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A Abertura Oficial da Vindima 2015 no Vale dos Vinhedos ocorre neste fim de semana e seu primeiro evento comemorativo será promovido pelo Spa do Vinho, na noite de sexta-feira (30/01), às 20h. Música, teatro e imagens fazem parte de um jantar temático no Spa do Vinho contando a saga dos imigrantes italianos desde a difícil partida da Itália até o sucesso das grandes vinícolas gaúchas. O jantar harmonizado “História do Vale dos Vinhedos” tornou-se tradição entre as atividades do período da colheita no Spa do Vinho, que além de hotel é o também o primeiro condomínio vitivinícola D.O. do país.

O verão é alta temporada no Vale dos Vinhedos por ser a época da colheita da uva, atividade que entusiasma turistas em busca de uma experiência lúdica e autêntica. “Os parreirais estão em seu esplendor e as uvas ficam deliciosas de tão doces, é a época mais festiva do ano para vinicultores e visitantes, quando a colheita é feita e podemos avaliar a nova safra”, descreve Aldemir Dadalt, membro do Conselho Superior da Aprovale e também sócio-diretor do Spa do Vinho.

Para celebrar este momento tão esperado, o hotel oferece pacotes que resgatam o ritual centenário da vinificação, incluindo a colheita, a pisa e a festa do primeiro vinho aos sábados.

Menu Vêneto

O chef Felipe Pinelli comanda a gastronomia do Spa do Vinho e é o autor do menu especial do Jantar Temático “História do Vale dos Vinhedos”. “É uma viagem às raízes da gastronomia italiana”, explica o Chef paulista. “Minha principal inspiração foi a região do Vêneto, origem da maioria dos imigrantes que vieram para o Brasil em 1875. Embora a diversidade da paisagem – serras, vales e mar – se reflita no rebuscamento da culinária vêneta, a polenta de farinha de milho sempre se manteve como prato base, por isso revisitei clássicos como o Bacallà a Vicentina. A produção de arroz era farta em terras planas e com eles vieram os risotos, acompanhados de produtos da terra como cogumelos e radicchio rosso. A caça de animais pequenos era comum, então busquei uma receita delicada de coelho com pasta recheada, o Tortellini. Já para o prato principal, toda nobreza festiva de um cordeiro com molho de uvas. E na sobremesa, quem resiste a um belo tiramisù ou um típico gelatto?”, indaga Pinelli.

O jantar “História do Vale dos Vinhedos” é aberto ao público durante todas as sextas-feiras do mês de fevereiro, ao preço de R$ 150,00 por pessoa. O menu é harmonizado com vinhos brasileiros. No evento de abertura, nesta sexta-feira (30/01), imprensa e autoridades são convidados especiais da Diretoria do Spa do Vinho.

Colheita Festiva no Carnaval

Quem nunca colheu um belo cacho sob parreirais centenários ou pisou uvas em meio a cantorias italianas, não imagina o que está perdendo. Além dos rituais completos da vindima, os pacotes do Spa do Vinho incluem também tratamentos de vinoterapia, jantares harmonizados e degustações de vinhos premiados na primeira denominação de origem (D.O.) brasileira. Em fevereiro, reserve alguns dias do verão para conhecer o que há de melhor na Serra Gaúcha e deliciar-se com os magníficos vinhos do Vale dos Vinhedos.

Os vinhos “laranja” ou “âmbar” voltaram a moda e estão conquistando o paladar de enófilos cansados da mesmice vínica que assola o grande mercado de vinhos no Brasil. Eles são uma releitura dos vinhos produzidos nas origens da viticultura, que seu deu provavelmente na República da Geórgia, no Cáucaso.

A sua linda coloração alaranjada, que pode se alternar entre o dourado intenso e o âmbar, seja brilhante ou um pouco turva, decorre do processo de maceração das uvas brancas com o mosto, tal como se produzem os vinhos tintos a partir de uvas tintas. A vinificação “oxidativa” – ou pelo menos não exasperadamente protetiva à ação do oxigênio – reforça esta pigmentação da matéria colorante.

Estes vinhos laranjas possuem uma complexidade ímpar, revelando desde notas florais, de cítricos confitados, de drupas e frutas secas, até notas de cogumelos, além de fortes notas minerais. Sua estrutura é firme, fenólica, tal como um tinto, mas com o frescor e a mineralidade de um grande branco.

Na mesa os vinhos laranjas fazem o papel de um grande branco acompanhando peixes e crustáceos em preparações bem saborosas, mas também fazem as vezes de um tinto escoltando com perfeição até carnes intensas como a de cordeiro.

Recentemente tive a oportunidade de provar dois belos caldos da Itália, do produtor Damijan. A vinícola foi fundada em 1998 por Damijan Podversič com um enorme desejo de recuperar e desenvolver alguns vinhedos abandonados na nobre região do Friuli. Uma década de trabalho foi necessária até que surgissem as primeiras garrafas no mercado, fruto de intensa redução dos rendimentos no vinhedo, com poucos cachos por planta e de uma filosofia que converge para extrair a maior pureza da fruta a partir do uso de técnicas ancestrais na cantina. Forte do amor pela terra e incentivado pelos ensinamentos de Josko Gravner, por quem nutre grande admiração e amizade, Damijan enveredou-se também por um caminho sem volta, que prevê macerações de até 4 meses durante a vinificação, além da completa renúncia na utilização de leveduras sintéticas, nada de clarificações, filtrações e controles térmicos. Veja abaixo:

Damijan Ribolla Gialla 2010

Classificação legal: I.G.T. (Indicazione Geografica Tipica)

Região: Friuli – Gorizia – Monte Calvario, vinhedos localizados na margem direita do rio Isonzo.

Uva: 100% Ribolla Gialla (Vinhas 10-60 anos)

Amadurecimento: 3 anos em grandes cubas de carvalho de 20-30 hl.

Guarda: 10 anos

Serviço: 15°C, decantado por 2h.Taça Borgonha

Clima: Clima continental com forte influência dos Alpes, temperatura média anual de 13°C. Vinhedos colinares expostos ao sul. Altitude: 110-140 m.s.n.m.

Solo: Marga-calcária pedregosa (Oponka).

Elaboração: Vindima manual no final de Setembro-Outubro segundo calendário lunar. Desengace e maceração por 60-90 dias em grandes cubas de carvalho. Fermentação natural (leveduras indígenas), sem controle térmico. Longo amadurecimento. Não há clarificação ou filtração. Envelhecimento mínimo de 6 meses.

Na taça: Cor dourada/alaranjada, certa turbidez. Buquê intenso e etéreo, com damasco seco, erva aromática, casca de laranja cristalizada e iodo. Elegante e profundo, substancioso sem ser pesado, dotado de notável mineralidade.

Harmonização: Ovo pochê sobre cogumelos salteados em manteiga de trufas. Mil folhas de palmito pupunha, caviar e mousse de haddock. Ravióli com pecorino, ricota e favas. Sopa de amêijoas.

Nota: ST (96)

Preço: R$ 280

www.decanter.com.br

Damijan Nekaj 2010

Região: Friuli – Gorizia – Monte Calvario, vinhedos localizados na margem direita do rio Isonzo

Uva: 100% Friulano (Vinhas 10-60 anos)

Amadurecimento: 3 anos em grandes cubas de carvalho de 20-30 hl.

Guarda: 10 anos

Temperatura de serviço: 15°C, decantado por 2h.Taça Borgonha.

Teor de álcool: 14,5° GL

Clima: Clima continental com forte influência dos Alpes, temperatura média anual de 13°C. Vinhedos colinares expostos ao sul. Altitude: 110-140 m.s.n.m.

Solo: Marga-calcária pedregosa (Oponka).

Elaboração: Vindima manual no final de Setembro-Outubro segundo calendário lunar. Desengace e maceração por 60-90 dias em grandes cubas de carvalho. Fermentação natural (leveduras indígenas), sem controle térmico. Longo amadurecimento. Não há clarificação ou filtração. Envelhecimento mínimo de 6 meses.

Na taça: Cor alaranjada e opaca. De explosivos aromas florais, de pêssego maduro, menta e cítricos confitados. Completo na boca, com ótima mineralidade, quente, longo final amendoado.

Harmonização: Tagliolini envolvido com dados de lagosta e aspargos frescos. Guacamole com camarões. Paccheri com amêijoa, berinjela e bottarga. Galinha caipira estufada ao curry.

Nota: ST (93)

Preço: R$ 280

www.decanter.com.br

Sassicaia 1990

A Tenuta San Guido, que produz o Sassicaia, na costa da Toscana, foi quem começou a colocar os vinhos italianos em destaque, no início da década de 1970. O primeiro Sassicaia lançado comercialmente foi o 1968. Esse tinto é produzido predominantemente com Cabernet Sauvignon seguido de porcentagens pequenas de Cabernet Franc. Recentemente tive a oportunidade de provar dentro de um magnifico painel o Sassicaia 1990, safra histórica na Toscana.

Na taça, apesar de não ter sido o destaque da noite, mostrou de forma surpreendente potência, elegância e complexidade (fruta negra, couro, terra, fumo…). Destaque para textura aveludada, acidez viva e final de boca longo e delicioso. ST (93+)

Um dos dogmas do mundo do vinho – que de tão decantado está enraizado no subconsciente até dos enófilos mais inexperientes – é o fato de guardar as garrafas de vinho sempre (sempre!) deitadas. Isso é importante, pois mantém a rolha umedecida, impedindo que ela resseque, conservando suas qualidades, especialmente no que diz respeito à mínima entrada de oxigênio que favorece o bom envelhecimento do líquido.

No entanto, chegou a hora de rever esse conceito, pois dois longos estudos – um da Facultè d’Oenologie de Bordeaux e outro do The Australian Wine Research Institute (AWRI) –, demonstram que a posição da garrafa simplesmente não tem qualquer relevância durante a guarda do vinho. E isso derruba tudo o que aprendemos e pregamos por aí durante anos e anos.

Essas duas pesquisas estudaram o ingresso de oxigênio na garrafa de acordo com diferentes tipos de vedantes (rolhas naturais, sintéticas e rosca) e a posição de armazenagem (vertical ou horizontal) com o tempo. O estudo australiano foi além e mediu ainda impactos na composição, cor e sabor dos vinhos testados (um Riesling e um Chardonnay barricado), além de ter feito essa avaliação por mais tempo (cinco anos contra três dos franceses). Ambas as investigações chegaram a conclusões interessantes quanto aos efeitos causados pelas diferentes rolhas usadas, no entanto, um aspecto se sobressaiu: “a orientação da garrafa durante o armazenamento teve pouco efeito na composição dos vinhos examinados”, reportou o relatório australiano, e “as taxas de ingresso de oxigênio foram independentes da posição de armazenagem da garrafa”, atestaram os franceses.

Então quer dizer que posso guardar meus vinhos em pé? “Sem qualquer problema!”, garante Paulo Lopes, enólogo PhD que gerencia o departamento de pesquisa e desenvolvimento da Amorim, o maior fabricante de rolhas do mundo, e que liderou a equipe do estudo bordalês. Para ele, os resultados das duas pesquisas citadas mostram muito claramente que as diferenças entre a armazenagem horizontal e vertical são mínimas, independentemente do tipo de rolha, ou seja, mesmo nas de cortiça natural. “Em termos de capacidade de vedação e transferência de oxigênio, a conservação pode ser realizada com a garrafa em pé ou deitada, pois os resultados serão idênticos”, confirma.

Continue a leitura: http://revistaadega.uol.com.br/artigo/em-guarda_9901.html#ixzz3Q1zRZtEs

Tendência nas grandes metrópoles da Europa e dos Estados Unidos, a tradicional comida de rua rompeu a barreira da informalidade, transformando-se em uma alternativa descolada e segura para quem deseja aproveitar uma boa refeição ao ar livre. Aos poucos, o conceito de levar a gastronomia para as ruas também conquistou os brasileiros, motivando as publicitárias Carla Somose e Kelly Ferreira a desenvolverem o primeiro guia de localização de food trucks do País.

O site e aplicativo do “Food Truck nas Ruas” (www.foodtrucknasruas.com.br) dispõe de diversos endereços, espalhados pelas capitais brasileiras, onde apreciadores da gastronomia de rua podem encontrar veículos que comercializam as mais diversas culinárias, desde o tradicional cachorro quente, ao hambúrguer gourmet, ou até mesmo outras opções gastronômicas como: comida japonesa, mexicana, porções, massas e muito mais.

A ideia surgiu através de uma conversa informal das sócias, que perceberam a ausência de um guia que localizasse os Food Trucks na capital paulista, onde moram. “Vimos que apesar de o mercado de comida de rua estar crescendo e se profissionalizando, faltava um canal de comunicação para localizarmos esses grandes chefs de cozinha que estão dedicando a sua experiência e tempo nas famosas comidas de rua. Agora, após a legalização da Prefeitura de São Paulo criamos um canal de informação relacionado ao segmento e, principalmente, um espaço onde esses profissionais podem ser encontrados pelos clientes”, conta Carla.

Este foi o estopim para as publicitárias darem início ao guia Food Truck nas Ruas, com o objetivo de facilitar não só a busca dos internautas, mas também para oferecer um espaço para os Food Trucks divulgarem seus eventos, itinerários, cidades e cardápio através do site.

A identidade visual e criação das campanhas do guia foram feitas pela agência Recriativi, na qual as publicitárias são sócias, tornando mais ágil toda a concepção do projeto. Em menos de um mês do lançamento do Guia a empresa conseguiu alcançar mais de 200 cadastros de pessoas interessadas em saber mais sobre o Food Truck nas Ruas.

“Nossa ideia é ajudar a popularizar e desmistificar o comércio de comida na rua, mostrando que os food trucks podem ser um excelente ponto de encontro entre amigos e família, assim como os restaurantes, de forma geral”, defende Kelly.

Food Truck nas Ruas: Onde comer?

Interativo e de fácil navegação, o site também pode ser acessado por smartphones (iOS/Android) e tablets, já que foi construído de forma personalizada para dispositivos móveis. Um mapa ajuda na localização dos carros de comidas que pode ser encontrado no aplicativo com mais facilidade e praticidade, pois o mesmo é integrado com o sistema de navegação do seu smartphone ou tablet para ser guiado ao local aonde seu Food Truck preferido está localizado. E para tornar a experiência ainda mais completa, os internautas podem colaborar com o guia, enviando um formulário de contato com o nome e local de novos Food Trucks que estão espalhados pelas cidades.

Na última semana, o papa Francisco ganhou uma designação honorário de sommelier. O diploma foi concedido durante a visita de Franco Maria Ricci, presidente da Associação Italiana de Somemeliers, e de uma delegação composta por 180 produtores de vinho, sommelier e críticos. “Eu bebo um pouco de vinho italiano e de outros países. Mas só um pouco”, disse o papa ao site Breitbart, que já disse em um evento no último ano que “sem vinho, não há festa. Imagine terminar um banquete só com chá!”.

Ricci teve a ideia de pedir uma reunião com o papa depois das inúmeros declarações de Francisco falando bem da bebida. “É uma honra e encorajamento para nosso trabalho”, disse ele. Na Bíblia, há 224 referências a vinho – talvez por isso, Francisco não seja o único papa a falar sobre a bebida. Seu antecessor, Bento XVI, também falava constantemente sobre vinho e mencionou a bebida em seu primeiro discurso como sumo-pontífice – ele disse “sou um simples e humilde trabalhador na vinícola do Senhor”.

Fonte: Paladar Estadão

Analise feita pelo amigo Oscar Daudt, editor do site Enoeventos, mostra o extraordinário desenvolvimento do mercado de vinhos importados no Brasil. A tendência é, claramente, de alta e o volume do mercado aumentou cerca de 11 vezes desde 1989 até 2014, passando de US$29 milhões para US$324 milhões, em valores corrigidos. Veja a matéria completa aqui: http://www.enoeventos.com.br/201501/importacoes/importacoes.htm

700 Andes Plateau 2012

Cada vez mais prestamos atenção nos vinhos produzidos em regiões elevadas e frias. Os chamados “vinhos de altitude” apresentam características próprias, favorecidos pela lenta maturação da uva, e também pela amplitude térmica, a variação de temperatura entre o dia e a noite.

Recentemente o renomado enólogo Felipe Uribe apresentou em Vitória seu vinho, 700 Andes Plateau, um projeto familiar, elaborado com uvas Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Syrah e Malbec, a 700m de altura, na cordilheira dos andes, Chile. Além dos benefícios com a altitude, sua produção é a mais natural possível, com a tradicional pisa pé, leveduras indígenas, sem correção de acidez e com pouca adição de sulfito. Fresco, frutado e elegante, custa R$ 110, no supermercado Carone.

O Pera Manca é o melhor vinho da adega Herdade da Cartuxa (Fundação Eugénio de Almeida) e um dos mais aclamados e caros de Portugal (Évora/Alentejo). A propriedade foi um antigo mosteiro cartusiano fundado em 1857, se tornando particular em 1834. Ocupada por fazendeiros após a Revolução dos Cravos, em 1974, foi devolvida posteriormente bastante danificada. Seus vinhedos tiveram que ser todos replantados.

Elaborado somente nos melhores anos, esse 1995, uma das melhores safras elaboradas até hoje, bled de Tricadeira, Aragonêz e Tinta Roriz, cortesia do amigo Aldir Almeida, amadureceu por cerca de três anos em grandes toneis de três mil litros de carvalho português. Esse período em madeira, ao contrário do que se possa pensar, atribuiu muita elegância e longevidade ao vinho. Na taça mostrou um visual levemente atijolado, aromas intensos, com notas balsâmicas e de especiarias, frutas secas, chá e fumo. Paladar confirma as notas do nariz, taninos aveludados, e uma persistência muito longa. Com certeza vai evoluir e alcançar seu apogeu nos próximos 10 anos. ST (93+).

A designação Vintage é a classificação mais alta que pode ser atribuída a um vinho do Porto. Considera-se Vintage o vinho do Porto obtido da colheita de um só ano, e é uma denominação atribuída apenas em anos considerados de excepcional qualidade. Sofrem um envelhecimento em casco por um período máximo de dois anos e meio, sendo posteriormente envelhecidos em garrafa. O seu potencial de envelhecimento é enorme, quase imortal. Essa foi a sensação que tive ao provar Taylor Fladgate 1968 Quinta De Vargellas Vintage Porto, já com 47 anos e mostrando uma qualidade opcional. Simplesmente perfeito na minha opinião. Na taça mostrou uma complexidade incrível, notas animais de carne e couro envelhecido, vegetais, como tabaco, chá, e de torrefação, café e amêndoa torrada. Paladar concentrado, taninos sedosos, equilíbrio com ótima acidez e doçura sutil. Memorável ST (100).

A Quinta das Vargellas é propriedade da Taylor’s há mais de 100 anos, situa-se no Douro superior. Esta magnifica quinta onde as uvas são pisadas pelos vindimadores, contribui em grande parte para os vinhos utilizados nos lotes de Vintage da Taylor’s.

Nos anos em que não há Vintage declarados decide-se engarrafar um Vintage de quinta. A Quinta das Vargellas constitui a “joia da coroa” da Taylor’s, sendo reconhecida como uma das melhores vinhas do mundo. Este Vinho do Porto é de uma só colheita, irá melhorar com o envelhecimento e pode ser mantido em garrafa vários anos.