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Da vinícola chilena “Bravado Wines” conhecia somente Sofia, um belo Pinot Noir. Mas fiquei apaixonado mesmo foi por Marina, um Sauvignon Blanc do Vale de Casablanca. Os vinhos levam nomes que não foram aprovados pela mamãe, Constanza Shwaderer (enóloga) ou pelo papai Felipe Garcia (enólogo), para serem os nomes dos filhos que estavam por vir.

Marina é elaborado de uma seleção especial de diferentes clones de sauvignon blanc dos setores mais frios do Vale de Casablanca. São videiras jovens, plantadas em 2000. Produção de Sauvignon Blanc: 8 ton / ha

Avaliação Pessoal: ST (93) – 100% SB – 13,5% – Não passa em barricas. 3 meses em tanques de inox – R$ 86,00 – www.buywine.com.br.

  • Visual amarelo bem clarinho, quase transparente, com reflexo verdeal, límpido e brilhante. O nariz explode com notas minerais e bastante frutadas, com um “cajá” evidente e encantador. O paladar é muito fresco, com uma acidez viva e bem equilibrada com o teor alcoólico. Bom corpo, confirmando a fruta e o mineral do nariz. Um SB encantador!!!

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Em recente evento de degustação promovido pela vinícola Dunamis na Escola de Gastronomia da Universidade de Caxias do Sul provamos em primeira mão um vinho brasileiro muito curioso, o Dumamis Merlotbranco” 2012.

Ai você me pergunta: A Merlot não é uma uva tinta? Julio César Kunz, diretor executivo da Dunamis e Emílio Kunz, consultor em enologia que estavam presentes explicaram que o vinho é elaborado a partir de uvas tintas da variedade Merlot. Seguindo o método Blanc de Noir, o suco da uva é separado imediatamente, evitando assim a extração da cor e dos taninos da casca. O vinho vem complementar a linha Shall We Dance, que tem ainda o Pinot Grigio, Cabernet Franc e o Merlot tinto.

A apresentação foi às cegas com demais vinhos. Na taça apresentou os aromas diferentes, como o de mamão papaia. Paladar fresco, leve, com boa acidez e um final persistente. Média de preço, R$ 39,00.

Os vinhedos Dúnamis situam-se na Campanha Gaúcha do Rio Grande do Sul, no Município de Dom Pedrito, a 18 km de Bagé, e também em Cotiporã, na Serra Gaúcha, onde produzem os espumantes.

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Bom dia meus amigos, hoje é dia de #CBE (Confraria Brasileira de Enoblogs). A brincadeira é a seguinte. Todos os meses um confrade, blogueiro, escolhe um tema. A partir dai compramos as nossas garrafas e provamos, postando nossas impressões no primeiro dia de cada mês. Esse mês quem escolheu o tema foi o Blog Vivendo a Vida, “um vinho branco brasileiro, qualquer uva e preço”.

O vinho que escolhi foi o Don Laurindo Chardonnay 2011 que provei em recente visita a vinícola. É um 100% chardonnay que já ostenta no rótulo a D.O (Denominação de Origem). O Vale dos Vinhedos foi a primeira região com classificação de Denominação de Origem (DO) de vinhos no país. Sua norma estabelece que toda a produção de uvas e o processamento da bebida seja realizada na região delimitada do Vale dos Vinhedos. A DO também apresenta regras de cultivo e de processamento mais restritas que as estabelecidas para a Indicação de Procedência (IP), em vigor até a obtenção do registro da DO, outorgado pelo INPI. Um dessas normas determinam que a chardonnay tenha mínimo de 85% da variedade e tb mínimo de 11%, em volume. A chaptalização e a concentração dos mostos não são permitidas. Em anos excepcionais o Conselho Regulador da Aprovale poderá permitir o enriquecimento em até um grau. Poderá haver a passagem dos vinhos por barris de carvalho, mas não serão autorizados “chips” e lascas ou pedaços de madeira.

Avaliação Pessoal: ST *86 – Don Laurindo Reserva Chardonnay 2011 – 12% – R$ 36,00Aqui

Na taça o visual mostra um amarelo brilhante, nariz franco apresentando uma salada de frutas com notas de abacaxi, pêssego, maça verde e melão. Também achei notas florais. O paladar é seco, com boa concentração de fruta e uma certa mineralidade. Bom suporte de acidez, equilibrado, gerando bom frescor. Persistência média. Um vinho leve, fresco, ideal para esse calorão que está fazendo.

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Dando seguimento aos comentários da viagem ao Sul do Brasil, falo hoje um pouco sobre a visita a vinícola Casa Venturini. A vinícola está localizada coração da Serra Gaúcha, interior de Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul. Terra do Galo, lugar onde as tradições e mitos da imigração italiana foram preservados.

A história da vinícola começou em 1989, com uma estrutura familiar antiga, que nasceu na região nos anos 1970. No final dos anos 1980, uma joint-venture de São Paulo juntamente com um enólogo gaúcho assume a vinícola. Com o passar dos anos, a vinícola passou por uma cuidadosa reestruturação, porém mantendo suas características originais. Tudo de olho na qualidade, mas sem perder a herança cultural.

Em 1997, com nova mudança societária, a empresa passa a chamar-se Góes & Venturini. Em 2001, começa a produção da linha de vinhos finos, colocando no mercado produtos que posteriormente passariam a ser premiados em todo o mundo.

Em 2009, ao completar 20 anos, o empreendimento inicia uma nova etapa abrindo o parque vitivinícola para visitação turística, entrando no enoturismo do Brasil.

Felipe Bebber enólogo da vinícola.

Como estávamos com pouco tempo para a visita, partimos direto para a degustação de um de seus melhores vinhos, uma vertical do Chardonnay coma as safras de 2007, 2008, 2009, 2010, 2011 e a 2012, um verdadeiro privilégio.

Super premiado o Casa Venturini Chardonnay pelo 4º ano consecutivo fica entre as 16 amostras mais representativas da Avaliação Nacional de Vinhos, o evento mais importante do Brasil, no qual tive o privilégio de participar este ano. O melhor de tudo, o vinho custa R$29 na vinícola.

Não vou aqui fazer uma descrição individual dos vinhos. Achei todos muito parecidos, com notas de melão, banana e abacaxi. Na boca, um corpo médio, bom equilíbrio entre a acidez e álcool, sem amargor final. Retrogosto frutado, confirmando as notas do nariz e uma persistência final média. Destaque para a safra 2012 que apresentou bastante frescor, lógico, pela sua juventude.

Outro vinho degustado foi o Casa Venturini Tannat 2009, que também na Avaliação Nacional, figurou entre os 30% mais representativas (SAFRA 2012). Um vinho com bastante estrutura, com 18 meses em barricas de carvalho, aromas de boa intensidade, fruta escura, tostado, toque animal. Vinho seco, acidez correta, equilibrado em álcool, corpo médio, tânico, com final de média persistência. Custa também R$29,00 na vinícola.

Viajei ao Rio Grande do Sul a convite do IBRAVIN, para mais uma edição do Projeto Imagem.

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O vinho português Alves De Sousa Reserva Pessoal Branco 2004, da região Douro, Baixo Corgo, é elaborado com as variedades de uvas Gouveio, Malvasia Fina e Viosinho, mais outra dezena de castas autóctones do Douro. A área de 25 hectares com vinhas de mais de 80 anos. Menos de 2000 garrafas produzidas.

As uvas selecionadas são totalmente desengaçadas. Maceração com as películas por 48 horas. Débourbage. Fermentação em barricas novas de carvalho, com várias remontagens e oxigenação, o que provocou uma hiper-oxidação do mosto. Amadurecimento com periódicas bâtonnages. Posto para comercialização no início de 2011. Amadurece por 12 meses em barricas novas de carvalho francês de Allier + seis anos em garrafa.

Protegido pela Serra do Marão (pico de 1.400m) da influência do Atlântico, o Baixo Corgo apresenta-se ainda como a sub-região mais fresca e úmida do Douro, com aproximadamente 800mm de chuva/ano. As temperaturas de verão são muito altas, chegando a 35°C. Solo de xisto, do período pré-Cambriano. Inclinação da quinta de 30°, com exposição ao poente.

Vinicultor: Domingos é simplesmente o único vinicultor em Portugal que já foi eleito o “Melhor Produtor do Ano” por mais de uma vez, em 1999 e 2006, o principal título no mundo do vinho lusitano, conferido pela conceituada Revista de Vinhos: “se existe algum produtor em Portugal que viva intensamente o seu vinho 24 horas por dia, esse alguém é Domingos Alves de Sousa“.

Avaliação Pessoal: ST (92) – Alves de Sousa Reserva Pessoal Branco 2004

Visual amarelo ouro, aromas de muita intensidade, notas oxidativas, frutas secas e passas (amêndoas e avelãs), mel, sobre um fundo levemente mineral. O paladar apresenta bom corpo, elegante, ótima acidez e teor alcoólico bem equilibrado. Retrogosto de frutas secas, tostado e especiarias. Persistência longa. Lembra um Jerez.

Portugal – Baixo Corgo – Douro D.O.C – 12,5% – Importador Decanter – R$ 186,00

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Depois de ter provado a safra 2009 do Smith Haut Lafitte Blanc (Pessac-Léognan) 2009 no evento promovido pela UGCB (Union des Grands Crus de Bordeaux), que esteve pela primeira vez no Brasil em março deste ano, tive a oportunidade de provar outra safra, a 2003.

Com o dinheiro de seu negócio de roupas esportivas e com seu considerável talento e entusiasmo, os Cathiard têm, desde 1990, transformando a reputação de sua famosa e antiga propriedade, com a modernização do vinhedo, da adega, do Château e do vinho. O branco, mesmo não sendo um cru classe, é um dos melhores da região.

Avaliação Pessoal: ST (94)

  • Visual amarelo palha claro, bastante intenso no nariz com notas erva frescas, frutas brancas maduras, e baunilha. No paladar se apresentou fresco, com acidez média, confirmando o nariz… frutas brancas maduras e um leve dulçor que não atrapalha. Madeira muito bem colocada e de ótima qualidade. Persistência longa. Um vinho elegante, delicioso! A safra 2003 foi ótima para os brancos na região. Normalmente são vinhos longevos, durando 20-30 anos, porém a acidez frágil do vinho em questão, compromete a sua evolução.

França – Martillac – Gironde – Bordeaux – Chateau Smith Haut Lafite ( D. Cathiard) – 90% Sauvignon Blanc, 5% Sauvignon Gris e 5% Semillon – Enólogo: Yann Laudeho – 12 meses em barricas de carvalho francês ( 50% novos) – Tanoaria própria. – $ 55 dólares.

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Na Argentina, junto com o Sauvignon Blanc e o Torrontes, o Viognier é uma das cepas que se aposta para o desenvolvimento de vinhos jovens, muito frutados e frescos. É de recente implantação e, embora não exista uma ampla superfície desta variedade, algumas adegas lançaram sua elaboração como varietal. Sua origem é francesa, do vale do Ródano. Cepa relativamente nova na Argentina, introduzida por pé americano. 

A história da vinícola começou no século passado com Don Miguel Escorihuela Gascon, homem muito visionário de grande perseverança, deu origem a uma das empresas de vinhos de maior prestígio da Argentina: Estabelecimentos Vitivinícolas Escorihuela. Desde o inicio, o objetivo era fazer vinhos de qualidade superior. Portanto, sempre levou em conta a escolha e o cuidado da vinha, a preparação em métodos artesanais e a incorporação contínua de tecnologia com uma equipe qualificada de profissionais da Argentina e do conselho de peritos do vinho de renome e especialistas estrangeiros que podem manter um elevado nível de qualidade internacional. Assim, esta casa ao longo do tempo, os seus produtos ocupam um lugar privilegiado nos mercados nacional e internacional com um elevado grau de fidelização dos clientes.

País: Argentina – Região: Mendoza – Uvas: 100% Viogner – Graduação Alcoólica: 13,8%

Visual:  Amarelo dourado de média intensidade, límpido e brilhante.

Aroma: Bastante intenso, especiarias, pêssego, melão, damasco e notas doces de “doce de leite”.

Paladar: Na boca se mostra untuoso, leve dulçor, pecando na falta de acidez para equilibrar. Retrogosto confirma o nariz, com final médio sem amargor. É um vinho para ser degustado solo, sem acompanhamento.

Envelhecimento: Inox

Importador:  www.grandcru.com.br

Onde comprar em Vitória: Adega Capixaba/Grand Cru

Site Vinícola:  http://www.escorihuelagascon.com.ar/

Preço: 54,00

Avaliação Pessoal: ST (84) bom

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País: Chile

Região: Vale de Casablanca

Uvas: 100%  Sauvignon Blanc

Graduação Alcoólica: 13%

Visual: Palha claro, com reflexos verdeais, límpido e brilhante.

Aroma: Boa intensidade aromática com notas vegetais de alecrim, e frutadas lichia e maracujá, evoluindo com toques minerais e goiaba.

Paladar: Apresenta uma acidez exuberante, médio corpo, equilibrado, muito frescor, com um final jovial e muito agradável.

Premiação: MEDALHA DE OURO CATAD’OR GRAND HYATT – 2010

Harmonização: Saladas, queijos frescos e carnes brancas.

Onde Comprar em Vitória:
Enótria

Importador:
Obra Prima

Site Vinícola:
http://www.casasdelbosque.cl

Preço:
55,00

Avaliação Pessoal:
ST (91) Excelente

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Este vinho foi comprado na promoção da importadora Expand de 68 por 34 reais. Uma boa opção para quem procura novas experiências na taça, provando um Riesling chileno. É elaborado pela Concha y Toro.

Riesling é uma casta de uva branca originária da região da Alsácia, França, Alemanha e Áustria. Produz vinhos de alta qualidade. Possui também a espécie Vitis Riesling Rosae, mais chamada de Uva Rosada, usada na produção de vinhos rosé.

Variedade de elevada acidez e personalidade marcante, a Riesling Renana, como é conhecida, apresenta melhor desempenho quando não tratada em barris de carvalho. Seus vinhos apresentam potencial de envelhecimento de longo prazo, fator que lhe garante uma vívida acidez e aroma frutado. Além disso, a variedade da uva Riesling apresenta grande adaptabilidade a climas quentes ou frios, sendo mais destacada que a Sauvignon neste quesito. Resulta em vinhos ricos e doces quando da ação de um fungo benéfico no processo de vinificação, denominado de Botrytis cinérea, responsável pela produção da chamada “podridão nobre”.

Avaliação Pessoal: ST (86)

Na taça se mostrou bem aromático apresentando floral intenso (flor de laranjeira), frutas tropicais (abacaxi) e Químico (petróleo e pedra de isqueiro). Paladar com bom corpo, acidez viva e equilibrada, saboroso. Gostei, ao preço de 34 reais é uma boa aventura.

Chile – Casablanca – Cocha y Toro – Riesling 100% – 13% – Preço: de 68 por 34,00

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No coração do Périgord, em frente à Bergerac, os vinhedos do Château Ramon se estendem sobre os flancos do vale do rio Dordogne, dispostos entre 50 e 180 metros de altitude. A natureza do solo é argilo-calcária com um domínio de calcário em algumas parcelas, conferindo aos vinhos aromas intensos e uma estrutura potente. As mesmas uvas cultivadas em Sauternes triunfam nos belos vinhedos da região, sendo também atacadas pela Botrytis cinerea.

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