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No dia 28 de setembro tive a oportunidade de conhecer vários rótulos brasileiros no CIC (Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves), evento intitulado “Volta ao Brasil Vitivinícola em sessenta minutos“. Por lá apesar do tempo curto pude provar com atenção a linha de espumantes e um chardonnay da vinícola Quinta Don Bonifácio.

Quinta Don Bonifácio é uma vinícola familiar, comandada pelos irmãos Marina e Gonçalo Libardi (foto acima). Está situada a 800 metros de altitude em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul. O projeto nasceu no ano de 2000 com a construção do Vinhedo Santa Lúcia e do Vinhedo São Francisco.

A produção teve inicio em 2007, e hoje gira em tordo de 150 mil garrafas ano, estando focada na elaboração de espumantes, que domina com 80% desse total, demonstrando o que há de melhor em nosso terroir.

A linha básica é composta de 4 rótulos, Moscatel, Brut, Rosé, Brut Rosé. Provei dois rótulos, vamos a eles:

Quinta Don Bonifácio Brut – 12% – ST (87)
- Elaborado pelo método Charmat, é um corte de Merlot e Chardonnay. Apresenta um visual amarelo palha, límpido e brilhante, perlage intensa, bolhas pequenas e persistentes. O aroma tem notas de frutas como melão e maça, com um fundo de leveduras. Paladar com toque aveludado, boa fruta, equilibrado e um final persistente. Uma beleza de espumante. R$ 39,00.

Quinta Don Bonifácio Brut Rosé – 12% – ST (87)
– Um corte inusitado de Chardonnay, Merlot e Sangiovese. Visual tendendo a cereja, límpido e brilhante, com perlage fina e pesistente. No nariz destaca as notas de frutas vermelhas, como morango e framboesa. O paladar é fresco com notas frutadas.

A linha Habitat é composta por 6 rótulos, Cabernet, Merlot, Licoroso, Champanoise, Brut Rosé e um Chardonnay. Provei dois rótulos, Champenoise e o Chardonnay (tranquilo).

Quinta Don Bonifácio Brut Champenoise 2009 – 12% – ST (90)
– Elaborado pelo método Champenoise, o mesmo usado por espumantes da região de Champagne, com as uvas Chardonnay 50% e Pinot Noir 50%. Permaneceu por 18 meses em contato com as leveduras. Foi o grande destaque na ExpoVinis 2012, classificado como TOP TEN. Apresenta um visual amarelo palha, límpido e brilhante, perlage intensa, bolhas finíssimas e persistente. Aroma complexo e delicado lembrando amêndoas, mel, leveduras e panificação. Agradável sensação de boca, fresco, equilibrado, com notas confirmando o nariz. Um espumante que impressiona pela sua qualidade. R$ 65,00.

Quinta Don Bonifácio Chardonnay – 13,5% – ST (88)
– Elaborado com 100% da uva Chardonnay e fermentado em tanque de inox. Apresenta um visual amarelo claro, límpido e brilhante. No nariz notas de frutas tropicais, bem como toques levemente amanteigados e de amêndoa. Na paladar o corpo é médio, com bom equilíbrio do álcool e a acidez, boa concentração de frutas, e com boa persistência. Agradável surpresa. R$ 55,00.

No Espirito Santo
a linha da Quinta Don Bonifácio pode ser encontrada na Casa do Porto de Vila Velha, fale com o Gil. Avenida Champagnat, 107, Praia da Costa Vila Velha – ES, 29100-010 – Telefone: 27 3329-3518

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Bom dia meus amigos, hoje é dia de #CBE (Confraria Brasileira de Enoblogs). A brincadeira é a seguinte. Todos os meses um confrade, blogueiro, escolhe um tema. A partir dai compramos as nossas garrafas e provamos, postando nossas impressões no primeiro dia de cada mês. Esse mês quem escolheu o tema foi o Blog Vivendo a Vida, “um vinho branco brasileiro, qualquer uva e preço”.

O vinho que escolhi foi o Don Laurindo Chardonnay 2011 que provei em recente visita a vinícola. É um 100% chardonnay que já ostenta no rótulo a D.O (Denominação de Origem). O Vale dos Vinhedos foi a primeira região com classificação de Denominação de Origem (DO) de vinhos no país. Sua norma estabelece que toda a produção de uvas e o processamento da bebida seja realizada na região delimitada do Vale dos Vinhedos. A DO também apresenta regras de cultivo e de processamento mais restritas que as estabelecidas para a Indicação de Procedência (IP), em vigor até a obtenção do registro da DO, outorgado pelo INPI. Um dessas normas determinam que a chardonnay tenha mínimo de 85% da variedade e tb mínimo de 11%, em volume. A chaptalização e a concentração dos mostos não são permitidas. Em anos excepcionais o Conselho Regulador da Aprovale poderá permitir o enriquecimento em até um grau. Poderá haver a passagem dos vinhos por barris de carvalho, mas não serão autorizados “chips” e lascas ou pedaços de madeira.

Avaliação Pessoal: ST *86 – Don Laurindo Reserva Chardonnay 2011 – 12% – R$ 36,00Aqui

Na taça o visual mostra um amarelo brilhante, nariz franco apresentando uma salada de frutas com notas de abacaxi, pêssego, maça verde e melão. Também achei notas florais. O paladar é seco, com boa concentração de fruta e uma certa mineralidade. Bom suporte de acidez, equilibrado, gerando bom frescor. Persistência média. Um vinho leve, fresco, ideal para esse calorão que está fazendo.

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Vinhos que expressam o Terroir, essa é a melhor definição para os vinhos da Viña Tarapacá. Na verdade os vinhos chilenos em geral me remetem ao inicio da minha caminhada com o vinho, trazendo grandes lembranças. Essa semana a importadora Épice promoveu o seu Wine Road Show, uma mini feira de vinhos, para apresentar algumas vinícolas de seu catálogo. Dentro delas a Vinã Tarapacá. Surpreendi-me positivamente e descrevo um pouco de sua história e a minha opinião sobre alguns rótulos abaixo:

Tarapacá, uma das vinícolas mais importantes do Chile, foi fundado em 1874 em Maipo Valley, com um forte compromisso para com a qualidade e consistência do vinho. Com marcas de renome como Gran Reserva ou Reserva Tarapacá. É um dos principais representantes de vinícolas do Novo Mundo. Ocupando 2.600 hectares no Vale do Maipo, considerado o berço do vinho chileno, sendo 600 hectares com vinhedos, apresenta um terroir único para o nascimento de vinhos com alta qualidade.

Tarapacá é integrante da Viña San Pedro Tarapacá Wine Group, que congrega vinícolas no Chile e Argentina, de grande prestígio internacional. VSPT Wine Group é segundo maior exportador de vinho chileno, estando presente em mais de 60 países, estando em primeiro lugar no segmento de vinhos finos no mercado chileno.

A busca pela melhoria de seus vinhos levou a Tarapacá testar vários terrois para os seus vinhos “brancos”. Até 2009, seus a uvas de seus vinhos brancos eram provenientes do Vale de Maipo, migraram para Casablanca em 2010 e encontraram o seu terroir perfeito em 2011, o Valle de Leyda, onde as uvas encontraram uma sanidade incrível, que se expressa na taça!

Tarapacá Gran Reserva Sauvignon Blanc 2011 – Valle de Leyda – 100% Sauvignon Blanc – R$ 63,00- ST (90)

Visual amarelo translucido, com reflexo verdeal, aromas de frutas (Caja, manga) e um leve herbáceo. Paladar seco, com médio corpo. Ótima acidez, equilibrada com o teor de álcool. Retrogosto herbáceo e de frutas. Persistência média.

Tarapacá Gran Reserva Chardonnay 2011 – 100% Chardonnay – Valle de Leyda – R$ 60,00 – ST (91)

Visual amarelo palha, aroma intenso, amanteigado, frutado (abacaxi e manga em compota) e madeira delicada (notas tostado e baunilha). Paladar com boa acidez, gordo, evemente alcoólico, persistência média a elevada. Retrogosto frutado, com manteiga tostada e madeira. Um belíssimo Chardonnay!

Tarapacá Gran Reserva Carmenére 2011 – 97% Carmenére e 3% Syrah – Maipo – R$ 60,00 – ST (89)

Visual granada, quase intransponível, aromas de frutas vermelhas maduras, cedro, com toques de pimentão e balsâmicos. Paladar seco, bom corpo; bom equilíbrio entre acidez e teor alcoólico e taninos macios. Retrosto de frutas vermelhas, com toques de madeira e uma leve tosta. Persistência média. Uma delicia de vinho. Fácil de beber e entender sua proposta!

Tarapacá Gran Reserva Merlot 2010 – 100% Merlot – Maipo – R$ 60,00 – ST (87)

Visual granada com um fundo rubi, aroma intenso de frutas, especiarias, toques de caramelo e animais. No paladar com corpo médio, boa acidez e taninos macios. Levemente alcoólico, com final bastante frutado e longo.

Tarapacá Gran Reserva Etiqueta Negra CS 2010 – 85% Cabernet Sauvignon e 15% Cabernet Franc – R$ 100,00 – ST (90)

Visual rubi, nariz com notas intensas de frutas vermelhas, herbáceo e de mentol. O paladar é seco, e de bom corpo. Boa acidez, elegante, equilibrado e taninos macios. Retrogosto de frutas vermelhas, madeira e especiarias. Persistência média.

Zavala 2008 – Cabernet Franc 41%, Cabernet Sauvignon 31% e Syrah 28% – Maipo – R$ 230,00 – ST (91)

Zavala, vinho premium, é um corte de variedades de qualidade superior, é elaborado somente em vindimas excepcionais das uvas mais sadias do Maipo. Visual púrpura, tingindo levemente a taça. Aroma intenso, muita fruta, cereja, toques balsâmicos, algum chocolate; notas florais, especiarias e, baunilha. Paladar seco, corpulento, com ótima acidez equilibrada para o álcool, taninos muito marcados, porém muito finos. Ótima concentração de sabor. Persistente. Fino!

Tarapacá Late Harvest 2011 – Sauvignon Blanc, Gewurstraminer e Riesling – R$ – ST (87)

Dourada de média para boa intensidade. Aroma de frutas tropicais maduras, maracujá, mel e um toque de caramelo. No paladar apresentou média untuosidade, acidez um tanto discreta, com certo predomínio do álcool. Persistência média, com final tostado.

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Na noite desta terça-feira participei de um jantar harmonizado promovido pela dupla dinâmica Helio Massoni e Simey Santos, da Enótria, em parceria com a Importadora Vinci, no restaurante Mexido, aqui na capital capixaba. Para apresentar os vinhos esteve em vitória os representantes da importadora, Rafael Porto e Ederson Possatti, que deram conta do recado.

Filha do grande Nicolas Catena, o principal e mais respeitado nome do vinho argentino, Laura Catena é conhecida em todo mundo como embaixadora da uva Malbec. Estudou biologia em Harvard e medicina em Stanford, mas abandonou a medicina para dedicar-se a viniticultura em meados dos 90. É braço direito do pai nas Bodegas Catena Zapata como vice-presidente e ainda encontra tempo para dirigir suas próprias vinícolas, Luca (homenagem ao seu filho de mesmo nome) e La Posta. 

Os belos vinhos de Laura Catena

O cardápio foi desenvolvido pela equipe do restaurante mexido, comandada Chef Ana Beatriz Seguchi, junto ao Sommelier da Enótria Helio Massoni. Foi um show de qualidade, aonde a gastronomia formou uma parceria perfeita com os vinhos.

Prato: Mini dourado de brie com salada e redução de tangerina – (Nota 1000)

Começamos a noite com o Luca Chardonnay 2009 (uvas da Borgonha), R$ 149,00, ST (91). Passou por 12 meses em carvalho. Nariz com nota de abacaxi maduro, manteiga, damasco e mel. Paladar Cremoso, gordo, com ótima acidez dando suporte ao peso, com um final longo. Segundo Robert Parker, este soberbo branco é o candidato ao melhor Chardonnay da Argentina entra ano e sai ano, tendo merecido consecutivamente 92 pontos na safra de 2009. 

Prato: Camarões ao molho de ostra e gengibre (Picante)

Luca Pinot Noir 2009 (uvas da região de Pomar na França), R$ (149,00), ST (91). Aromas tradicionais de cereja, floral, terroso, taninos macios, ótima acidez, equilibrado. Aguentou bem o prato bastante picante. Recebeu 93 pontos de Robert Parker nessa safra de 2009, a nota mais alta concedida pelo crítico a um Pinot Noir argentino!  

Prato: Riso al Salto (rabada desfiada) – para comer de joelhos!

Luca Syrah Laborde Double Select 2009, R$ 142,00, ST (92). Visual perece petróleo, aromas de frutas maduras, couro e carne defumada, com notas de tostado de carvalho e especiarias. O paladar é rico, exuberante, com taninos bem estruturados, com fruta em compota e pimenta. Muito longo e persistente.

Prato: Escalope negro (no carvão), com legumes churrasqueados e purê de aipim. TOP

O quarto prato foi harmonizado com os dois vinhos TOP da vinícola; BESO DE DANTE 2009 (homenagem ao filho de meio de Laura Catena), R$ 189,00, ST (94), um corte de Cabernet Sauvignon (45%) e Malbec (55%), com uvas vale do Uco de 3 vinhedos diferentes,  um de Gualtallary com 1500 de altitude. Na taça mostra uma elegância incomum aos vinhos argentinos, muito cremoso, potente, um vinhaço.

O outro TOP é o LUCA MALBEC 2009, 100% Malbec, R$ 180,00, ST (91+), poderoso, mostra muita estrutura, gordo, porém com uma madeira destacada, que esconde a fruta tanto no nariz, quanto na boca. Mais vamos esperar, acho que mais uns 2 aninhos em garrafa essa madeira vai integrar.

Parfait de banana com chocolate, para fechar a noite com uma dose de glicolse!

MEXIDO RESTAURANTE - R Affonso Cláudio 259 lj 4 - Praia Canto – Vitória, ES | CEP: 29055-570 – Tel: 3315.80.92

Enótria – Av. Rio Branco, 1383 – Praia do Canto – Vitória-ES – 55 (27) 3345-8696 -  enotria@enotria-es.com.br

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Na noite de ontem, segunda-feira (4), a loja Ville du Vin recebeu um grupo seleto de enófilos para um Jantar harmonizado com a linha da vinícola chilena Undurrada, Terroir Hunter (Caçadores de Terroir), promovido pela importadora Abflug e pelo seu representante no estado, Leonardo Dantas.

Provamos sete vinhos da linha de um dos projetos mais interessantes do Chile, chamado T.H. (Terroir Hunter).

Aos cuidados do jovem enólogo Rafael Urrejola, que conta com consultoria de Pedro Parra, a linha T.H, em resumo, tem por filosofia a procura de pequenas parcelas de vinhedos de norte ao sul do Chile, onde o terroir consiga expressar de forma particular suas características. Para se ter uma ideia da busca pela perfeição, são usados satélites para ajudar na precisão do melhor terroir. Muito interessante poder verificar na taça o que um terroir pode influenciar nos aromas e sabores de um vinho, mesmo sendo de regiões tão próximas.

Gerente de Vendas João Batista da Silva apresentando o conceito Terroir Hunter

Focada na construção de marcas com um modelo único de atendimento ao mercado de vinhos no Brasil, a importadora Abflug chegou há três anos com a missão de incrementar a relevância da bebida no consumo nacional. Foi criada por um grupo de profissionais com experiência comprovada em empresas líderes das indústrias de vinhos e destilados, que decidiram lançar seu próprio negócio. Baseado nas melhores práticas dos mercados de distribuição de bebidas e de produtos de consumo, somada à paixão por vinhos, os sócios da abflug propõem uma nova forma de tratar o vinho no Brasil.

Tem em seu portfólio, vinícolas como a australiana Yellow Tail, a argentina Jean Busquet, a portuguesa Portas de Lisboa, a italiana Cascin Adelaide e a chilena Undurraga.

Os vinhos:

Começamos com a linha Sauvignon Blanc, inclusive provando o branco ganhador do novo mundo no Top Ten da ExpoVinis 2012.

T.H – Terroir Hunter Sauvignon Blanc 2011 – Valle do Casablanca – 100% Sauvignon Blanc – Envelhecimento Inox – RP (90) – ST (90) – R$ 100,00

  • Nariz intenso, remetendo a notas de frutas tropicais maduras (maracujá, melão) e cítricas (limão e tangerina). Paladar apresentou muito frescor, corpo leve, frutado, com final agradável e com média persistência.
  • Badejo ao molho agridoce de azeite, passas e nozes

T.H – Terroir Hunter Sauvignon Blanc 2011 – Lo Abarca – 100% Sauvignon Blanc – Envelhecimento Inox – RP (91) –ST (90) – R$ – Campeão Top Tem ExpoVinis 2012 – Melhor branco do novo mundo. – R$ 100,00

  • Herbáceo interessante, lembrando erva doce, maçã verde, cajá, manga e um fundo mineral. Corpo médio, boa acidez, bom ataque, álcool equilibrado. Persistência longa.

Peras assadas em sal grosso com folhas vermelhas

T.H – Terroir Hunter Sauvignon Blanc 2010 – Leyda – 100% Sauvignon Blanc – Envelhecimento Inox – RP (90) – ST (91) – R$ 100,00

  • Um vinho com bastante intensidade aromática, destaque nos toques vegetais de aspargos além de mineral e frutas como pêssego e pêra. Corpo leve e elevada acidez, tem persistência aromática boa nas notas de frutas. Final de grande frescor. O melhor dos três em minha opinião.
  • Ceviche de Salmão e badejo com ovas de Musuol

2 tintos da uva Pinot Noir de terrois destintos:


T.H – Terroir Hunter Pinot Noir 2010 – Leyda – 100% Pinot Noir – Envelhecimento 10 meses em barricas 20% de primeiro uso – AWOCA (Melhor Pinot Chileno) –ST (90) – R$ 99,00

T.H – Terroir Hunter Pinot Noir 2009 – Casablanca – 100% Pinot Noir – Envelhecimento 10 meses em barricas 15% de primeiro uso– DES (91) –ST (91) – R$ 99,00

  • Os dois Pinots se mostraram muito bons, aromáticos. O do valle de leyda com maior destaque para a fruta, limpa. O de Casablanca aliou a fruta vermelha com um fundo tostado, caramelo maravilhoso. Paladar dos dois destacado pelo frescor, dando suporte a um prato robusto como o Risoto, foto abaixo.
  • Risoto Bourguignon – Cubos de filé mignon, vinho tinto, ervas de provençe, tomilho fresco, cebolas baby e cogumelos paris.

2 Tintos da uva Syrah de terrois destintos:


TH – Terroir Hunter Syrah 2010 – Limari – 100% Syrah – Envelhecimento 12 meses em barricas 25% de primeiro uso– DES (91) –ST (89+) – R$ 99,00

T.H – Terroir Hunter Syrah 2010 – Maipo – 100% Syrah – Envelhecimento 10 meses em barricas 30% de primeiro uso– DES (91) –ST (88+) – R$ 99,00

  • A linha Syrah se mostrou primária. Nariz um pouco fechado, compensado por um paladar macio, frutado, sem maior complexidade. Acredito que vai ganhar muito com tempo.
  • Costelas de cordeiro em manteiga noisette, alecrim e alho confitados com batatas gratinadas.

Sobremesa

  • Panacota de chocolate, biscuit de chocolate com frutas vermelhas e milkshake de chocolate e avelã.

A turma que girou a taça:

Boris Azevedo (Sommelier), Amadeu Maciel (Ville du Vin, comandante) e Don Oleari (mestre)

Vanderlei Martins (Supermercados Carone)

Marli Siqueira e Sr. André Andrès (A gazeta)

Gustavo Buteri (#moedor) e Helio Massoni (#moedorzinho) Enótria Vinhos

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Como é bom provar vinhos sem preconceito, tenho a oportunidade de conhecer muita coisa boa. Foi isso que aconteceu na noite de ontem. Abri mais um vinho brasileiro que me surpreendeu na taça, o “Monte Paschoal Virtus Chardonnay 2012“, por um custo incrível, R$ 14,95. Filho de uma histórica no Brasil, 2012, é elaborado pela vinícola Monte Paschoal, situada em Monte Bérico, distrito de Farroupilha.

A nova linha “Virtus” se caracteriza por vinhos frescos e leves. A inspiração para nova linha veio do jeito alegre e descontraído dos brasileiros. “É uma homenagem a essas qualidades e virtudes naturais que nos diferenciam e que fazem surgir de nossas terras vinhos agradáveis”, destaca o diretor comercial da vinícola, Fabiano Basso.

A Virtus Monte Paschoal é formada por sete vinhos finos – tintos Cabernet Sauvignon, Cabernet Sauvignon Suave, Merlot e Tannat,  brancos Moscato e Chardonnay, e Merlot Rosé -  com valores entre R$ 12 e R$ 18.

Avaliação Pessoal:
Monte Paschoal Virtus Chardonnay 2012″ – Na taça mostrou visual amarelo claro translúcido aromas de boa intensidade, lembrando pêssego. O paladar é bastante fresco, equilibrado, fácil de beber, com final de média persistência. Um vinho para ser degustado solo, em minha opinião, sem acompanhamentos. Vale a pena conhecer.

País: Brasil – Região: Farroupilha - Uva: Chardonnay 100% – Graduação Alcoólica: 12,5%

Onde comprar (Site Vinícola):  http://bit.ly/K75BgB

Preço: 14,95

Avaliação Pessoal: ST (84)

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É isso mesmo meus amigos, consegui algumas garrafinhas deste vinho chileno da vinícola Veramonte ao preço de 9,90. O seu preço normal é 25,00, que mesmo assim vale a pena ter na adega.

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Situada em S. João da Pesqueira uma das mais conhecidas zonas de produção de Vinhos de Mesa do Douro, a “Quinta de Cidrô” é a mais recente aquisição (1970) de entre as quatro grandes quintas da Companhia, tendo-se transformado num modelo de experimentação vitivinícola para toda a Região. Numa terra virgem, foi usada tecnologia de ponta para plantar as melhores castas, ao longo de uma área de 150 hectares e constitui a maior “mancha” de vinha numa só propriedade em toda a região Duriense.

Neste local privilegiado, algumas castas internacionais convivem amenamente com as castas da região. Chardonnay, Sauvignon Blanc, Semillon e a nobre e adaptável Cabernet Sauvignon são algumas das variedades internacionais que manifestam aqui as suas melhores características, quando combinadas com a enorme capacidade enológica disponibilizada pela empresa. Quanto às castas tradicionais ( Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinto Cão, Touriga Franca, Tinta Francisca, Alicante Bouschet e Tinta Barroca), estas continuam a demonstrar todas as suas potencialidades. 

Avaliação pessoal: ST (91)

  • Visual palha brilhante, aromas que lembram abacaxi, pêra, melão, mineral e uma manteiga bem sutil. O paladar mostra médio corpo, elegante, acidez equilibrada e refrescante, muito mineral. Seu final é levemente amanteigado e frutado com ótima persistência. Um achado!

Portugal – Douro – Real Companhia Velha – 100% Chardonnay – R$ 95,00 – Supermercado Carone

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Bom dia meus amigos, hoje sabadão dia 1° de outubro, falo um pouco sobre um vinho brasileiro para #CBE (confraria brasileira de enoblogs). O tema foi indicado pelo grande confrade Marcelo Di Morais, vinho branco brasileiro até 80,00.

Confesso que quando foi falado o tema “não” fiquei animado, como a maioria dos brasileiros, cheios de preconceito. Bom mais foi uma ótima experiência. Na verdade provo muito pouco os brancos brasileiros e tinha uma imagem atrasada sobre a sua qualidade. Provei também um tinto, que devo postar hoje também, que me foi colocado às cegas ontem também, no mesmo momento que provava o Fabian Reserva Chardonnay 2008.

Este vinho eu ganhei de um amigo ano passado e pesquisando hoje verifiquei que seu preço é 23,90 neste site > http://j.mp/nMVGcs.

Vinícola Fabian:

A família imigrou da Itália para o Brasil no final do século dezenove. A tradição vitivinícola herdada dos ancestrais foi favorecida pelo clima encontrado na região dos Vinhos dos Altos Montes.

A ascendência francesa traz consigo o “símbolo da flor-de-lis que caracteriza a marca Fabian”.

A Vinícola Fabian tem por filosofia produzir uvas e elaborar vinhos em pequena quantidade, com produção limitada e controlada para a satisfação plena do apreciador de vinhos.

Região:

É na microregião dos Vinhos dos Altos Montes, no município de Nova Pádua na Serra Gaúcha, que se situam os vinhedos da Família Fabian.

A altitude, topografia, solo e o clima são propícios para obtenção das excelentes uvas para estes vinhos especiais.

Avaliação pessoal: ST (90) = muito bom / Brasil – Nova Pádua – 100% Chardonnay – 13,6% – Preço 23,00

Vou tentar não ser exagerado, mais este vinho me surpreendeu muito. Talvez pela minha pouca experiência com os brancos nacionais. E não sabendo que já estávamos neste estágio de qualidade.

Visual amarelo palha, aromas que mostrou um leque de aromas, abacaxi, mel, amêndoas, floral que se alternavam na taça e durando uma hora de degustação com a mesma intensidade. O paladar é frutado e muito equilibrado. Uma característica que o deixaria melhor do que já é, seria uma acidez mais destacada. Mais no geral gostei muito e mostrou para mim que temos também no Brasil grandes vinhos brancos.

Parabéns para o produtor por conseguir elaborar um vinho que mudou o meu conceito sobre o vinho branco nacional.

Harmonizei com cogumelos Paris recheados com gorgonzola e gratinados com Grana Padano, uma maravilha!!!

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É possível confundir os dois vinhos Pouilly, Pouilly-Fuissé e Pouilly-Fumé, mais na taça eles são vinhos muito diferentes.

O Pouilly-Fuissé é elaborado com a uva chardonnay de Mâcon, na Borgonha, é um vinho bem encorpado e, geralmente amadeirado.

O Pouilly-Fumé é um vinho do Vale do Loire, próximo a Sancerre, no centro da frança, feito exclusivamente com Sauvignon Blanc, é pouco encorpado e mais fresco.

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