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Em recente evento de degustação promovido pela vinícola Dunamis na Escola de Gastronomia da Universidade de Caxias do Sul provamos em primeira mão um vinho brasileiro muito curioso, o Dumamis Merlotbranco” 2012.

Ai você me pergunta: A Merlot não é uma uva tinta? Julio César Kunz, diretor executivo da Dunamis e Emílio Kunz, consultor em enologia que estavam presentes explicaram que o vinho é elaborado a partir de uvas tintas da variedade Merlot. Seguindo o método Blanc de Noir, o suco da uva é separado imediatamente, evitando assim a extração da cor e dos taninos da casca. O vinho vem complementar a linha Shall We Dance, que tem ainda o Pinot Grigio, Cabernet Franc e o Merlot tinto.

A apresentação foi às cegas com demais vinhos. Na taça apresentou os aromas diferentes, como o de mamão papaia. Paladar fresco, leve, com boa acidez e um final persistente. Média de preço, R$ 39,00.

Os vinhedos Dúnamis situam-se na Campanha Gaúcha do Rio Grande do Sul, no Município de Dom Pedrito, a 18 km de Bagé, e também em Cotiporã, na Serra Gaúcha, onde produzem os espumantes.

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No dia 28 de setembro tive a oportunidade de conhecer vários rótulos brasileiros no CIC (Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves), evento intitulado “Volta ao Brasil Vitivinícola em sessenta minutos“. Por lá apesar do tempo curto pude provar com atenção a linha de espumantes e um chardonnay da vinícola Quinta Don Bonifácio.

Quinta Don Bonifácio é uma vinícola familiar, comandada pelos irmãos Marina e Gonçalo Libardi (foto acima). Está situada a 800 metros de altitude em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul. O projeto nasceu no ano de 2000 com a construção do Vinhedo Santa Lúcia e do Vinhedo São Francisco.

A produção teve inicio em 2007, e hoje gira em tordo de 150 mil garrafas ano, estando focada na elaboração de espumantes, que domina com 80% desse total, demonstrando o que há de melhor em nosso terroir.

A linha básica é composta de 4 rótulos, Moscatel, Brut, Rosé, Brut Rosé. Provei dois rótulos, vamos a eles:

Quinta Don Bonifácio Brut – 12% – ST (87)
- Elaborado pelo método Charmat, é um corte de Merlot e Chardonnay. Apresenta um visual amarelo palha, límpido e brilhante, perlage intensa, bolhas pequenas e persistentes. O aroma tem notas de frutas como melão e maça, com um fundo de leveduras. Paladar com toque aveludado, boa fruta, equilibrado e um final persistente. Uma beleza de espumante. R$ 39,00.

Quinta Don Bonifácio Brut Rosé – 12% – ST (87)
– Um corte inusitado de Chardonnay, Merlot e Sangiovese. Visual tendendo a cereja, límpido e brilhante, com perlage fina e pesistente. No nariz destaca as notas de frutas vermelhas, como morango e framboesa. O paladar é fresco com notas frutadas.

A linha Habitat é composta por 6 rótulos, Cabernet, Merlot, Licoroso, Champanoise, Brut Rosé e um Chardonnay. Provei dois rótulos, Champenoise e o Chardonnay (tranquilo).

Quinta Don Bonifácio Brut Champenoise 2009 – 12% – ST (90)
– Elaborado pelo método Champenoise, o mesmo usado por espumantes da região de Champagne, com as uvas Chardonnay 50% e Pinot Noir 50%. Permaneceu por 18 meses em contato com as leveduras. Foi o grande destaque na ExpoVinis 2012, classificado como TOP TEN. Apresenta um visual amarelo palha, límpido e brilhante, perlage intensa, bolhas finíssimas e persistente. Aroma complexo e delicado lembrando amêndoas, mel, leveduras e panificação. Agradável sensação de boca, fresco, equilibrado, com notas confirmando o nariz. Um espumante que impressiona pela sua qualidade. R$ 65,00.

Quinta Don Bonifácio Chardonnay – 13,5% – ST (88)
– Elaborado com 100% da uva Chardonnay e fermentado em tanque de inox. Apresenta um visual amarelo claro, límpido e brilhante. No nariz notas de frutas tropicais, bem como toques levemente amanteigados e de amêndoa. Na paladar o corpo é médio, com bom equilíbrio do álcool e a acidez, boa concentração de frutas, e com boa persistência. Agradável surpresa. R$ 55,00.

No Espirito Santo
a linha da Quinta Don Bonifácio pode ser encontrada na Casa do Porto de Vila Velha, fale com o Gil. Avenida Champagnat, 107, Praia da Costa Vila Velha – ES, 29100-010 – Telefone: 27 3329-3518

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Bom dia meus amigos, hoje é dia de #CBE (Confraria Brasileira de Enoblogs). A brincadeira é a seguinte. Todos os meses um confrade, blogueiro, escolhe um tema. A partir dai compramos as nossas garrafas e provamos, postando nossas impressões no primeiro dia de cada mês. Esse mês quem escolheu o tema foi o Blog Vivendo a Vida, “um vinho branco brasileiro, qualquer uva e preço”.

O vinho que escolhi foi o Don Laurindo Chardonnay 2011 que provei em recente visita a vinícola. É um 100% chardonnay que já ostenta no rótulo a D.O (Denominação de Origem). O Vale dos Vinhedos foi a primeira região com classificação de Denominação de Origem (DO) de vinhos no país. Sua norma estabelece que toda a produção de uvas e o processamento da bebida seja realizada na região delimitada do Vale dos Vinhedos. A DO também apresenta regras de cultivo e de processamento mais restritas que as estabelecidas para a Indicação de Procedência (IP), em vigor até a obtenção do registro da DO, outorgado pelo INPI. Um dessas normas determinam que a chardonnay tenha mínimo de 85% da variedade e tb mínimo de 11%, em volume. A chaptalização e a concentração dos mostos não são permitidas. Em anos excepcionais o Conselho Regulador da Aprovale poderá permitir o enriquecimento em até um grau. Poderá haver a passagem dos vinhos por barris de carvalho, mas não serão autorizados “chips” e lascas ou pedaços de madeira.

Avaliação Pessoal: ST *86 – Don Laurindo Reserva Chardonnay 2011 – 12% – R$ 36,00Aqui

Na taça o visual mostra um amarelo brilhante, nariz franco apresentando uma salada de frutas com notas de abacaxi, pêssego, maça verde e melão. Também achei notas florais. O paladar é seco, com boa concentração de fruta e uma certa mineralidade. Bom suporte de acidez, equilibrado, gerando bom frescor. Persistência média. Um vinho leve, fresco, ideal para esse calorão que está fazendo.

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Todos que acompanham o blog sabem da minha enorme paixão pelos vinhos antigos, evoluídos. Normalmente estamos acostumamos ter a referência dos vinhos do velho mundo, que teoricamente são mais longevos, e não dando crédito aos vinhos brasileiros, achando que não tem a capacidade de evoluir com qualidade. Esse conceito ou pré-conceito pode ser mudado com uma visita a adega rara da vinícola Don Laurindo no Vale dos Vinhedos (RS). Por lá Ademir Brandelli cuida com muito carinho de uma adega invejável com vinhos de sua vinícola, no qual habitam safras raras e antigas, algumas com mais de 30 anos.

No dia 26/09 desse ano visitei a vinícola e provei pela segunda vez o seu primeiro Tannat, que foi elaborado em 1995. A prova aconteceu na madrugada com os amigos Gil Mesquita (blog Vinho para Todos), Orestes Andrade Jr. (Ibravin), Morgana Miolo (Diretora de Marketing da Miolo), Marina Rossi (IstoÉ Dinheiro) e Gilmar Gomes (Fotógrafo). Foi mais uma noite incrível, no qual o vinho confirmou a sua capacidade de envelhecer com qualidade. Por lá provamos mais alguns vinhos, que descreverei aqui aos poucos.

Avaliação Pessoal: ST (91) Don Laurindo Tannat 1995

Visual acastanhado, com belo halo evoluído (alaranjado). Aromas remetendo aos vinhos da “Rioja”, notas de carne, madeira velha, mel, associado a frutas secas e especiarias. No paladar se mostrou macio, com caráter frutado, confirmando o nariz, redondo, boa acidez e longa persistência. Evoluiu muito bem. Saúde!

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Dando seguimento aos comentários da viagem ao Sul do Brasil, falo hoje um pouco sobre a visita a vinícola Casa Venturini. A vinícola está localizada coração da Serra Gaúcha, interior de Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul. Terra do Galo, lugar onde as tradições e mitos da imigração italiana foram preservados.

A história da vinícola começou em 1989, com uma estrutura familiar antiga, que nasceu na região nos anos 1970. No final dos anos 1980, uma joint-venture de São Paulo juntamente com um enólogo gaúcho assume a vinícola. Com o passar dos anos, a vinícola passou por uma cuidadosa reestruturação, porém mantendo suas características originais. Tudo de olho na qualidade, mas sem perder a herança cultural.

Em 1997, com nova mudança societária, a empresa passa a chamar-se Góes & Venturini. Em 2001, começa a produção da linha de vinhos finos, colocando no mercado produtos que posteriormente passariam a ser premiados em todo o mundo.

Em 2009, ao completar 20 anos, o empreendimento inicia uma nova etapa abrindo o parque vitivinícola para visitação turística, entrando no enoturismo do Brasil.

Felipe Bebber enólogo da vinícola.

Como estávamos com pouco tempo para a visita, partimos direto para a degustação de um de seus melhores vinhos, uma vertical do Chardonnay coma as safras de 2007, 2008, 2009, 2010, 2011 e a 2012, um verdadeiro privilégio.

Super premiado o Casa Venturini Chardonnay pelo 4º ano consecutivo fica entre as 16 amostras mais representativas da Avaliação Nacional de Vinhos, o evento mais importante do Brasil, no qual tive o privilégio de participar este ano. O melhor de tudo, o vinho custa R$29 na vinícola.

Não vou aqui fazer uma descrição individual dos vinhos. Achei todos muito parecidos, com notas de melão, banana e abacaxi. Na boca, um corpo médio, bom equilíbrio entre a acidez e álcool, sem amargor final. Retrogosto frutado, confirmando as notas do nariz e uma persistência final média. Destaque para a safra 2012 que apresentou bastante frescor, lógico, pela sua juventude.

Outro vinho degustado foi o Casa Venturini Tannat 2009, que também na Avaliação Nacional, figurou entre os 30% mais representativas (SAFRA 2012). Um vinho com bastante estrutura, com 18 meses em barricas de carvalho, aromas de boa intensidade, fruta escura, tostado, toque animal. Vinho seco, acidez correta, equilibrado em álcool, corpo médio, tânico, com final de média persistência. Custa também R$29,00 na vinícola.

Viajei ao Rio Grande do Sul a convite do IBRAVIN, para mais uma edição do Projeto Imagem.

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Semana passada durante as atividades na Serra Gaúcha, pude conhecer em um produtor brasileiro com muita personalidade. Sócio da vinícola Estrela do Brasil, Irineo Dall’Agnol, é formado em Ciências Agrárias e Agronomia, com especialidade em Enologia na Itália.

O nome ESTRELAS DO BRASIL é uma homenagem especial ao descobridor Dom Pérignon que no ano de 1670 na região de Champagne, após desvendar esta magnífica bebida saiu gritando ”Estou Provando Estrelas”.

Seus vinhos são elaborados em dois vinhedos, um com 9 hectares no distrito de Faria Lemos, Bento Gonçalves, a 525 metros de altitude, sendo sua quase totalidade no sistema latada. O outro fica situado em Nova Prata, também na Serra Gaúcha, 12 hectares, com metade da área no sistema latada e a outra espaldeira.

O sistema de condução latada é também chamado de pérgola. É o sistema mais utilizado na Serra Gaúcha, RS e no Vale do Rio do Peixe, SC. Na América do Sul tem alguma expressão na Argentina, Chile e Uruguai. Na Europa, aparece em determinadas regiões vitícolas, especialmente na Itália, com denominações e formas diferenciadas.

Principais Vantagens

  • Proporciona o desenvolvimento de videiras vigorosas, que podem armazenar boas quantidades de material de reserva, como o amido;
  • Permite uma área do dossel extensa, com grande carga de gemas. Isto proporciona elevado número de cachos e alta produtividade;
  • Em função de sua produtividade, possui uma boa rentabilidade econômica especialmente em pequenas propriedades;
  • É de fácil adaptação à topografia de regiões montanhosas, como a Serra Gaúcha e o Vale do Rio do Peixe;
  • Facilita a locomoção dos viticultores, que pode ser feita em todas as direções.

Principais Desvantagens

  • Os custos de implantação e de manutenção do sistema de sustentação são elevados;
  • A posição do dossel e dos frutos situados horizontalmente acima do trabalhador causa transtornos à execução das práticas culturais;
  • A posição horizontal do dossel e o vigor excessivo das videiras podem causar sombreamento, afetar negativamente o microclima, a fertilidade das gemas e a qualidade da uva e do vinho;
  • O elevado índice de área foliar, se o dossel não for bem manejado, pode proporcionar maior umidade na região dos cachos e das folhas, o que favorece o aparecimento de doenças fúngicas;
  • O sistema de sustentação necessita ser sólido para suportar o peso do dossel e da produção e o impacto do vento;
  • A área máxima recomendada de cada parcela de um vinhedo conduzido em latada é de 4 ha.

Com uma produção anual de 25 mil garrafas, Irineo Dall’Agnol, estima um crescimento para 60 mil em 10 anos. Atualmente sua produção de trinta toneladas de uvas, somente um pequeno percentual vai para elaboração de vinhos próprios. Uma grande parcela é destinada para outras vinícolas, como a Chandon, Valduga, entre outras empresas. Perguntei a ele também se acredita na produção orgânica ou biodinâmica na região. E disse: “Isso é história para boi dormir”, não existe possibilidade de desenvolver um projeto desse aqui no Vale dos Vinhedos, a humidade e as demais características do clima não permitem, necessitamos do uso de agrotóxicos.

Sobre as vendas, me falou não ter mais interesse na venda de seus produtos no comercio, “quero virar macaco se isso acontecer de novo”, diz ele. Uma das razões e falta de comprometimento do comprador e a ausência de local apropriado para conservação, assim oxidando os vinhos, denegrindo a imagem da vinícola. Tendo agora com único canal de vendas o site na vinícola.

O jantar que foi realizado no Hotel Spa do Vinho, começou com a prova dos espumantes, um feito pelo método tradicional (champenoise), com leveduras encapsuladas, que elimina a etapa da “remuagem”, outro, um 100% Prosecco, obtido pelo método charmat com uma única fermentação, e dois nature (sem adição de açúcar), um rosé 100% Pinot Noir, muito delicado. Todos se mostraram agradáveis sem nenhum defeito aparente, dentro do padrão brasileiro de qualidade. Os preços variam de 25 a 35 reais no site. Dall’Agnol, falou ter um sonho que é produzir um espumante com a uva Sauvignon Blanc, vamos aguardar!

O grande destaque da noite em minha opinião foi DALL’AGNOL SUPERIORE 2005, R$ 70,00, um corte de Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Tannat, estagiou por 24 meses em barricas de carvalho americano. Apenas 1.000 garrafas foram produzidas e está esgotado. Visual rubi intensa, lágrimas finas e numerosas. No nariz apresenta aromas de frutas vermelhas e negras, mentol, toques de madeira nobre (cedro) na medida. O paladar é seco seco, com corpo bom. Boa acidez e teor alcoólico bem equilibrado. Taninos de ótima qualidade. Retrogosto de frutas vermelhas, madeira e especiarias. Persistência média. Um vinho elegante, gostei bastante.

O segundo vinho é a maior onda, se trata do Dall’Agnol DMD 2005, R$ 35,00, uma espécie de “Amarone Brasileiro”, um vinho tinto elaborado pela técnica da Dupla Maturação Direcionada (DMD), uma técnica pioneira desenvolvida pelo Irineo Dall’Agnol em seus vinhedos desde 1999. A técnica consiste, além da maturação tecnológica natural da uva, provocar uma segunda maturação através do corte de parte dos ramos que sustentam os cachos, provocando forte passificação natural das bagas ainda no vinhedo, e conseqüentemente a concentração de todos os constituintes do mosto da uva. 

Visual bastante jovial na coloração, púrpura, aromas de média intensidade: frutas negras e vermelhas em geléia, especiarias, tabaco e couro. O paladar é seco, boa acidez, álcool integrado, taninos firmes, com certa aspereza. Achei a madeira um pouco destacada, escondendo a fruta. Não sei se vai integrar. Porém é gosto pessoal, muitos vão adorar o estilo.

Para mais informações sobre a vinícola, acesse o site: www.estrelasdobrasil.com.br

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Dando seguimento as novidades diretamente do Sul do Brasil, hoje falo sobre um vinho brasileiro da Campanha Gaúcha que leva uma dose de Marketing e Publicidade, seguindo uma tendência no Brasil e no mundo. Nesse caso, como se pode ver no vídeo, a vinícola aproveita a obrigatoriedade de ter uma menção no rótulo do órgão regulador, e dá um toque importante e que está na moda em virtude da Lei Seca. O rótulo diz: Se beber, vá de carona! Sem dúvida é um conselho importante para conter o alto índice de acidentes com veículos motores no Brasil.

A criação do Vinhedo Routhier & Darricarrère, em Rosário do Sul, Região da  Campanha Gaúcha foi iniciado em 2002, pelos irmãos Pierre e Jean Daniel Darricarrère -franceses, criados no Uruguay, vieram para o Brasil na década de 70 para estudar.

Juntamente com o projeto de plantação de frutas cítricas, plantaram  6 hectares de videiras de Cabernet Sauvignon e Chardonnay.

Ao perceber o potencial vitivinícola da Campanha Gaúcha, a família Routhier decidiu ir mais longe na sua paixão pelo vinho e acompanhar a família Darricarrère neste projeto também.

O vinho custa 65,00 e agrada na taça. Mais informações acesse http://www.redvin.com.br.

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Nada melhor que uma feira de vinhos para poder buscar novidades que agrade o nosso paladar. E foi isso que aconteceu na Vitória ExpoVinhos 2012. Depois de provar cerca de 300 rótulos, destaco um espumante nacional, o Viapiana 192 dias Brut. Elaborado pelo método tradicional (Champenoise), com as uvas Prosseco, Viogner e Chardonnay. Este espumante passou por um estagio de 192 dias em contato com leveduras e processo de remuage manual. Se tivesse participado do Top Five ia dar trabalho.

A Viapiana Vinhos e Vinhedos surgiu em 1986 com a elaboração dos primeiros vinhos de mesa em nível industrial. Mas sua história se remete há muitos anos antes, quando os primeiros imigrantes italianos desembarcaram no país e produziam, de forma artesanal, seus próprios vinhos. Prova disso é a medalha conquistada pela família Viapiana, em Porto Alegre, no ano de 1925 durante o cinquentenário da imigração.

Localizada no Travessão Alfredo Chaves, em Flores da Cunha, na encosta Nordeste do Rio Grande do Sul, a vinícola iniciou seu processo de modernização e mudanças em 1999, quando foi elaborado o seu primeiro vinho fino. Entre os anos de 2004 e 2005, a linha foi incrementada com a elaboração de espumantes e vinhos brancos finos. Um ano depois, a Viapiana dava o passo inicial para a implantação de um projeto moderno e estrutural da vinícola e também da comercialização com a criação de quatro novas linhas de produtos: Ricieri, Corte V, Viapiana e Via 1986.

Numa área de 2.800 m², a Viapiana tem uma estrutura com tecnologia de ponta e modernos sistemas de condução. São 30 hectares de vinhedos próprios que recebem cuidados extremos para baixa produção de uvas a fim de qualificar os produtos. Os vinhos têm controle total de temperatura e permanecem em barricas de carvalho americanas e francesas.

Avaliação Pessoal: ST (90) – Best Buy – R$ 29,00 – www.portomediterraneo.com.br

Na taça mostrou visual amarelo-palha, com espuma adequada e bolhas pequenas, em boa quantidade e persistentes. Os aromas predominantes são de frutas cítricas, frutas brancas, leve toque de fermento, fino e elegante. Na boca apresentou acidez adequada, bom equilíbrio, corpo médio, persistência média e retro-olfato de frutas citricas com notas florais. Seu melhor atributo é a sua personalidade e notável fineza.

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Como é bom provar vinhos sem preconceito, tenho a oportunidade de conhecer muita coisa boa. Foi isso que aconteceu na noite de ontem. Abri mais um vinho brasileiro que me surpreendeu na taça, o “Monte Paschoal Virtus Chardonnay 2012“, por um custo incrível, R$ 14,95. Filho de uma histórica no Brasil, 2012, é elaborado pela vinícola Monte Paschoal, situada em Monte Bérico, distrito de Farroupilha.

A nova linha “Virtus” se caracteriza por vinhos frescos e leves. A inspiração para nova linha veio do jeito alegre e descontraído dos brasileiros. “É uma homenagem a essas qualidades e virtudes naturais que nos diferenciam e que fazem surgir de nossas terras vinhos agradáveis”, destaca o diretor comercial da vinícola, Fabiano Basso.

A Virtus Monte Paschoal é formada por sete vinhos finos – tintos Cabernet Sauvignon, Cabernet Sauvignon Suave, Merlot e Tannat,  brancos Moscato e Chardonnay, e Merlot Rosé -  com valores entre R$ 12 e R$ 18.

Avaliação Pessoal:
Monte Paschoal Virtus Chardonnay 2012″ – Na taça mostrou visual amarelo claro translúcido aromas de boa intensidade, lembrando pêssego. O paladar é bastante fresco, equilibrado, fácil de beber, com final de média persistência. Um vinho para ser degustado solo, em minha opinião, sem acompanhamentos. Vale a pena conhecer.

País: Brasil – Região: Farroupilha - Uva: Chardonnay 100% – Graduação Alcoólica: 12,5%

Onde comprar (Site Vinícola):  http://bit.ly/K75BgB

Preço: 14,95

Avaliação Pessoal: ST (84)

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Em minha recente viagem a São Paulo tive a oportunidade de conhecer na taça um dos vinhos brasileiros mais cobiçados, o Casa Valduga Villa Lobos. Feito para homenagear o cinquentenário da morte de um dos principais compositores da música universal, Heitor Villa Lobos, é elaborado com uma seleção da uva Cabernet Sauvignon, adormece por 12 meses em barrica de carvalho francês, mais 12 meses em garrafa antes de sair para o mercado.

País: Brasil – Região: Vale dos Vinhedos – Uvas: 100% Cabernet Sauvignon  – Graduação Alcoólica: 13% – Produtor: Casa Valduga

Visual: Vermelho rubi intenso.

Aroma: Aromas de frutas vermelhas e negras, toques nítidos de grama cortada, associado a especiarias e notas de carvalho.

Paladar: Médio corpo, boa acidez e taninos macios. Bom equilíbrio, retro olfato frutado, com final com média persistência sem amargor. 

Envelhecimento: 12 meses em barricas + 12 de adega

Harmonização: Carnes vermelhas e de caça, queijos maduros e molhos picantes.

Onde comprar em Vitória: Supermercado Carone ou Perin

Site da vinícola: www.casavalduga.com.br

Preço: 100,00

Avaliação Pessoal: ST (88) muito bom

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