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Archive for the ‘ Sem categoria ’ Category

Galera, na noite de quarta-feira, a convite do meu amigo Gilson Pimentel Muniz, fui conferir no restaurante Bendito Bistro (ao lado do day by day – Praia do Canto) alguns lançamentos do portfólio da Global Wines/Vinibrasil. Os vinhos foram apresentados por João Santos – Enólogo e Diretor Comercial da Vinibrasil.

A Global Wines é o maior produtor do Dão (centro norte) e um dos maiores do país, com quintas e adegas em várias regiões.

De tanto vender para o Brasil montaram um projeto no Sertão pernambucano, Vale do São Francisco, Vinibrasil. A região tem um diferencial que é produzir duas safras por ano, com resultados muito legais, principalmente nos seus espumantes.

Iniciamos os trabalhos com 3 espumantes da ViniBrasil, primeiro o Rio Sol Brut Blanc Grand Prestige e o Brut Rosé – R$ 35, todos dois elaborados pelo método Charmat, com a uva Syrah e 8 grs de açúcar por litro. Bastante aromáticos, frutados, e com o frescor que nosso clima pede. Perfeita combinação com um Ceviche. O terceiro espumante, o Premium, produção de somente 1.400 garrafas, é feito com as castas portuguesas Touriga Nacional, Arinto e Fernão Pires. Charmat longo e com o vinho base em madeira. Bastante estruturado pede comida e certa moderação.

Seguindo com os rótulos portugueses/Global Wines, inciamos com o Quinta de Cabriz Grilos Dão Branco 2015, delicioso corte de Encruzado e Cercial, mostrou notas florais e de frutas tropicais, perfeito para o dia a dia. Pode ser bebido sozinho mas acompanha muito bem uma infinidade de pratos mais leves e delicados.

O primeiro tinto foi o Quinta do Encontro, um tinto que mudou seu DNA, passando de Baga e Merlot, para um 100% Touriga Nacional, uva emblemática de Portugal.  Macio e cheio de fruta, que fica ainda mais gostoso se servido levemente refrescado. R$ 39,90

A expectativa estava alta com o Quinta de Cabriz Colheita Selecionada (Touriga Nacional, Touriga Franca e Alfrocheiro) R$ 55, incluído entre os 100 melhores vinhos de 2016 da respeitada publicação americana “Wine Spectator”. Na taça com alguns minutos respirando mostrou aromas agradáveis de frutas e um toque terroso, típico da região. Paladar fresco, boa acidez e final curto mas saboroso. Vale a compra, principalmente pelo preço e para quem quiser conhecer a tipicidade desta região.

Fechamos a noite com o que “Second Me” foi o melhor tinto da noite. Se trata do Quinta de Cabriz Reserva, nariz franco, com frutas negras, notas terrosas e aquele coquinho agradável do carvalho. Na boca é estruturado, com boa acidez e persistência. Por ser mais estruturado, vai bem com pratos mais intensos.

Boa noite meus amigos, hoje é dia de #CBE (Confraria Brasileira de Enoblogs). A brincadeira é a seguinte. Todos os meses um confrade, blogueiro, escolhe um tema. A partir daí compramos as nossas garrafas e provamos, postando nossas impressões no primeiro dia de cada mês. Esse mês quem escolheu o tema foi o Blog Vivendo a Vida, “um vinho branco do Vale do Loire até 100 reais”.

Para quem está em busca de novos horizontes, os vinhos brancos Vale do Loire (pronuncia-se luar), França, elaborados com a uva Muscadet (pronuncia-se muscadê), também denominada “Melon de Bourgogne“ são excelentes opções. Sua origem exata, e a associação com a uva não é clara. No entanto, a maioria dos estudiosos acreditam que a uva Melon de Bourgogne foi introduzida na região Pays Nantais no século 17 por um comerciante holandês.

A região é dominada por uma forte influência marítima vinda do Oceano Atlântico, fazendo mais frio e com maior precipitação que o restante do Vale do Loire. Bem adaptada a estas condições, a Melon de Bourgogne tem sua colheita geralmente em meados de setembro, sendo esticada de forma experimental por alguns produtores nos últimos anos. Porém, a colheita tradicional (precoce), é a mais eficaz. Mantém a acidez (“frescor“) que é uma característica chave de vinho Muscadet.

Existem quatro AOCs principais da região de Muscadet espalhadas por uma grande diversidade de terrois com grande concentração de xisto, argila, cascalho e granito. São elas; Muscadet, Muscadet Sèvre et Maine (principal), Muscadet Coteaux  de la Loire e Muscadet Côtes de Grandlieu.

Os melhores passam pelo método de vinificação denominado “Sur Lie“, que consiste em manter o vinho contato com as borras (sedimentos das uvas) por um determinado tempo antes do engarrafamento, assim aportando corpo e certa complexidade de aromas e sabores ao produto final.

A harmonização perfeita: ostras, peixes e camarões. A maioria dos Muscadets devem ser bebidos com até três anos de safra.

Clos de la Févrie 2015 – França – Vale do Loire – 100% Melon de Bourgogne – 12% – R$ 97,00 – www.delacroix.com.br

“Pouco mediático, mas reconhecido pelos entendedores e pessoas do mundo dos vinhos como um dos grandes produtores de Muscadet e da Loire, Vincent produz seus vinhos como nenhum outro, muito provavelmente devido a parte de seus sonhos que eles contém! Entretanto, Vincent não é apenas um sonhador, ele vêm de uma família que produz vinhos há 5 gerações e ele conhece seu magnífico terroir de maneira perfeita. Como ele mesmo diz: “O melon é uma esponja que deve se adaptar ao seu terroir.”. Foi através do contato com colegas, como Jo Landron e Guy Bossard, que ele descobre os grandes muscadets, sua uva de grande paixão, e a cultura orgânica e biodinâmica: entre 1994 e 2007 ele passa para a cultura orgânica e três anos mais tarde para a cultura biodinâmica.”

Na taça mostrou um visual amarelo esverdeado, com muita tipicidade, aromas de frutas brancas e cítricas e mineralidade destacada. Paladar sequinho, leve, muito refrescante, com notas minerais dominando. Excelente opção para ter na adega em todas as estações do ano. Delícia!

Os fãs da vitivinicultura brasileira terão motivos especiais para assistir o próximo episódio de MasterChef Brasil. Na noite de terça-feira, 4 de abril, irá ao ar a primeira prova coletiva fora do estúdio desta temporada. E o local não podia ser mais apropriado para elaboração de um menu harmonizado: os vinhedos da Serra Gaúcha, região responsável por cerca de 90% da produção nacional.

Gravada nos municípios de Bento Gonçalves, Farroupilha e Pinto Bandeira, no interior do Rio Grande do Sul, a prova desafiará os 20 competidores a prepararem pratos típicos italianos e alemães, que deverão ser acompanhados com rótulos verde-amarelos. Três vinícolas serão as responsáveis por representar a diversidade e qualidade da vitivinicultura nacional no maior talento show da televisão brasileira: Aurora, Casa Perini e Casa Valduga.

Nos episódios dos dias 14 e 21 de março, o programa deu os primeiros sinais de que a bebida de Baco estaria presente nesta temporada. As paisagens de vinhedos e de uma prova coletiva, junto com a narração da Ana Paula Padrão informando sobre a gravação de um episódio em uma “típica vinícola gaúcha” deram as dicas iniciais da novidade. Também, no início do mês, os jurados da atração, Henrique Fogaça, Paola Carosella e Erick Jacquin, postaram fotos em locais da Serra Gaúcha.

No programa de ontem (28) foi possível ter mais detalhes de como será a prova entre os times azul e o vermelho. O grupo irá preparar um almoço para 80 “exigentes” convidados. Assista a última parte do episódio na íntegra: https://youtu.be/VDB4_fLeo3Y

O MasterChef é transmitido pela Band às terças-feiras, às 22h30min, com exibição simultânea no site e no aplicativo da emissora para smartphones, sendo também reproduzido pelo Discovery Home & Health, nas sextas, às 19h20min, com reapresentação aos domingos às 21h45min.

Referência máxima de vinhos do Douro, a Casa Ferreirinha do grupo Sogrape, apresenta um portfólio amplo liderado pelo mítico Barca Velha, seguido ainda por outras referências como o Reserva Especial, o Quinta da Leda ou o Callabriga, como também celebrados vinhos de maior volume, o Vinha Grande, Papa-Figos e Esteva.

Recentemente na cidade do Porto em Portugal, durante a Essência do Vinho – Porto 2017, participei de uma vertical inesquecível do Vinha Grande, conduzida pelo enólogo Luís Sottomayor, que arrancou suspiros dos participantes, ficando impressionados com a longevidade e complexidade desse vinho.


Não tenho dúvida que uma das melhores formas de conhecer um vinho, é participar de uma degustação vertical, quando várias safras do mesmo vinho estão lado a lado. Nesse caso se consegue avaliar não só as diferentes manifestações do terroir onde as videiras estão plantadas, como também as variações do clima e também o trabalho do enólogo.

O Vinha Grande é elaborado com as castas tradicionais da região do Douro: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Barroca, Tinta Roriz, e estagia por 12 a 18 meses em barrica de carvalho francês usadas.  

Vinhos em prova: Casa Ferreirinha Vinha Grande tinto 1975, Casa Ferreirinha Vinha Grande tinto 1990, Casa Ferreirinha Vinha Grande tinto 1997, Casa Ferreirinha Vinha Grande tinto 2005, Casa Ferreirinha Vinha Grande tinto 2014.


Enólogo talentoso, Luís Sottomayor imprime a seus vinhos a elegância em detrimento da potência. Ao contrário do que se pensa, Portugal também tem anos mais difíceis, que exigem muito trabalho por parte do enólogo, em especial na seleção de uvas e no corte final dos vinhos, buscando sempre produzir o melhor possível em cada safra.


1975

Na degustação o Casa Ferreirinha Vinha Grande 1975, foi o grande destaque, deu um show de elegância e sofisticação. De cor atijolada, o vinho mostrou muita complexidade e delicados aromas de especiarias, chá, fumo e medicamento. No paladar chamou atenção pela vivacidade, equilíbrio e pela extrema fineza dos taninos de textura sedosa. Um vinho que apesar dos seus 42 anos poderá ser apreciado pelos próximos 10 tranquilamente. 

1990

Visual rubi atijolado com halo tendendo ao castanho evidenciando um vinho evoluído. Tanto o nariz quanto a boca já apresentavam algumas notas oxidativas. Na boca a fruta me pareceu ligeiramente passada. Vinho já em princípio de curva descendente. Álcool e madeira integrados. Taninos macios com acidez e persistência médias. 

1997

Visual rubi atijolado com halo tendendo ao castanho evidenciando um vinho já evoluído. O vinho se destacou pelo equilíbrio. No nariz, boa complexidade de aromas. Na boca, taninos macios, média acidez, complexo e extremamente elegante. Álcool e madeira perfeitamente integrados. Persistência média.

2005

Visual rubi profundo. Nariz e boca equilibradíssimos com fruta exuberante e taninos muito agradáveis. Potente tanto no nariz quanto na boca. Extremamente complexo e elegante. Excelente persistência. Madeira integrada e álcool equilibrado. Um vinho que consegue aliar potência e elegância. Grande potencial para evoluir.

2014

Visual rubi profundo com reflexos violáceos. Fruta exuberante. Ainda um pouco primário. Ligeiramente tânico e lácteo. Ótima persistência. Madeira e álcool presentes sem, contudo, comprometer seu equilíbrio. Necessita mais tempo de guarda.

No brasil é importado com exclusividade pela www.zahil.com.br. Preço da safra atual – 169 reais.

O Winebid, canal especializado em leilões online de vinhos do Grupo Superbid, promove até a próxima quinta-feira (30/03), um leilão de 211 lotes de vinhos refinados entre Sassicaia, Almaviva, Alion e Chateau Talbot com valores que variam entre R$ 74 e R$ 4,5 mil. Os itens estão localizados em São Paulo (SP), mas poderão ser dados lances de todo o país.

Dois lotes contendo três garrafas verticais de Sassicaia (2011/2012/2013), toscana Itália tinto de 75 ml, com lances a partir de R$ 4,5 mil, são os destaques do leilão. Dentre as outras ofertas relevantes disponíveis estão: quatro lotes possuindo três garradas almaviva (2013) maipo chile tinto, com oferta inicial de R$ 1,4 mil cada; três lotes com uma garrafa Chateau Valbot (1982), Bordeaux França Tinto, partindo de R$ 990 cada; três lotes com uma garrafa Chateau Le Crock (2005), Bordeaux França Tinto, com valor a partir de R$ 466 casa, e três lotes com uma garrafa Quinta das Tecedeiras Porto Tawny Portugal, partindo de R$ 73 cada. 

Os vinhos possuem um valor mais acessível no leilão do que se adquiridos por valores maiores no mercado. Portanto, são oportunidades atraentes aos brasileiros que apreciam a bebida. ”A ideia é realizar diversos leilões durante o ano para criar uma cultura no país para a compra de vinhos por esse meio, que é difundida no exterior, mas no Brasil ainda é algo raro”, comenta Renato Moyses, leiloeiro responsável da Winebid.

Além dos preços atrativos, os pregões apresentam outras vantagens aos compradores. A empresa conta com a consultoria e curadoria de Déco Rossi, consultor com grande experiência em vinhos, que avalia os lotes para a venda. ”Os pregões trazem vinhos especiais, tanto de safras antigas como atuais e para todos os gostos, por isso a necessidade de análise e garantia para o comprador ter a absoluta certeza que está investindo em algo de qualidade”, explica Déco.

O pregão está disponível e os lances podem ser efetuados até a próxima quinta-feira (30/12), às 20h, pelo site da Winebid (www.winebid.com.br). Também é possível realizar os lances pessoalmente na sede da companhia, em São Paulo, localizada na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, 105, Edifício Berrini One – 4° Andar. Mais informações pelo telefone (11) 4950-9400.

Serviço:

Leilão Winebid – Rótulos refinados

Data e horário: até 30/03, às 20h

Link para mais informações:

https://www.superbid.net/leilao/lista/ofertas.htm?auction_id=56260&size=100&ord=pormaiorvalor&pager.offset=0

24° Chardonnay du Monde foi realizado de 8 a 11 de março, em Saint-Lager

Com 706 amostras inscritas por vinícolas de 38 países, a 24ª edição do concurso Chardonnay du Monde reuniu degustadores franceses e internacionais no Château Ravatys, no Instituto Pasteur, em Saint-Lager, na França, para três dias intensos de avaliações. Após as degustações, que ocorreram de 8 a 11 de março, um espumante brasileiro brilhou entre os produtos premiados. 

Dos vinhos e espumantes avaliados no Chardonnay du Monde, 235 foram premiados – o que representa 33,1% das amostras inscritas. Foram concedidas 55 medalhas de Ouro e 180 medalhas de Prata. O espumante Blanc de Blanc Brut 2013, da Vinícola Geisse, foi a amostra brasileira premiada com medalha de Prata. 

O envio de amostras para concursos nacionais e internacionais é coordenado pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), que há mais de duas décadas desenvolve esse trabalho e há 40 anos realiza a divulgação dos vinhos e espumantes brasileiros.

O grupo editorial Masemba e a EV-Essência do Vinho estabeleceram esta quinta-feira, 23 de março de 2017, uma parceria para a gestão integral da REVISTA DE VINHOS, título especializado em vinho e enogastronomia que já conta com 26 anos de publicação contínua mensal.

O acordo agora assinado prevê que a EV assuma a equipa editorial da publicação, afetando a atual redação da revista WINE – A Essência do Vinho, entretanto reforçada com novos colunistas nacionais e internacionais, para a REVISTA DE VINHOS. A WINE, título lançado em 2006 pela EV, deixa de ser publicada.

Com esta parceria, REVISTA DE VINHOS – A Essência do Vinho assume o objetivo de se afirmar como a mais influente publicação especializada em vinho e enogastronomia de língua portuguesa, estando mensalmente presente nas bancas de Portugal, Brasil, Angola e Moçambique.

Ainda na sequência deste acordo, a EV e a REVISTA DE VINHOS, líderes na organização e produção de eventos enogastronómicos em Portugal, juntam-se na realização da maior feira do setor: “Encontro com Vinhos” e “Encontro com Sabores”, que conhecerá este ano a 18ª edição.

O grupo editorial Masemba e a EV-Essência do Vinho acreditam que esta parceria não apenas reforçará o título REVISTA DE VINHOS – A Essência do Vinho como captará mais públicos para o universo do vinho e da enogastronomia. Os primeiros resultados poderão ser já visíveis na edição que estará em banca no próximo mês de abril.

O “Guia Descorchados 2017“, mais completo anuário sobre vinhos da América do Sul está com lançamento marcado para o dia 11 de abril, em São Paulo. Nesta 19ª edição do Guia Descorchados estão produtores chilenos, argentinos, uruguaios e brasileiros.

Foram avaliados pelo menos 2.500 vinhos, trabalho que resultou em mais de 1.000 páginas sobre as principais vinícolas da região e seus vinhos. Além de apresentações de vinícolas e regiões produtoras, o livro tem referência de notas de degustações e harmonizações sobre diversos vinhos.

Para o evento está confirmada a presença de mais de 90 vinícolas e uma degustação ainda maior do que as de anos anteriores, com centenas de rótulos.

É uma oportunidade única de provar centenas de rótulos, muitos deles que ainda não chegaram ao país, ao lado de produtores e enólogos, usando as mesmas taças usadas nas degustações da revista ADEGA. Cada participante recebe na entrada uma taça que deverá ser devolvida na saída.

Outra novidade do lançamento de Descorchados deste ano é a presença de food trucks no próprio local da degustação. Diferentes estilos de cozinha estarão representados no evento. Cada um poderá eleger e comprar o prato que melhor harmonizar com o vinho que estiver degustando.

INFORMAÇÕES 
Evento: Lançamento oficial do “Guia Descorchados 2017″
Data: 11/04, das 16:00 às 21:00
Local: Espaço Traffô
Endereço: Rua Gomes de Carvalho, 560 – Vila Olímpia, São Paulo (SP) – CEP 04547-002

http://lojainner.com.br/pre-venda-lancamento-descorchados-2017.html

Quarenta e seis pratos para o almoço e 58 para o jantar estão entre as opções que os clientes poderão conferir durante a Espírito Santo Restaurant Week. O 14º festival gastronômico no Estado ocorre entre 17 de março e 9 de abril com a participação de 34 estabelecimentos da Grande Vitória. Ao todo, são 126 combinações entre entradas, pratos principais e sobremesas para o almoço e 158 para o jantar. 

A edição propõe a descoberta de novo sabores, sugerindo aos estabelecimentos oferecer novas experiências gastronômicas aos clientes. “A ideia desta edição é instigar a criatividade dos chefs, para que proponham pratos com ingredientes marcantes ou pouco conhecidos pelo público, aproveitando o festival para mostrar novidades da gastronomia”, conta Érica Semião, organizadora do Restaurant Week no Espírito Santo. Uma novidade desta edição é a criação de um aplicativo para smartphones e tablets. Por meio dele o cliente pode conferir a data de todas as edições nacionais do evento, os restaurantes participantes, menus e imagens dos restaurantes. O app está disponível para sistemas iOS e Android.

Os restaurantes irão participar do festival com a criação de dois menus completos – entrada, prato principal e sobremesa – a serem comercializados a valores fixos de R$ 41,90 no almoço e R$ 54,90 no jantar (R$ 1 é somado ao valor de cada menu para ação social). Algumas casas, como a Forneria Della Garfagnana, Cantina d’Itália, Aldeia da Ilha Choperia e Restaurante, By Rock, Spaghetti & Cia Vila Velha e Vitória oferecem três opções de pratos principais para escolha do cliente. 

Envolvido pelo tema, o Daju Bistrô, que fica na Mata da Praia, criou pratos principais que instigam o paladar do cliente: lombo suíno com barbecue de goiabada acompanhado de arroz de canjiquinha branca e crispy de couve ou cupim de panela com polenta de forno gratinada e agrião fresco. O restaurante Pier Aleixo, na Praia do Canto, também abraçou o tema e oferece um menu completo cheio de criatividade. Nas opções de entrada a casa oferece bruschetta de tomates sweet levemente assados, molho pesto, ricota fresca a Sicília e coulis de pitaya; mix de folhas com pérolas de melão, abóbora cítrica e crocante e pesto de hortelã. Já nos pratos principais há arroz caldoso de moqueca capixaba com farofa de manteiga de camarão e bacon; penne ao molho cremoso de fígado acebolado, cogumelos frescos, parmesão e chips de jiló. As sobremesas também ousam: brigadeiro de colher de conhaque e raspas de laranja; e tartar de manga e pimenta dedo de moça, sorvete artesanal de coco e farofa doce de castanha de caju. Já o Bio Gourmet, em Vila Velha, que participa pela primeira vez e tem a proposta de uma alimentação totalmente funcional,  sem glúten e sem lactose, oferece entre suas opções de prato principal quibe de abóbora com quinoa recheado com requeijão de castanha, hommus com pão árabe da casa, na sobremesa, mousse de chocolate orgânico.

O Bio Gourmet, inclusive, é opção para quem busca por gastronomia saudável durante o evento. Além do quibe da abóbora, a casa oferece lascas de bacalhau ao creme de leite de castanha de caju. Assim como para os vegetarianos, o Gosto Capixaba oferece opções de substituir a carne por legumes em seus pratos. 

O Argento Parrilla do Shopping Vila Velha inclui um menu com opções sem lactose e sem glúten, da entrada a sobremesa, como opção para seus clientes, nos horários de almoço e jantar. Nas entradas, clássica pascualina argentina e empanada de cordero y verduritas são opções em lactose. As entradas sem glúten são compostas por ensalada de verdes, tomate, aceitunas e huevo duro e revuelto al gramajo (típica entrada quente argentina feita com ovos mexidos, presunto, ervilhas e batata palha). Os pratos principais incluem peito de frango a moda thai com legumes ao gengibre e shoyu e chips de batata doce; e sopa densa com carne, milho, feijão branco, linguiças variadas, abóbora e temperos argentinos, ambos sem glúten e sem lactose. Na sobremesa, tradicional flan de dulce de leche con chantilly é a opção sem glúten.

Os amantes da carne encontram em vários estabelecimentos opções de cortes nobres. Sete restaurantes incluem variados cortes de mignon em seus menus, tais como Aldeia da Ilha Choperia, Cantina D`Itália, Gosto Capixaba, Moto Burger, Piu Especiarias, The Zoo e Vero Ristorante. Já o cordeiro, é opção em seis estabelecimentos: Argento Parrilla Shopping Vila Velha, By Rock, Forneria Della Garfagnana, Piu Especiarias, Salsa da Praia e Santo Graal.

Além disso, o By Rock serve prato com ancho uruguaio; o Della Bistrô oferece um prato com Brasatto de fraldinha ao vinho; o Jambalaya tem prato com baby bife, o Taurus criou opção com Petit Chateaubriand. O Spaghetti & Cia acompanha o talharim na manteiga com entrecôte uruguaio.

SEM CARNE

Já os clientes que fazem jejum de carne durante o período de Quaresma encontram opções de prato em vários restaurantes. Inclusive casas tradicionais de carnes incluíram opções sem o ingrediente. Como o By Rock, na Praia do Canto, criou opção com filé de tilápia com camarão na manteiga, arroz integral e parmantier de mandioquinha. O Aldeia Da Ilha Choperia e Restaurante, que oferece três pratos principais, inclui uma entrada e dois pratos sem o ingrediente, no horário do almoço e jantar. O Balada Mix, em Vila Velha, inclui opções com peixes em seu menu, como o couscous marroquino de legumes com tilápia grelhada e molho de ervas; e salmão crocante com arroz de brócolis e purê de baroa. O Enseada Restaurante Mediterrâneo oferece prato com batatas laminadas com bacalhau e camarão com natas. O restaurante Gosto Capixaba inclui pratos com peixes para o almoço e jantar. A ’sinfonia capixaba’ (posta de Badejo grelhado e camarão com lâminas de abobrinha confitada, amêndoas e alcaparras na manteiga de camarão. Guarnecida com risoto de damasco) é oferecida no almoço. E o ‘Bacalhau Espiritual’ (bacalhau desfiado com molho bechamel e cenoura, servido em pão de Mafra, guarnecida com arroz de brócolis e amarradinho de legumes) no jantar. 

O Porto do Bacalhau, participa com sua casa que fica no Centro de Vila Velha, oferecendo um menu para jantar completo sem carne. Assim como o Restaurante Timoneiro Vitória, que oferece entradas e pratos sem carnes no almoço e jantar. Jambalaya Bistrô, Nyc Restaurante, Pier Aleixo Restaurante, Piu Especiarias, Restaurante Bio Gourmet, Salsa da Praia e The Zoo Bistrô são outras casas que oferecem pratos com peixes em seus menus week. 

Casas italianas são ótimas opções para quem busca menus sem carne. Tais como a Cantina D`Itália, com raviolli artesanal de ricota com espinafre ao molho quatro queijos; e risotto de tomate seco, rúcula e muçarela de búfala. O Domus Itálica Ristorante oferece pratos com anchova grelhada, arroz, vinagrete e farofa; e o mexido de bacalhau ao molho do Chef. A Forneria Della Garfagnana serve tilapia ao vinho acompanhada de risoto de lentilha. As casas do Spaghetti & Cia em Vitória e Vila Velha incluem massas sem acompanhamentos de carne: Spaghetti ao pesto com creme de burrata e ravióli de muçarela de búfala com tomates frescos e manjericão. 

AÇÃO SOCIAL

A cada edição a Restaurant Week promove uma campanha social durante o evento. A organização sugere o acréscimo de R$ 1 no valor de cada menu vendido, a ser direcionado a uma instituição. Na 14ª ES Restaurant Week a arrecadação será direcionada à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Vila Velha (APAE) de Vila Velha. 

PROMOÇÃO

Os clientes do Banestes ganham alguns privilégios durante a ES Restaurant Week. Aqueles que pagarem os menus Week com Cartão Banescard concorrem a um final de semana gastronômico em Pedra Azul com direito a duas diárias no Bristol Vista Azul, com acompanhante, e dois vouchers nos Restaurantes Alecrim e Valsugana de R$ 250,00 cada.

Veja o cardápio e os endereços da edição Espirito Santo http://restaurantweek.com.br/evento/espirito-santo

Amigos, dentre os vários tipos de Vinhos do Porto, os “Colheita” me agradam mais. Além de entregar uma paleta de aromas e sabores mesmo novos (mel, casca de laranja, especiarias, chá…) tem a vantagem que depois de aberto podem ser consumidos ao longo de alguns meses sem perder suas características.

Por regra permanecem um mínimo de 7 anos em cascos, porém na real ficam muito mais. É possível encontrar no mercado Colheitas muito antigos, como comprovado no post anterior, com um da década de 40, e neste (como comentado no decorrer deste texto), que ficou por 60 anos em madeira antes de chegar às prateleiras para venda. Normalmente permanecem em cascos e são engarrafados somente com a demanda de mercado e trazem a data de engarrafamento na garrafa. Na Kopke os rótulos são pintados e a cápsula vedada com cera, tudo feito à mão.

Por envelhecer em barricas e não na garrafa, estando assim em contato com o oxigênio, existe uma suposta perda de cerca de 0,2% do álcool ao ano. Este teor alcoólico é corrigido anualmente com a adição de uma quantidade mínima de aguardente.

No Essência do Vinho – Porto 2017 tive a oportunidade de participar no Salão Árabe do Palácio da Bolsa, de uma prova incrível com 6 décadas de Colheitas do produtor Kopke, comentada pelo enólogo Carlos Alves.

“Fundada em 1638, ainda antes da demarcação da Região do Douro, a Kopke ostenta orgulhosamente o título de casa mais antiga de Vinho do Porto. O terroir, a geografia, as castas, o envelhecimento em cave e as práticas seculares artesanais dos Colheita verdadeiros sinais do tempo.”

Vinhos em prova vertical – Kopke Colheita 1957, Kopke Colheita 1967, Kopke Colheita 1978, Kopke Colheita 1981, Kopke Colheita 1999, Kopke Colheita 2007.

Os vinhos foram provados em separado, do mais novo para o mais velho, sob comando do enólogo e com comentários dos participantes. Ficou claro pra mim que na sua evolução, a coloração amarelo vai mudando para um (âmbar) alaranjado, seus aromas passam de frutas frescas, nozes, avelãs, baunilha – para cacau, caramelo, remédio, iodo, amêndoa e mel. Sem falar no álcool, que vai se integrando diante do tempo, tornando cada vez mais coadjuvante. O paladar reflete essa integração, aumentando a complexidade, porém mantendo a ótima acidez, presente em todas as safras, dando vivacidade, frescor e equilibrio ao conjunto.

Muito feliz por participar dessa prova histórica! Grato aos envolvidos!