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Para quem não sabe, o estado de Nova York é o terceiro maior produtor de vinho dos Estados Unidos.

De lá vem uma grande novidade. A vinícola chamada “Rooftop Reds“, com vinhedos plantados no terraço de um edifício no bairro do Brooklyn, está prestes a começar sua primeira colheita.

Segundo li no blog Papo de Vinho do amigo Beto Duarte, a terra tem 40% de vidro reciclado moído. O sistema de drenagem da água excedente, a luz solar e a circulação de ar, foi todo feito segundo estudos encomendado pelos proprietários. A ideia é aumentar a produção em outros terraços.

A produção estimada é de 300 garrafas, com as variedades Merlot, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Malbec e Petit Verdot.


Os empresários do setor vitivinícola da Serra gaúcha acordaram na quarta-feira com um gosto amargo na boca. A esperada redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos vinhos foi derrubada no Congresso Nacional. Os parlamentares aprovaram o veto que mantém a alíquota em 10% na noite de terça-feira.

Apesar da maioria dos deputados federais votarem pela derrubada do veto, que permitiria que o IPI caísse de 10% para 6% neste ano e para 5% a partir de 2017, não houve os mais de 250 votos suficientes para reverter a decisão.

Na abertura da Festa da Uva deste ano, o então ministro do Trabalho e Desenvolvimento Social, Miguel Rossetto, prometeu que a redução da alíquota sobre os vinhos viria por meio de um decreto. A Receita Federal barrou a decisão e foi nisso que muitos deputados se basearam na hora de votar.

O diretor executivo do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Carlos Paviani, acompanhou a votação em Brasília e disse que, apesar da articulação de deputados gaúchos e da região da Uva e Vinho, como Pepe Vargas (PT) e Mauro Pereira (PMDB), é muito difícil reverter um veto ainda mais com as mudanças recentes.

– A alegação dos governistas é de que, no dia em que estavam aprovando um déficit do governo federal de R$ 170 bilhões, não seria adequado aprovar a redução do IPI. Mas, na verdade, esta é uma adequação de um aumento que foi exagerado.

Conforme Paviani, se a diminuição do imposto fosse aprovada, o vinho brasileiro poderia oferecer preços mais competitivos, já que o IPI representa 10% do faturamento da vinícola no mercado e 4% no preço final de um vinho.

O tamanho do aumento

O presidente da Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale), Márcio Brandelli, lamentou a manutenção da alíquota em 10%. Ele acredita que a medida vai retrair as vendas.

Proprietário da Vinícola Almaúnica, Brandelli afirma que pagou R$ 47 mil de IPI em 2015 e que, se vender a mesma quantidade de vinho com o mesmo valor do ano passado, vai pagar R$ 260 mil de alíquota neste ano, 453% a mais.

– Até dezembro do ano passado, pagávamos R$ 0,73 por garrafa e agora pagamos 10% do valor da garrafa. Por exemplo, um produto de R$ 50 pagamos R$ 5 de IPI. É um aumento estrondoso. Foi uma bola nas costas da cadeia da uva e do vinho. A gente vai brigar – promete o presidente da Aprovale.

Brandelli afirma que vai conversar com os deputados e tentar negociar a redução do IPI para 5%.

Na próxima semana, o Ibravin pretende apresentar um estudo para o líder do governo na Câmara, André Moura (PSC), para buscar uma nova negociação da alíquota por meio de decreto.

Fonte > Pioneiro RBS

A safra 2012 do vinho argentino “Catena ZapataAdrianna Vineyard Fortuna Terrae, elaborado pelo enólogo Alejandro Vigil conseguiu um grande reconhecimento. Foi o segundo vinho argentino a receber insuperáveis ​​100 pontos (nota máxima) do conceituado crítico de vinhos americano James Suckling.

Elaborado com 100% Malbec de um vinhedo com dois hectares chamado de Adrianna, localizado na região de Gualtallary, em Mendoza, foi o único vinho a obter nota máxima dentre os centenas provados pelo crítico em sua recente visita ao país das empanadas. Seu preço vai girar em torno de 150 dólares na importadora oficial no Brasil, a www.mistral.com.br.

Enquanto o Brasil luta para aumentar o consumo per capita que hoje é em torno de 1,7 litros, em outros lugares, principalmente na Europa, as taxas são muito mais elevadas. Pesquisa do Instituto do Vinho da Califórnia, que atualizou os dados, revelou que 14 dos 15 principais países do mundo para o consumo de vinho estão na Europa, juntamente com o Uruguai.

A cidade do Vaticano está no topo da lista, com um impressionante consumo de 54,26 litros por ano. Isso representa em torno de 70 garrafas consumidas na terra do Papa Francisco ao ano pelos meros 800 habitantes locais.

Andorra, outra pequena nação europeia, está em segundo lugar com 46,26 litros consumidos per capita. França coloca em quinto lugar, com os moradores potável 42,5 litros de vinho por ano.

Confira a lista completa aqui.

Atendendo a um público que adotou como hobby o turismo esportivo, a Caixa WineRun (Corrida de Vinho) se consolida como uma das cinco principais meias-maratonas temáticas do país. Esta quinta edição acontecerá no próximo sábado, dia 21 de maio, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves (RS). A meia-maratona, que já está com as inscrições esgotadas, contará com participação de 1.500 corredores competindo em nove categorias individuais por idade e três de duplas por gênero (incluindo a mista).

Além de um percurso único de 21 km entre belas paisagens, os participantes aproveitam o fim de semana para realizar tours guiados por vinícolas, passeio de Maria Fumaça e degustações de sucos de uva, vinhos e espumantes, bem como estabelecer contato com a cultura e gastronomia da Serra Gaúcha. A proposta da Caixa WineRun fomenta de modo sustentável o enoturismo nos principais destinos vitivinícolas nacionais, levando em conta a infraestrutura local para receber os atletas com conforto, charme e eficiência. A largada acontece no varejo da Gran Legado, no Vale dos Vinhedos, e a chegada ocorre no Campo da Capela das Almas, também no Vale.

A Wine Run é parte de um conceito mundial bem-sucedido em países com tradição na produção de vinhos. Além do Brasil, Estados Unidos, França, Alemanha, Espanha e Portugal realizam corridas de rua em regiões vitivinícolas. Os números ajudam a explicar o sucesso meteórico da Caixa WineRun Brasil. Existem no país cerca de 5,5 milhões de praticantes de corrida de rua, e um número cada vez maior deles busca harmonizar sua prática esportiva, com a socialização e o turismo nas mais diversas cidades do mundo.

“A soma dos negócios de um lado das corridas de ruas e do outro do mercado de vinhos no Brasil chega a 10 bilhões de reais. Estávamos certos do sucesso em inovar oferecendo entretenimento esportivo temático nos melhores destinos vitivinícolas do país para aqueles que têm a corrida como esporte e o vinho como ‘estilo de vida’”, explica Sergio Oprea, diretor da Zenith Sports Marketing, uma das organizadoras do Caixa WineRun.

“Conhecer o principal destino de enoturismo do Brasil, correndo por suas lindas paisagens é inesquecível. Ao associar isso à cultura do vinho fizemos com que as pessoas voltassem ano a ano, e cada vez com mais amigos. Este ano, mais de 30 assessorias esportivas inscreveram seus atletas para correr e celebrar conosco”, acrescenta Christian Burgos, Publisher da revista ADEGA, também organizadora do evento.

O percurso de 2016 mantém a meia-maratona na categoria de um trail run, com mais de 85% do percurso com piso que intercala terra, cascalho e calçamentos com paralelepípedos entre as lindas paisagens nativas e vinhedos.

Patrocínio e apoio: Organizada pela Zenith Sports Marketing e pela Revista ADEGA, a Caixa Wine Run tem o patrocínio da Caixa Econômica Federal e o apoio da Prefeitura Municipal de Bento Gonçalves, Hotel Dallonder, Saloman, Bento Convention, Giordani Turismo, Rota Cantinas Históricas, Água da Pedra, Orquídea, Café 3 Corações Soprano, Locadora Exclusiva, Miolo, Gran Legado, Vinícola Aurora, Suvalan e Ibravin.

INFORMAÇÕES: www.winerun.com.br ou www.facebook.com/WineRun

O restaurante Toro Blanco, inaugurado há pouca mais de um mês no bairro de Santa Lúcia, em Vitória, lança, no próximo sábado (21), o seu almoço com a Paella espanhola. Quinzenalmente, sempre aos sábados, a partir das 12 horas, um chef convidado irá preparar a iguaria ao vivo, aos olhos do público, na tradicional panela de um metro de diâmetro, que serve até 80 pessoas. Quem fará a estreia é o chef Gilson Surrage.

Av. Rio Branco, 403 – Santa Lucia – Vitória – ES
Reservas pelo telefone: (27) 3376-6744 / 99924-0003 (WhatsApp)
www.facebook.com/toroblancovix

Em um espaço de 150m2, a boutique de carnes
MeatPack chega na Praia do Canto nesta terça, dia 17, trazendo um novo conceito em consumir e apreciar a carne. A ideia inovadora é do empresário Edmilson Varejão Jr., que apaixonado por carne viu essa tendência ganhando fama em outros estados e resolveu trazer a novidade para Vitória.

Muito mais que uma loja de carnes premium, linhas especiais e até cortes exóticos como Paca, Javali e Porco do Mato, segundo o empresário, a loja foi pensada naquele que quer apreciar e degustar uma carne nobre, um corte especial. “O churrasco hoje não se resume apenas a picanha. A tendência é fazer churrasco com carnes especiais. E há uma infinidade de cortes que podem ir à grelha como chorizo, angus, T-bone, Kobe Beef, cordeiro, prime rib, entre outros. Nosso objetivo é atender a esse público mais exigente que busca uma carne premium”, explica o empresário.

Com mais de 100 diferentes tipos de cortes de carnes, O Steak Club terá opções de carnes embaladas expostas nas prateleiras, divididos por tipos e cortes, como também carnes de acordo com pedido do cliente no balcão com corte na hora com novo conceito de açougueiro, treinado e especializado em carnes, inclusive poderá dar dicas de preparo para o cliente.

Mais produtos

Além das carnes, no espaço também terá uma sessão especial de outros produtos produzidos com a marca Meatpack como linguiças, carpaccio, hambúrgueres, entre outros.  A loja ainda fechou parceria com os melhores fornecedores do país para trazer produtos diferenciados, alguns inéditos, para quem aprecia bons acompanhamentos como temperos, azeites, molhos, petiscos. São mais de 100 itens diferentes no mix da loja. Além disso, haverá também uma área dedicada a utensílios para churrasco e bebidas como vinhos, cachaças e cervejas especiais.

No local, além de levar a carne para a casa, o cliente também poderá degustar algumas carnes. A loja possui um espaço conceito com uma cozinha e também mesas e cadeiras. “A ideia é criar um point da carne, um Steak Club. Teremos um chef preparando os pratos para os clientes sempre depois das 18h. E aos domingos, venderemos carnes já preparadas para quem não quer ter trabalho de cozinhar”, explica Edmilson.

O empresário ainda conta que neste espaço, além de atender aos clientes para consumir a carne com um cardápio fixo da casa, no local também haverá cursos fechados de preparação de carnes, pequenos eventos corporativos com pré-reservas, noites de harmonização da carne com bebidas, e noites temáticas definidas pela loja, como por exemplo o ‘Dia do Angus’, ‘Churrasco para elas’, “Volta ao mundo das carnes’, sempre com preparação para os clientes.

Vale destacar que todos os produtos da MeatPack são selecionados de forma rigorosa e todos possuem selo de Serviço de Inspeção Federal (SIF). Este processo de controle e fiscalização garante ao consumidor que a carne comercializada esteja dentro das normas de segurança estipuladas pela legislação nacional.

O nome MeatPack foi inspirado no Meatpacking District, um bairro em Manhattan, Nova York onde, desde anos 1900, se centralizavam cerca de 250 frigoríficos e indústrias relacionadas a carne. Com o passar das décadas, outros estabelecimentos foram dando lugar aos frigoríficos. Hoje Meatpaking District é superbadalado com bons restaurantes, bares e boates, além de lojas de grifes e até galerias de arte. Inclusive, já foi eleito o bairro mais elegante de Nova York em 2004. Um destaque do bairro é a High Line Park, hoje um dos principais pontos de turismo de Nova York. Construído sobre uma antiga ferrovia elevada, o parque oferece vistas inusitadas sobre a cidade e é cercado por belas plantas e obras de arte.

MeatPack - Rua Afonso Claudio, 149, Praia do Canto.

Horário de funcionamento: das 9h às 19h, de segunda a sábado. E de 10h às 14h no domingo.

Das 18h às 22h30 – aberto para consumo no local de carnes e bebidas.

Telefone: 3026-5646

“Bouchonet é o termo utilizado para apontar o defeito de um vinho que tenha gosto de rolha ou de mofo. Acredita-se que 10% da produção mundial de vinhos esteja sujeita a este defeito, que tanto pode acontecer em uma garrafa de vinho popular, como em um grande vinho. Cientificamente tal fato acontece devido a formação de 2-4-6-tricloroanisol (fungos que atacam a cortiça). Como tal pode acontecer com certa regularidade, em todos os concursos internacionais ou mesmo provas amadoras, as amostras que apresentam este defeito são retiradas da prova e o produtor não é penalizado. Também é praxe, em restaurantes a substituição da garrafa sem que seja cobrado custo adicional do cliente. A garrafa com defeito é geralmente ressarcida ao vendedor pelo produtor do vinho.”

Um investimento de 10 milhões de euros permitiu à Corticeira Amorim desenvolver uma tecnologia inovadora que em 20 segundos detecta a presença nas rolhas de cortiça de um composto químico (TCA) associado a desvios sensoriais nos vinhos.

“NDTech é uma tecnologia de ponta que possibilita uma revolução em termos de controlo de qualidade, na medida em que introduz pela primeira vez uma triagem individual nas linhas de produção das rolhas de cortiça, baseada em cromatografia gasosa, uma das análises químicas mais sofisticadas do mundo”, refere a empresa em comunicado.

Segundo explica, “tradicionalmente, cada análise de cromatografia gasosa demora cerca de 14 minutos”, mas com este desenvolvimento – feito em parceria com uma empresa internacional especializada – a Corticeira Amorim “conseguiu reduzir o tempo desta análise para cerca de 20 segundos, viabilizando a sua integração numa escala industrial”.

Como resultado, a corticeira passou a disponibilizar no mercado “rolhas de cortiça natural com garantia de TCA não detectável”, que garantem “um controlo sensorial irrepreensível”.

Segundo a Associação Portuguesa da Cortiça (APCOR), o TCA é um composto químico vulgarmente presente na natureza e pode ser encontrado na madeira, no vinho, na água, no solo, em frutas, legumes e, também, na cortiça.

“É um produto exógeno ao vinho, à madeira e à rolha de cortiça, mas se estiver presente na atmosfera e entrar em contato com as barricas, as rolhas de cortiça ou mesmo o vinho, é facilmente absorvido”, lê-se no sítio da APCOR na Internet.

De acordo com o grupo de Mozelos, Santa Maria da Feira, que é líder mundial no setor das rolhas de cortiça, a tecnologia NDTech assegura “uma precisão incrível”, sendo capaz de detetar “qualquer rolha de cortiça que apresente mais de 0,5 nanogramas/litro (partes por trilião) de TCA, removendo-a automaticamente da linha de produção”.

“Este nível de precisão numa escala industrial é surpreendente, tendo em conta que o limiar de deteção de 0,5 nanogramas/litro pode ser o equivalente a uma gota de água em 800 piscinas olímpicas”, explica.

Segundo a Corticeira Amorim, o desempenho da NDTech “está a ser validado por entidades líderes mundiais em investigação associada à indústria do vinho – a Geisenheim University, na Alemanha, e o Australian Wine Research Institute -, o que faz dela “a única tecnologia de controlo individual de qualidade do TCA alvo de validação científica por parte de ambas as organizações”.

Esta nova tecnologia será inicialmente aplicada à gama de rolhas naturais ‘premium’ da corticeira, que são utilizadas “por algumas das marcas de vinho mais importantes do mundo, incluindo as principais marcas nacionais”.

Até agora, revela, a recetividade dos produtores de vinho tem sido “muito positiva, tendo em conta a importância da rolha natural no ‘packaging premium’ [embalagem de qualidade superior] de vinhos, muito valorizada em mercados-chave para a exportação, como os EUA ou a China”.

“O desenvolvimento de NDTech é o culminar de um conjunto de medidas que visam um controlo sensorial irrepreensível da rolha de cortiça natural, considerada, desde há muito, o benchmark de vedantes e o que mais valor acrescentado cria para o vinho. A tecnologia será ainda complementada pelas medidas preventivas e curativas já existentes na Corticeira Amorim, incluindo o patenteado tratamento ROSA Evolution”, acrescenta a empresa.

Para o presidente e administrador executivo da Corticeira Amorim, António Rios de Amorim, a “aposta contínua” da empresa no reforço da qualidade das rolhas de cortiça tem sido “determinante” na consolidação da sua liderança na indústria e no aumento, nos últimos cinco anos, das vendas de três mil milhões de rolhas para um número recorde de 4,2 mil milhões em 2015.

“Este crescimento resulta, em parte, de uma maior perceção generalizada das vantagens técnicas e de sustentabilidade da rolha de cortiça, assim como da capacidade que esta tem de aportar valor ao vinho. Com NDTech, simplesmente tornamos melhor aquele que já é o melhor vedante para vinho”, conclui.

Fonte: http://observador.pt/

Para falar sobre o Chateau Montelena é preciso voltar no tempo, mais precisamente em 1976, quando o crítico Steven Spurrier promoveu uma prova que foi denominada de Julgamento de Paris. Nela, jurados submetidos à prova cega preferiram vinhos desconhecidos do Napa Valley na Califórnia - Stag’s Leap Wine Cellars Cabernet Sauvignon de 1973 e um Chateau Montelena Chardonnay de 1973 – aos melhores da França, provocando um impacto revolucionário no mundo do vinho. Eles não sabiam que aquele resultado transformaria completamente o mercado de vinho, dando início a uma idade de ouro para a vinicultura que estende o mundo do vinho para além dos sacramentados limites da França – para Austrália, Chile, América do Sul, Nova Zelândia e por todo o globo. A prova foi amplamente divulgada na imprensa, ganhou filme é foi capa da revista Time.

Provei recentemente seu vinho branco, o Chateau Montelena Chardonnay 2010 que se mostrou untuoso, encorpado, com notas de frutas tropicais, boa acidez e persistência no paladar. A madeira aparece, mas é bem trabalhada, não atrapalhando o conjunto. Um vinho que precisa de uma boa refeição para mostrar seu melhor. Sugiro a combinação com carne de porco. Os vinhos do Chateau Montelena são importados pela http://www.smartbuywines.com.br/.

Vinícola Guaspari recebeu medalhas de ouro e de bronze no Decanter World Award 2016 pelo seus Syrah Vista do Chá 2012 e Syrah Vista da Serra 2012, respectivamente. Essa é a primeira vez na história que vinhos brasileiros são premiados no DWWA, uma das principais e mais prestigiadas competições internacionais de vinhos. Na edição deste ano, participaram cerca de 16 mil rótulos do mundo todo, que foram avaliados por 244 dos maiores especialistas internacionais.

Para Marina Guaspari Gonçalves, diretora da vinícola, “é uma honra receber esse prêmio tão importante e que nos coloca entre os melhores vinhos do mundo. É também a concretização de um sonho, o de fazer um vinho marcante, que colocasse a região de Espírito Santo do Pinhal no mapa mundial dos vinhos de alta qualidade”.

Na primeira participação da Vinícola Guaspari em um evento internacional, no Palais de Grand Cru 2013, organizado pela Ficofi, em Paris, o inglês Steven Spurrier, editor da revista “Decanter” e também famoso por ter organizado o “Julgamento de Paris”, em 1976, referiu-se aos vinhos da Guaspari como amazing (incrível, sensacional), em artigo publicado na revista “Sommelier”.

Os resultados e perfis dos vencedores na premiação deste ano serão publicados em junho na revista Decanter, com um guia completo para os consumidores dos melhores vinhos, separados por preço e região.

Sobre a Vinícola Guaspari

A Vinícola Guaspari nasceu do sonho de produzir um vinho brasileiro de altíssima qualidade e que seja motivo de orgulho para o País. O projeto teve início em 2006, quando foram plantadas as primeiras videiras em uma antiga fazenda de café na região de Espírito Santo do Pinhal (no Estado de São Paulo). Foram escolhidas variedades francesas, selecionadas pelas características do terroir. Dois anos após o primeiro plantio, a vinícola foi construída; e o primeiro vinho foi produzido ainda de maneira artesanal. Os ótimos resultados alcançados reforçaram o potencial do projeto e motivaram a empresa a trazer o que havia de melhor no mercado mundial. Especialistas reconhecidos do Brasil e do exterior foram envolvidos desde o início na escolha dos caminhos mais adequados. Gradualmente, a área de plantio veio sendo ampliada, chegando hoje a 50 hectares. Os vinhedos foram divididos em 12 terroirs distintos, demarcados em função da especificidade dos microclimas existentes para expressar toda a qualidade e tipicidade de cada uva (Syrah, Pinot Noir, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Sauvignon Blanc e Chardonnay). Uma das grandes inovações do projeto da Vinícola Guaspari é a transferência da safra para o inverno, quando a amplitude térmica, a insolação e a ausência de chuvas são semelhantes às das grandes regiões vinícolas do mundo. Cada estágio do ciclo de vida das parreiras recebe o meticuloso cuidado de profissionais capacitados por técnicos experientes vindos de Portugal, Estados Unidos e Chile. O projeto arquitetônico preservou o estilo das antigas fazendas de café da região, integrando cultura e estética locais. O respeito ao seu entorno se estendeu às preocupações ambientais, como o cuidado com a água e com todas as formas de vida.