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Recentemente, o enólogo José Inácio Maturana (ex-Casa Silva por 15 anos), agora em voo solo com vinícola chilena Maturana Wines | Puente Austral, esteve em Vitória/ES para mostrar alguns de seus vinhos.

Hoje falo um pouco sobre seu vinho laranja. Isso mesmo, nem branco nem tinto, é laranja, galera! Essencialmente, são brancos com um período mais longo de contato das cascas com o suco da uva. Esse contato, que transfere cor aos vinhos, originado da casca. A exposição ao oxigênio e a utilização das ânforas de barro e em outros materiais, reforça esta coloração. Normalmente sua estrutura é firme, lembrando um tinto, porém com frescor e mineralidade de um grande vinho branco.

O Naranjo Torontel 2016 é um verdadeiro Orange Wine (maceração 6 ½ meses), 13% de alcool, natural, elaborado com a uva “Torontel” de vinhedos com 80 anos (Secano, Maule), produção 1.500 garrafas. Sua cápsula é feita em cera, característica apresentada somente nos grandes vinhos. Um chileno eleito como “revelação do ano” e premiado com “95 pontos no Guia descorchados 2017″ e até então desconhecido.

Na taça mostra um nariz sedutor, com notas florais, de casca de laranja e ervas. O paladar é fresco, porém acompanhado de leve untuosidade e ótima persistência. Uma delícia! Acompanha peixes, frutos do mar e pratos temperados, como por exemplo da cozinha tailandesa, além de carnes de frango e porco, e até intensas como a de cordeiro.

Em breve estará no Brasil pela Anbordu Trading – 27 2142-2159.

Se alguém perdeu o Globo Repórter do dia 18/11 sobre os vinhos brasileiros, aí está a íntegra! >>> https://globoplay.globo.com/v/5459841/

Amigos, já está disponível no NETFLIX o documentário “SOUR GRAPES“, que conta a história de Rudy Kurniawan, maior falsificador de vinhos da história, que roubou milhões dos investidores em todo mundo. É preciso ficar atento nesse mercado, tem muito picareta solto por ai….

Quem nunca ouviu falar em Beujolais Nouveau? E quem nunca torceu o nariz ao ouvir falar no nome desse vinho francês, proferindo pareceres categóricos de “não presta” e não é bom”? Se hoje o Beaujolais Nouveau é conhecido e consumido no mundo inteiro, o vinho teve suas origens em práticas de consumo local. O nascimento oficial data de 1951, quando os produtores da região do Beaujolais, no sul da Bourgogne, conseguiram atuorização para vender seus vinhos em Primeur.

O objetivo era vender o vinho para os cafés e restaurantes vizinhos. Mas foi a partir dos anos 60, com uma jogada de marketing astuciosa, que o vinho virou um fenômeno mundial. O lançamento é feito em todas as cidades do mundo na mesma data, ou seja, a terceira quinta-feira do mês de novembro. Esse ano, o lançamento está programado para esse dia 17 de novembro.

É feito a partir da uva Gamay, para ser consumido jovem, de preferência em seu primeiro ano de vida. É o cru comercializado mais cedo na França. Entre a a colheita a comercialização não há mais que dois meses. A vinificação também obedece a critérios particulares, usanda a ténica da maceração carbônica ou semi-carbônica, para extrair ao máximo os aromas das frutas.

A qualidade do vinho é bastante irregular e depende do rigor do produtor. Porém, não se deve buscar no Beaujolais Nouveau as características de um vinho de guarda. Deve ser compreendido dentro de suas limitações: um vinho frutado, festivo, simples e acessível!

Segue duas dicas disponíveis no Brasil de Joseph Drouhin, produtor de grande prestígio, um dos mais reputados da Borgonha. Possui ótimos vinhedos em todas as principais denominações. Drouhin está em uma fase extraordinária, com excelentes notas de todos os autores. Seus vinhos são finos e elegantes, com boa concentração.

Joseph Drouhin Beaujolais Nouveau 2016 www.mistral.com.br

Joseph Drouhin Beaujolais Villages Nouveau 2016 – www.mistral.com.br

Com a proposta de apresentar ao público capixaba novos e exclusivos vinhos, o Zanatta Wine Fest chega à sua 2ª edição. O evento, que também comemora os 7 anos da Zanatta Wine Store, promove o lançamento de 10 rótulos chilenos no mercado nacional na noite do dia 19 de novembro.

Realizado em um ambiente informal e descontraído, o Zanatta Wine Fest acontece no bairro Mata da Praia, em Vitória, com um formato intimista, para apenas 140 convidados. As importadoras convocadas colocarão à prova 50 rótulos entre vinhos tintos, brancos, rosés e espumantes.

Ao todo, 13 importadoras participarão do evento: Adega Alentejana, Anbordu, Carone, Decanter, Dal Pizzol, Famiglia Zanlorenzi, Maison Forester, Manz Wine, Mistral, Obra Prima, Pizzatto, Vienen e Vinhos do Mundo. Além disso, os participantes poderão degustar as cervejas especiais da LK Brewing Co, mesa de queijos especiais da Da Vaca, pães especiais e finger foods exclusivos preparados pelo Montmartre Bistrot. 

A música da noite ficará por conta das DJs Penélope e Itamara Camargo, tocando o melhor do Deep House e Lounge. 

Lançamento de vinhos chilenos

A 2ª edição do Zanatta Wine Fest dará aos participantes a oportunidade de conhecer e degustar, em primeira mão, vinhos da vinícola chilena Puente Austral, localizada no Vale de Colchagua. O evento promoverá o lançamento de 10 rótulos no mercado brasileiro, considerando brancos e tintos, nas categorias varietal, reserva, gran reserva e ícone. 

De acordo com o enólogo da Puente Austral, José Ignacio Maturana, os vinhos podem ser apreciados em diversas oportunidades, desde o consumo diário, que são vinhos com uma grande presença de frutas e suavidade, até em ocasiões especiais, com o vinho MW, ícone da vinícola. Como característica comum, os vinhos respeitam a grande expressão frutal, suavidade e elegância.

A 2ª edição do Zanatta Wine Fest é uma realização do empresário Oladir Zanatta, com o apoio da Neo Eventos e MG Festas e Eventos.

Serviço:

Zanatta Wine Fest – 2ª edição
Data: 19 de Novembro de 2016 (sábado), a partir das 20h
Local: Zanatta Wine Store – Rua Carlos Gomes de Sá, nº 730, Mata da Praia – Vitória, ES
Convites Individuais All Inclusive: R$ 150,00
Ponto de venda: Zanatta Wine Store
Informações: (27) 3026-6440

Nesta sexta-feira (18) vai ao ar mais um Globo Repórter especial sobre os vinhos brasileiros. Essa será a terceira vez que a vitivinicultura brasileira pautará o programa da Rede Globo em menos de dois anos. O telejornalístico é líder de audiência no seu horário e, em agosto deste ano, bateu recorde com 27.2 pontos, apresentando o episódio sobre hortas urbanas. Cada ponto equivale a 69,4 mil domicílios na grande São Paulo, onde o índice é medido.

Gravado pela equipe do Rio de Janeiro no início do segundo semestre deste ano, a produção mostrará as diferentes formas de paixão pelo vinho e a diversidade dos terroirs nacionais. O Globo Repórter será exibido depois da novela das 21h da emissora, “A Lei do Amor”.

Produzido em diferentes regiões do Vale do São Francisco, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Serra Gaúcha, a exibição abordará alguns temas do segmento, como a produção de vinhos orgânicos e biodinâmicos e os aspectos históricos, mostrando, inclusive, as primeiras vinhas viníferas do Rio Grande do Sul, localizadas no município de Flores da Cunha. As vinícolas e os locais de gravação foram selecionados pela produção do Globo Repórter e as informações sobre o setor foram fornecidas pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e pela Embrapa Uva e Vinho, que também acompanharam as gravações no estado do Rio Grande do Sul.

Luís Henrique Zanini, da vinícola gaúcha Vallontano, elaborou 3000 garrafas do espumante LaToller Brut especialmente para a cantora e compositora Paula Toller, apreciadora e apaixonada por bons vinhos.   


O rótulo foi desenhado pela premiada designer Fernanda Villa-Lobos e cada garrafa traz o nome de um sucesso da cantora. São nove títulos diferentes: Grand’Hotel, Eu Tive Um Sonho, Derretendo Satélites, Pintura Íntima, Como Eu Quero, Te Amo Pra Sempre, Eu Só Penso Em Você, Á Noite Sonhei Contigo e Transbordada.

O espumante, elaborado pelo método Charmat, possui perlage fina e intensa, aromas frescos e sabores harmônicos, onde sua acidez revela-se com vivacidade. Com frescor e a elegância trazidos pelas castas Pinot Noir e Chardonnay, a harmonização é perfeita para brindar à boa música e aos bons momentos.

Vallontano

Única vinícola brasileira representada pela importadora Mistral, a Vallontano, localizada na região do Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul, é comandada por Luís Henrique Zanini, que busca produzir vinhos que melhor reflitam o terroir e o clima da região, em estilo próprio, que buscam a tipicidade e a identidade regionais, sem tentar copiar os tintos de outros países da América do Sul, sempre em quantidades limitadas. 

A máquina Enomatic permite ampliar a experiência de degustação através do serviço de vinho em taça. Além de conservar o produto, servir na quantidade e temperatura correta, proporciona ao consumidor a prova de vinhos mais caros, famosos, que não seria possível ou interessante financeiramente comprar uma garrafa.


A partir do dia 16 de novembro, a Wine Spot Adega, primeiro Wine Bar de Vila Velha, vai disponibilizar “em taça” dois grandes vinhos do Chile: o cobiçado Almaviva, uma “joint venture” entre o Château Mouton Rothschild na França e a Chilena Concha y Toro, e o Manso de Velasco, feito homenagem ao fundador da cidade de Curicó, Don José Manso de Velasco com vinhas de Cabernet Sauvignon, préfiloxera, de mais de 100 anos.

A proposta é que você faça uma prova às cegas com 50 ml desses dois ícones e defina qual é o melhor! Gostei, vou dar uma passadinha por lá!

Endereço: Shopping Vila Velha – Piso L2 – Vila Velha – ES – Telefone: (27) 3533.2173

A VI edição do concurso internacional “Tannat al Mundo Terruño de Oro“, realizado de 30 de outubro a 3 de novembro, em Montevideo, no Uruguai, ratificou o potencial brasileiro para a produção de vinhos da variedade Tannat. Os 12 jurados tiveram a missão de avaliar mais de 160 amostras de Tannat oriundas de cinco países, e dois rótulos nacionais figuram entre os 47 produtos que receberam medalha de ouro.

A organização e o desenvolvimento do “Tannat al Mundo Terruño de Oro” seguem os padrões internacionais indicados pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), premiando no máximo 30% das amostras e reunindo jurados experientes da Argentina, Brasil, Chile e Uruguai para a avaliação. E os enólogos André Peres Jr., diretor da Associação Brasileira de Enologia (ABE), e Dirceu Scottá, presidente do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), estiveram no concurso representando o Brasil.

Para Peres Jr., as amostras avaliadas foram de alto nível e isso se refletiu nas premiações. “A participação do diretor geral da OIV, Jean Marie Aurand, e do presidente da União Internacional de Enólogos, Serge Dubois, qualificaram muito a competição. Foram agraciadas somente medalhas de ouro, deixando clara a vocação do Uruguai em produzir vinhos com a variedade Tannat, além de mostrar a evolução dos produtos nas duas últimas safras, de excepcional qualidade”, destaca.

Vinhos premiados

Medalha de Ouro

Miolo Reserva Tannat 2015 – Miolo Wine Group

Lendas do Pampa Tannat 2015 – Guatambu Indústria e Comércio de Alimentos

Donald Trump ganhou uma tumultuada eleição presidencial contra Hillary Clinton, uma verdadeira batalha. O que isso pode significar para os apreciadores de vinhos e produtores? Veja aqui.