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O “Guia Descorchados 2017“, mais completo e respeitado anuário sobre vinhos da América do Sul foi lançado no dia 11 de abril, em São Paulo. Nesta 19ª edição estão produtores chilenos, argentinos, uruguaios e brasileiros.

Foram avaliados pelo menos 2.500 vinhos, trabalho que resultou em mais de 1.000 páginas sobre as principais vinícolas da região e seus vinhos. Além de apresentações de vinícolas e regiões produtoras, o livro tem referência de notas de degustações e harmonizações sobre diversos vinhos.

Não canso de repetir que o espumante nacional está consagrado, uma das grandes descobertas do mundo. Os produtores estão investindo cada vez mais, produzindo espumantes fáceis de agradar, geralmente com bastante fruta e uma acidez que limpa e refresca o paladar.

Os melhores espumantes brasileiros

93 pontos: Cave Geisse Terroir Nature 2011 (R$ 165 )

92: La Belle Blanche Brut Rosé (R$ 129,90)

92: Estrelas do Brasil Brut Rosé (R$ 60)

92: Valduga 130 Brut Blanc de Noir 2013 (R$ 130)

92: Casa Valduga Gran Nature 60 Meses 2011 (R$ 150)

92: Estrelas do Brasil Nature ISV12010

92: Cave Geisse Blanc de Blancs 2013 (R$ 105)

92: Hermann Lírica Crua (R$ 76,40)

92: Pizzato Vertigo Nature 2014 (R$ 165)

92: Pizzato Nature 2013

92: Vallontano LH Zanini Extra Brut 2012 (R$ 99,50)

92: X Decima .Yoo Brut Nature Edição Especial 2013

92: X Decima Nature Tradicional 2012

92: X Decima .Yoo Brut Rosé Ed. Especial 2014

92: Domno do Brasil Ponto Nero Moscatel Espumante (R$ 49,50)

O “Guia Descorchados 2017“, mais completo e respeitado anuário sobre vinhos da América do Sul foi lançado no dia 11 de abril, em São Paulo. Nesta 19ª edição estão produtores chilenos, argentinos, uruguaios e brasileiros.

Foram avaliados pelo menos 2.500 vinhos, trabalho que resultou em mais de 1.000 páginas sobre as principais vinícolas da região e seus vinhos. Além de apresentações de vinícolas e regiões produtoras, o livro tem referência de notas de degustações e harmonizações sobre diversos vinhos.

Desde a minha última viagem a Mendoza e demais regiões, venho verificando na taça a mudança de estilo dos tintos argentinos, muito criticados por serem doces, pesados e cansativos. Várias vinícolas preocupadas com as críticas estão se reinventando, utilizando novas técnicas de vinificação, buscando novos terroirs e reencontrando uvas nativas, como a Criolla. O resultado são vinhos com mais acidez, frescor e uma fruta mais limpa. Apesar da Malbec ser a mais importante, destaco a Cabernet Franc a grande sensação do momento, provem!

Os melhores tintos argentinos

99 pontos: Gen del Alma Seminare Malbec 2015 – O vinho mais pontuado da história do guia.

98: Trapiche Terroir Series Ambrosia Malbec 2013

98: Zorzal Wines Piantao Cabernet Franc 2013

98: Catena Zapata Adrianna Vineyard Mundus Bacillus Terrae Malbec 2013

98: Carmelo Patti Malbec 2013

97: Grand Enemigo S. Vineyard Gualtallary Cabernet Franc 2013

97: Cadus Wines Appellation Gualtallary Malbec 2014

97: Superuco Calcáreo Río de los Chacayes Malbec 2015

97: Zuccardi Finca Piedra Infinita Malbec 2013

97: Achával Ferrer Finca Altamira Malbec 2014

97: Carmelo Patti Cabernet Franc 2013

97: Noemia j. Alberto Malbec 2015 (R$ 237,59 na Vinci)

97: Bodega Teho Corte Malbec C. Sauvignon P. Verdot Tempranillo Syrah 2014

97: Matervini Piedras Viejas Malbec 2014

O “Guia Descorchados 2017“, mais completo e respeitado anuário sobre vinhos da América do Sul foi lançado no dia 11 de abril, em São Paulo. Nesta 19ª edição estão produtores chilenos, argentinos, uruguaios e brasileiros.

Foram avaliados pelo menos 2.500 vinhos, trabalho que resultou em mais de 1.000 páginas sobre as principais vinícolas da região e seus vinhos. Além de apresentações de vinícolas e regiões produtoras, o livro tem referência de notas de degustações e harmonizações sobre diversos vinhos.

Estive rodando a taça pelo evento e dentro dos países participantes o que mais me surpreendeu foi o Uruguai, sempre lembrado pelo seu Tannat duro, tânico e sem frescor, apresentou vinhos com destaque para a fruta fresca e acidez nunca vista. A fórmula encontrada foi a utilização, em muito casos, da maceração carbônica, uma técnica de vinificação onde a fermentação ocorre com os cachos das uvas inteiras, muito utilizada na região de Beaujolais, França. Outro bom resultado vem com a casta branca Albariño cultivadas na região costeira, que já mostra excelente qualidade, porém com pouca oferta.

Os melhores tintos uruguaios

95 pontos: Bodegas Carrau Amat Tannat 2011 (R$ 233 na Zahil)

94: Bodega Alto de la Ballena Cetus Syrah 2013 (R$ 523,66 na Vinhos Mundi)

94: Bodega Bouza B6 parcela Única Tannat 2015 (R$ 334,40 na Decanter)

94: Familia Deicas Domaine Castelar Tannat 2015

94: Familia Deicas Cru D’Exception Malbec 2013

94: Familia Deicas Tannat 2015

94: Familia Deicas Massimo Deicas Tannat 2013

94: Pizzorno Family Estates Exclusive Tannat 2015

94: Pizzorno Family Estates Primo

94: Pizzorno Family Estates Primo Tannat Malbec Merlot Petit Verdot 2013

94: Viñedo de los Vientos Eolo Tannat Ruby Cabernet 2012

92: Viñedo de los Vientos Anarkia Tannat 2016 – Top

Recentemente recebi o convite do amigo Roberto Rodrigues Jr para conhecer os vinhos e a história da jovem e pequena vinícola Casa Romero, localizada na região V do Chile, mais precisamente no vale de Casablanca ao longo da Rota 68, entre as cidades de Santiago e Valparaíso.

Uma região relativamente nova na produção vinícola, a apenas 18 km do litoral. Em virtude disso, o vale recebe uma forte influência marítima, com clima mais frio, com uma amplitude térmica que chega a até 19º de diferença entre o dia e a noite. O resultado é uma maturação mais lenta, produzindo vinhos com excelente acidez e bem aromáticos.

A vinícola, que está em fase de certificação orgânica, vinifica sob o comando dos enólogos Teddie Barahona e Erwin Sepúlveda, três tintos, os Viento Puelche Pinot Noir, Viento Puelche Syrah e o Viento Puelche Malbec.

Tive a oportunidade de provar dois, o Pinot Noir e o Syrah.

Viento Puelche Pinot Noir 2013 – 14,5% alc – passa por carvalho – Produção 15.000 garrafas

Em alguns casos, no Chile, a Pinot Noir oferece estrutura e corpo, mas esta não é a regra. Se você prefere vinhos mais robustos, aqui não vai encontrar. Esse PN me surpreendeu justamente pelo contrário. Seu excelente frescor e elegância, fruta limpa e delicada, remete claramente remete aos bons caldos da Borgonha. Aquele tipo de vinho que acaba rápido e deixa saudades.

Viento Puelche Syrah 2014 – 14,5% alc – passa por carvalho – Produção 6.000 garrafas

O syrah é produzido com uvas da região do Maipo (Puangue), o que imprime ao vinho mais estrutura e corpo, até pela própria característica da uva. Não sei se o álcool mais alto decorre do clima na safra, mas precisa de respirar uns 30 minutos, no mínimo, para equilibrar. O nariz foge do convencional, com toques vegetais em destaque. Um bom vinho, que fica ainda melhor acompanhando pratos à base de carnes. Um cordeirinho, por exemplo!

Os vinhos são vendidos no Brasil pela importadora F2R (27 – 98168-1718), e estarão disponíveis em breve ao preço médio de 140 reais na gondola.

Galera, na noite de quarta-feira, a convite do meu amigo Gilson Pimentel Muniz, fui conferir no restaurante Bendito Bistro (ao lado do day by day – Praia do Canto) alguns lançamentos do portfólio da Global Wines/Vinibrasil. Os vinhos foram apresentados por João Santos – Enólogo e Diretor Comercial da Vinibrasil.

A Global Wines é o maior produtor do Dão (centro norte) e um dos maiores do país, com quintas e adegas em várias regiões.

De tanto vender para o Brasil montaram um projeto no Sertão pernambucano, Vale do São Francisco, Vinibrasil. A região tem um diferencial que é produzir duas safras por ano, com resultados muito legais, principalmente nos seus espumantes.

Iniciamos os trabalhos com 3 espumantes da ViniBrasil, primeiro o Rio Sol Brut Blanc Grand Prestige e o Brut Rosé – R$ 35, todos dois elaborados pelo método Charmat, com a uva Syrah e 8 grs de açúcar por litro. Bastante aromáticos, frutados, e com o frescor que nosso clima pede. Perfeita combinação com um Ceviche. O terceiro espumante, o Premium, produção de somente 1.400 garrafas, é feito com as castas portuguesas Touriga Nacional, Arinto e Fernão Pires. Charmat longo e com o vinho base em madeira. Bastante estruturado pede comida e certa moderação.

Seguindo com os rótulos portugueses/Global Wines, inciamos com o Quinta de Cabriz Grilos Dão Branco 2015, delicioso corte de Encruzado e Cercial, mostrou notas florais e de frutas tropicais, perfeito para o dia a dia. Pode ser bebido sozinho mas acompanha muito bem uma infinidade de pratos mais leves e delicados.

O primeiro tinto foi o Quinta do Encontro, um tinto que mudou seu DNA, passando de Baga e Merlot, para um 100% Touriga Nacional, uva emblemática de Portugal.  Macio e cheio de fruta, que fica ainda mais gostoso se servido levemente refrescado. R$ 39,90

A expectativa estava alta com o Quinta de Cabriz Colheita Selecionada (Touriga Nacional, Touriga Franca e Alfrocheiro) R$ 55, incluído entre os 100 melhores vinhos de 2016 da respeitada publicação americana “Wine Spectator”. Na taça com alguns minutos respirando mostrou aromas agradáveis de frutas e um toque terroso, típico da região. Paladar fresco, boa acidez e final curto mas saboroso. Vale a compra, principalmente pelo preço e para quem quiser conhecer a tipicidade desta região.

Fechamos a noite com o que “Second Me” foi o melhor tinto da noite. Se trata do Quinta de Cabriz Reserva, nariz franco, com frutas negras, notas terrosas e aquele coquinho agradável do carvalho. Na boca é estruturado, com boa acidez e persistência. Por ser mais estruturado, vai bem com pratos mais intensos.

Boa noite meus amigos, hoje é dia de #CBE (Confraria Brasileira de Enoblogs). A brincadeira é a seguinte. Todos os meses um confrade, blogueiro, escolhe um tema. A partir daí compramos as nossas garrafas e provamos, postando nossas impressões no primeiro dia de cada mês. Esse mês quem escolheu o tema foi o Blog Vivendo a Vida, “um vinho branco do Vale do Loire até 100 reais”.

Para quem está em busca de novos horizontes, os vinhos brancos Vale do Loire (pronuncia-se luar), França, elaborados com a uva Muscadet (pronuncia-se muscadê), também denominada “Melon de Bourgogne“ são excelentes opções. Sua origem exata, e a associação com a uva não é clara. No entanto, a maioria dos estudiosos acreditam que a uva Melon de Bourgogne foi introduzida na região Pays Nantais no século 17 por um comerciante holandês.

A região é dominada por uma forte influência marítima vinda do Oceano Atlântico, fazendo mais frio e com maior precipitação que o restante do Vale do Loire. Bem adaptada a estas condições, a Melon de Bourgogne tem sua colheita geralmente em meados de setembro, sendo esticada de forma experimental por alguns produtores nos últimos anos. Porém, a colheita tradicional (precoce), é a mais eficaz. Mantém a acidez (“frescor“) que é uma característica chave de vinho Muscadet.

Existem quatro AOCs principais da região de Muscadet espalhadas por uma grande diversidade de terrois com grande concentração de xisto, argila, cascalho e granito. São elas; Muscadet, Muscadet Sèvre et Maine (principal), Muscadet Coteaux  de la Loire e Muscadet Côtes de Grandlieu.

Os melhores passam pelo método de vinificação denominado “Sur Lie“, que consiste em manter o vinho contato com as borras (sedimentos das uvas) por um determinado tempo antes do engarrafamento, assim aportando corpo e certa complexidade de aromas e sabores ao produto final.

A harmonização perfeita: ostras, peixes e camarões. A maioria dos Muscadets devem ser bebidos com até três anos de safra.

Clos de la Févrie 2015 – França – Vale do Loire – 100% Melon de Bourgogne – 12% – R$ 97,00 – www.delacroix.com.br

“Pouco mediático, mas reconhecido pelos entendedores e pessoas do mundo dos vinhos como um dos grandes produtores de Muscadet e da Loire, Vincent produz seus vinhos como nenhum outro, muito provavelmente devido a parte de seus sonhos que eles contém! Entretanto, Vincent não é apenas um sonhador, ele vêm de uma família que produz vinhos há 5 gerações e ele conhece seu magnífico terroir de maneira perfeita. Como ele mesmo diz: “O melon é uma esponja que deve se adaptar ao seu terroir.”. Foi através do contato com colegas, como Jo Landron e Guy Bossard, que ele descobre os grandes muscadets, sua uva de grande paixão, e a cultura orgânica e biodinâmica: entre 1994 e 2007 ele passa para a cultura orgânica e três anos mais tarde para a cultura biodinâmica.”

Na taça mostrou um visual amarelo esverdeado, com muita tipicidade, aromas de frutas brancas e cítricas e mineralidade destacada. Paladar sequinho, leve, muito refrescante, com notas minerais dominando. Excelente opção para ter na adega em todas as estações do ano. Delícia!

Os fãs da vitivinicultura brasileira terão motivos especiais para assistir o próximo episódio de MasterChef Brasil. Na noite de terça-feira, 4 de abril, irá ao ar a primeira prova coletiva fora do estúdio desta temporada. E o local não podia ser mais apropriado para elaboração de um menu harmonizado: os vinhedos da Serra Gaúcha, região responsável por cerca de 90% da produção nacional.

Gravada nos municípios de Bento Gonçalves, Farroupilha e Pinto Bandeira, no interior do Rio Grande do Sul, a prova desafiará os 20 competidores a prepararem pratos típicos italianos e alemães, que deverão ser acompanhados com rótulos verde-amarelos. Três vinícolas serão as responsáveis por representar a diversidade e qualidade da vitivinicultura nacional no maior talento show da televisão brasileira: Aurora, Casa Perini e Casa Valduga.

Nos episódios dos dias 14 e 21 de março, o programa deu os primeiros sinais de que a bebida de Baco estaria presente nesta temporada. As paisagens de vinhedos e de uma prova coletiva, junto com a narração da Ana Paula Padrão informando sobre a gravação de um episódio em uma “típica vinícola gaúcha” deram as dicas iniciais da novidade. Também, no início do mês, os jurados da atração, Henrique Fogaça, Paola Carosella e Erick Jacquin, postaram fotos em locais da Serra Gaúcha.

No programa de ontem (28) foi possível ter mais detalhes de como será a prova entre os times azul e o vermelho. O grupo irá preparar um almoço para 80 “exigentes” convidados. Assista a última parte do episódio na íntegra: https://youtu.be/VDB4_fLeo3Y

O MasterChef é transmitido pela Band às terças-feiras, às 22h30min, com exibição simultânea no site e no aplicativo da emissora para smartphones, sendo também reproduzido pelo Discovery Home & Health, nas sextas, às 19h20min, com reapresentação aos domingos às 21h45min.

Referência máxima de vinhos do Douro, a Casa Ferreirinha do grupo Sogrape, apresenta um portfólio amplo liderado pelo mítico Barca Velha, seguido ainda por outras referências como o Reserva Especial, o Quinta da Leda ou o Callabriga, como também celebrados vinhos de maior volume, o Vinha Grande, Papa-Figos e Esteva.

Recentemente na cidade do Porto em Portugal, durante a Essência do Vinho – Porto 2017, participei de uma vertical inesquecível do Vinha Grande, conduzida pelo enólogo Luís Sottomayor, que arrancou suspiros dos participantes, ficando impressionados com a longevidade e complexidade desse vinho.


Não tenho dúvida que uma das melhores formas de conhecer um vinho, é participar de uma degustação vertical, quando várias safras do mesmo vinho estão lado a lado. Nesse caso se consegue avaliar não só as diferentes manifestações do terroir onde as videiras estão plantadas, como também as variações do clima e também o trabalho do enólogo.

O Vinha Grande é elaborado com as castas tradicionais da região do Douro: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Barroca, Tinta Roriz, e estagia por 12 a 18 meses em barrica de carvalho francês usadas.  

Vinhos em prova: Casa Ferreirinha Vinha Grande tinto 1975, Casa Ferreirinha Vinha Grande tinto 1990, Casa Ferreirinha Vinha Grande tinto 1997, Casa Ferreirinha Vinha Grande tinto 2005, Casa Ferreirinha Vinha Grande tinto 2014.


Enólogo talentoso, Luís Sottomayor imprime a seus vinhos a elegância em detrimento da potência. Ao contrário do que se pensa, Portugal também tem anos mais difíceis, que exigem muito trabalho por parte do enólogo, em especial na seleção de uvas e no corte final dos vinhos, buscando sempre produzir o melhor possível em cada safra.


1975

Na degustação o Casa Ferreirinha Vinha Grande 1975, foi o grande destaque, deu um show de elegância e sofisticação. De cor atijolada, o vinho mostrou muita complexidade e delicados aromas de especiarias, chá, fumo e medicamento. No paladar chamou atenção pela vivacidade, equilíbrio e pela extrema fineza dos taninos de textura sedosa. Um vinho que apesar dos seus 42 anos poderá ser apreciado pelos próximos 10 tranquilamente. 

1990

Visual rubi atijolado com halo tendendo ao castanho evidenciando um vinho evoluído. Tanto o nariz quanto a boca já apresentavam algumas notas oxidativas. Na boca a fruta me pareceu ligeiramente passada. Vinho já em princípio de curva descendente. Álcool e madeira integrados. Taninos macios com acidez e persistência médias. 

1997

Visual rubi atijolado com halo tendendo ao castanho evidenciando um vinho já evoluído. O vinho se destacou pelo equilíbrio. No nariz, boa complexidade de aromas. Na boca, taninos macios, média acidez, complexo e extremamente elegante. Álcool e madeira perfeitamente integrados. Persistência média.

2005

Visual rubi profundo. Nariz e boca equilibradíssimos com fruta exuberante e taninos muito agradáveis. Potente tanto no nariz quanto na boca. Extremamente complexo e elegante. Excelente persistência. Madeira integrada e álcool equilibrado. Um vinho que consegue aliar potência e elegância. Grande potencial para evoluir.

2014

Visual rubi profundo com reflexos violáceos. Fruta exuberante. Ainda um pouco primário. Ligeiramente tânico e lácteo. Ótima persistência. Madeira e álcool presentes sem, contudo, comprometer seu equilíbrio. Necessita mais tempo de guarda.

No brasil é importado com exclusividade pela www.zahil.com.br. Preço da safra atual – 169 reais.

O Winebid, canal especializado em leilões online de vinhos do Grupo Superbid, promove até a próxima quinta-feira (30/03), um leilão de 211 lotes de vinhos refinados entre Sassicaia, Almaviva, Alion e Chateau Talbot com valores que variam entre R$ 74 e R$ 4,5 mil. Os itens estão localizados em São Paulo (SP), mas poderão ser dados lances de todo o país.

Dois lotes contendo três garrafas verticais de Sassicaia (2011/2012/2013), toscana Itália tinto de 75 ml, com lances a partir de R$ 4,5 mil, são os destaques do leilão. Dentre as outras ofertas relevantes disponíveis estão: quatro lotes possuindo três garradas almaviva (2013) maipo chile tinto, com oferta inicial de R$ 1,4 mil cada; três lotes com uma garrafa Chateau Valbot (1982), Bordeaux França Tinto, partindo de R$ 990 cada; três lotes com uma garrafa Chateau Le Crock (2005), Bordeaux França Tinto, com valor a partir de R$ 466 casa, e três lotes com uma garrafa Quinta das Tecedeiras Porto Tawny Portugal, partindo de R$ 73 cada. 

Os vinhos possuem um valor mais acessível no leilão do que se adquiridos por valores maiores no mercado. Portanto, são oportunidades atraentes aos brasileiros que apreciam a bebida. ”A ideia é realizar diversos leilões durante o ano para criar uma cultura no país para a compra de vinhos por esse meio, que é difundida no exterior, mas no Brasil ainda é algo raro”, comenta Renato Moyses, leiloeiro responsável da Winebid.

Além dos preços atrativos, os pregões apresentam outras vantagens aos compradores. A empresa conta com a consultoria e curadoria de Déco Rossi, consultor com grande experiência em vinhos, que avalia os lotes para a venda. ”Os pregões trazem vinhos especiais, tanto de safras antigas como atuais e para todos os gostos, por isso a necessidade de análise e garantia para o comprador ter a absoluta certeza que está investindo em algo de qualidade”, explica Déco.

O pregão está disponível e os lances podem ser efetuados até a próxima quinta-feira (30/12), às 20h, pelo site da Winebid (www.winebid.com.br). Também é possível realizar os lances pessoalmente na sede da companhia, em São Paulo, localizada na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, 105, Edifício Berrini One – 4° Andar. Mais informações pelo telefone (11) 4950-9400.

Serviço:

Leilão Winebid – Rótulos refinados

Data e horário: até 30/03, às 20h

Link para mais informações:

https://www.superbid.net/leilao/lista/ofertas.htm?auction_id=56260&size=100&ord=pormaiorvalor&pager.offset=0

24° Chardonnay du Monde foi realizado de 8 a 11 de março, em Saint-Lager

Com 706 amostras inscritas por vinícolas de 38 países, a 24ª edição do concurso Chardonnay du Monde reuniu degustadores franceses e internacionais no Château Ravatys, no Instituto Pasteur, em Saint-Lager, na França, para três dias intensos de avaliações. Após as degustações, que ocorreram de 8 a 11 de março, um espumante brasileiro brilhou entre os produtos premiados. 

Dos vinhos e espumantes avaliados no Chardonnay du Monde, 235 foram premiados – o que representa 33,1% das amostras inscritas. Foram concedidas 55 medalhas de Ouro e 180 medalhas de Prata. O espumante Blanc de Blanc Brut 2013, da Vinícola Geisse, foi a amostra brasileira premiada com medalha de Prata. 

O envio de amostras para concursos nacionais e internacionais é coordenado pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), que há mais de duas décadas desenvolve esse trabalho e há 40 anos realiza a divulgação dos vinhos e espumantes brasileiros.