edmond de Rothschild , a família Cuvelier da propriedade St Julien de Chateau Léoville Poyferré ; a família d’Aulan da casa Champagne Piper Heidsick ; Catherine Péré Vergé , ex-proprietário do cristal fabricante Cristal d’Arque , mas também com interesses em Bordeaux comChateau Montviel e La Chateau Gravière .

Avaliação Pessoal: ST (90)

Visual ainda muito escuro, aromas típicos, com muita fruta madura, paladar confirma a fruta, bom corpo, equilibrado, taninos redondos, acidez presente, com média persistência final. Sem duvida um bom custo x beneficio, se não me engano na faixa dos 60,00 reais.

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Gostaria de começar este post falando de uma situação, delicada. Qual a função de um Blog? Na minha opinião, a maior qualidade de um blog é informar de forma verdadeira e imparcial, respeitando aqueles aos que acompanham e confiam em uma opinião pessoal. Por isso acho que devemos informar também sobre vinhos que na taça não apresentam um bom desempenho, mesmo que isso desagrade a interesses comerciais. Porque somente falar dos que gostou? Se somente relatarmos os bons, como ajudaremos os consumidores?

Bom, Achaval Ferrer dispensa comentários, é uma das maiores vinícolas da Argentina, aonde elabora grandes vinhos. Comprei 6 garrafas da safra 2006 se não me engano ha três anos atrás, na Expand, me referenciando pela nota atribuída por Jay Miller assessor de RP para alguns países, no qual concedeu 92 pontos e uma janela de consumo até 2020. Estamos em 2011, tendo supostamente ainda 8 anos e seis meses para uma total decadência. Mais na semana passada ao abrir uma garrafa tomei um susto. Toda aquela expectativa foi quebrada por um vinho sem expressão, desequilibrado, fruta sem encanto, sensação de aspereza, em fim, ruim. Na mesma noite abri uma garrafa de Clos de los Siete da mesma safra 2006, também comprado ha bastante tempo e o resultado foi outro, muita fruta, tipicidade, equilíbrio….

Pode ser que a garrafa estava com problema, então me comprometo que ao abrir a próxima, vou relatar a suas características aqui.

  • Respeito o trabalho de todos os envolvidos no vinho, desde os que plantam a uva até de quem vende na ponta. Mais não posso deixar de emitir uma opinião dentro da minha verdade.

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O que podemos esperar de um vinho elaborado por um enólogo que na sua infância teve o seu primeiro contato com o vinho provando Château d’Yquem na mesa com seu pai e começou a produzir seu primeiro vinho no pomar de sua casa? Esse foi o início da história de Paul Hobbs no mundo do vinho. Hoje Paul é hoje um dos maiores enólogos do mundo, pioneiro nos métodos usados na elaboração de seus vinhos e agraciado pelos críticos com altas notas.

O Magdalena Toso 2006 ST (91+) é um projeto seu, em parceria com a vinícola Argentina Pascual Toso, uma das mais respeitadas da região. É um corte de 70% Malbec e 30% Cabernet Sauvignon, que estagiou por 18 meses em barricas novas francesas.


Na taça o vinho se apresentou com aromas de baunilha, hortelã, coco e muita fruta madura. O paladar mostra ser um vinho mais refinado, não espere aquela super corpo, e sim corpo médio, seus taninos são domados, com uma textura aveludada, bom equilíbrio, madeira bem colocada e um final com boa persistência. Ai vem aquela pergunta: vale os 290,00 reais no qual é vendido? A minha resposta é: depende do bolso! Foi um super casamento com o Bife de Acho do Chef Ivan di Cesar…

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Magdalena Toso

O Obra Prima Gran Reserva Familiar Maximus é um daqueles vinhos que impõem respeito. Garrafa robusta, pesada, rótulo brilhante, que chama pela beleza. É elaborado com um corte de 66% Malbec, 17% Syrah e 17% Cabernet Franc, que matura por 18 meses em barrica de carvalho francesa nova.

A Família Cassone conta com três vinhedos localizados a sudoeste da cidade de Mendoza, Luján de Cuyo, considerado como uma das melhores regiões da Argentina, da onde é extraído um dos melhores Malbecs do mundo.

Avaliação Pessoal: ST (92)

Visual vermelho vibrante, aromas de frutas vermelhas, baunilha e especiarias. Na boca mostra bom corpo, taninos macios, madeira na medida, fruta limpa de grande qualidade. Um vinho que se destaca pelo equilíbrio, dando bastante prazer na degustação.

Argentina – Mendoza – 14,5% – R$ 190,00 – Importador: Obra Prima

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O excesso de álcool é prejudicial à saúde! Se beber não dirija!